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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

ZECA

[2 de Agosto de 1929 - 23 de Fevereiro de 1987]

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Zeca



{Aveiro, 2 de Agosto de 1929 - Setúbal, 23 de Fevereiro de 1987}

sábado, 16 de outubro de 2010

Saudades de Adriano e de Zeca



Adriano Correia de Oliveira [Avintes, 9-IV-1942 - Avintes, 16-X-1982] e Zeca Afonso [Aveiro, 2-VIII-1929 - Setúbal, 23-II-1987], in Viriato Teles, As Voltas de Um Andarilho - Fragmentos da vida e obra de José Afonso, Assírio & Alvim (2ª edição revista e aumentada), 2009.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Zeca

[2 de Agosto de 1929 - 23 de Fevereiro de 1987]
Foto de Joaquim Lobo (pormenor)

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

José Afonso [2 de Agosto de 1929 - 23 de Fevereiro de 1987]

Está disponível nas livrarias uma nova edição, revista e actualizada, da obra de Viriato Teles sobre Zeca Afonso, agora com o título As Voltas de Um Andarilho - Fragmentos da vida e obra de José Afonso. O prefácio é de Sérgio Godinho.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

«As Voltas de um Andarilho - Fragmentos da vida e obra de José Afonso» é lançado hoje ao fim da tarde

Viriato e Zeca (1980)
«Os Couple Coffee vão participar na sessão de lançamento d'As Voltas de um Andarilho, que se realiza dia 17 de Novembro, terça-feira, pelas 19 horas, no Museu da República e Resistência, em Lisboa. A apresentação do livro será feita pelo jornalista João Paulo Guerra.
O grupo de Luanda Cozzetti e Norton Daiello, que protagonizou um dos mais interessantes trabalhos de recriação de músicas de José Afonso (que resultou no CD Co'as Tamanquinhas do Zeca, ed. Transformadores, 2007), vai interpretar alguns temas do criador de "Maio Maduro Maio" durante a apresentação d'As Voltas de um Andarilho.
Publicada com a chancela da Assírio & Alvim, esta nova versão, corrigida e aumentada, do livro de Viriato Teles sobre José Afonso surge no mercado vinte e seis anos após a publicação do primeiro esboço, em forma de caderno de reportagem, e decorridos que são dez sobre a primeira publicação no formato actual. Além das prosas originais, esta edição inclui vários textos novos e uma discografia exaustiva das versões de temas de Zeca por outros intérpretes.
O lançamento d'As Voltas de um Andarilho decorrerá no auditório da Biblioteca-Museu da República e Resistência, na Rua Alberto de Sousa, 10-A (bairro do Rego, junto à Av. das Forças Armadas). A entrada é livre, sujeita à lotação da sala.»
Texto e imagem colhidos em http://andarilho.viriatoteles.net/

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Zeca Afonso, por Viriato Teles

Já está nas livrarias uma nova edição, revista e actualizada, da obra de Viriato Teles sobre Zeca Afonso, agora com o título As Voltas de Um Andarilho - Fragmentos da vida e obra de José Afonso. O prefácio é de Sérgio Godinho.
«Mais de duas décadas já se passaram sobre o desaparecimento físico de José Afonso, e no entanto parece que foi ontem. Apesar disso, desde essa triste madrugada de Fevereiro de 1987, o mundo mudou como nenhum de nós podia então imaginar que mudasse. Desde o fim da União Soviética — que, nessa altura, quase todos nós ainda acreditávamos ser eterna ou, pelo menos, muito duradoura — até à unipolarização dos dias de hoje e à consequente submissão do mundo à vontade imperial da superpotência sobejante, tudo se tornou bem diferente do que poderia supor-se vinte anos atrás.
[…]
O mundo mudou imenso, de facto, nestes vinte anos. Mas não tanto que tenha feito com que as canções de José Afonso ficassem fora de moda ou se tornassem meros documentos de um tempo passado.»
Viriato Teles
«A música é comprometida quando o músico, como cidadão, é um homem comprometido. Não é o produto saído do cantor que define esse compromisso mas o conjunto de circunstâncias que o envolvem com o momento histórico e político que se vive e as pessoas com quem ele priva e com quem ele canta.»
José Afonso
«O Zeca era um génio. Não gosto de empregar esta palavra levianamente, no sentido norte-ou-sul-americano do termo. Somos todos geniais. Pois. Mas o Zeca era mesmo genial. E muito queria que isto não fosse um consenso, mas um dado adquirido. A diferença é subtil, mas fundamental. Porque o livro do Viriato dá a conhecer muito melhor o Zeca, e mais: dá vontade de ouvi-lo e gozá-lo e perceber como é que ele foi capaz de unir tantas referências numa obra criativa única. Um dado progressivamente adquirido, como eu gostaria que fosse a vida. Por breve que se progrida, por curta que para nós, felizes nós, tenha sido a vida dele.»
Sérgio Godinho
Mais informações aqui.