sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Lançamento dos «Diários» de Al Berto e Festa dos 40 anos da Assírio & Alvim
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Assírio & Alvim e Grupo Porto Editora estabelecem acordo de parceria
sexta-feira, 18 de março de 2011
Celebre Connosco o Dia Mundial da Poesia
segunda-feira, 14 de março de 2011
Catálogo Assírio & Alvim
Basta clicar na imagem, ou aqui mesmo ao lado, para consultar o Catálogo Assírio & Alvim. Agora com as capas e com actualizações à medida que forem saindo novidades. Também pode fazer download.
sábado, 2 de outubro de 2010
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Colheita «Assírio & Alvim 2008»
Chegam hoje às livrarias as primícias de 2009. Um bom momento para recordar a colheita «Assírio & Alvim 2008»:
fernando calhau - desenho 1965-2002; livro-guia do alentejo; mil planaltos - capitalismo e esquizofrenia 2; frágua de amor/floresta de enganos; poesia - de guilherme ix de aquitânia; pentâmetros jâmbicos; as cantinas e outros poemas do álcool e do mar; desenhos a lápis com fala - amar um cão; último minuete em lisboa; cartoons do ano 2007; moradas; era na velha casa - a ode marítima de álvaro de campos/fernando pessoa; olga roriz; qual é a minha ou a tua língua? - cem poemas de amor de outras línguas; esteves!; poemas - paul bowles; viagens - 1978-2008; o amante japonês; vozes íntimas; final feliz - novas crónicas para pais sobre filhos; o cavalo e o sentimento; pessoana - 2 volumes; gosto de ti como és; objectivos do milénio - vencer os medos; já cá não está quem falou; a leitura infinita - bíblia e interpretação; portugal e os portugueses; diário 1941-1943; livro vermelho dos vertebrados de portugal; anónimo transparente - uma interpretação gráfica de fernando pessoa; sabores judaicos - trás-os-montes; se não puder dançar esta não é a minha revolução - aspectos da vida de emma goldman; bartleby, escrita da potência seguido de bartleby, o escrivão; desenho, a transparência dos signos; estudos do labirinto seguido de a ideia religiosa do não-ser; quaresma, decifrador - as novelas policiárias; correspondências - vieira da silva por mário cesariny; filho pródigo; joão abel manta - caprichos e desastres; o heresiarca & c.ª; o inútil da família; mão direita do diabo; em portugal não se come mal; gatos comunicantes - correspondência entre vieira da silva e mário cesariny 1952-1985; a minha escola não é esta; o sentido da vida é só cantar; o marinheiro que perdeu as graças do mar; por cima do mundo; história da etiópia; a faca não corta o fogo; poemário 2009; diário 2009; culinário 2009; Diário 2009 fernando pessoa; caderno fernando pessoa; poemário 2009 fernando pessoa; aquilo sou eu/that is me; myra; requiem para d. quixote; aforismos - kafka; o festim da aranha; sob um falso nome; só o amor é digno e fé; fogo frio - o vulcão dos capelinhos; segredos culinários de maria callas - histórias, receitas e sabores; atlas das aves nidificantes em portugal; lapinha do caseiro.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal — Apresentação da 3.ª edição
A Assírio & Alvim convida-o(a) a assistir ao lançamento da 3.ª edição do Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal — Peixes Dulciaquícolas e Migradores, Anfíbios, Répteis, Aves e Mamíferos. A apresentação será feita por Jorge Palmeirim, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, e Henrique Pereira dos Santos, do Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade. No dia 25 de Setembro, quinta-feira, pelas 19.00h, na Livraria Assírio & Alvim — Rua Passos Manuel, 67B, Lisboa.
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Novidades
Um novo livro de Paul Bowles, Por Cima do Mundo, e a reedição d'O Marinheiro que Perdeu as Graças do Mar, de Yukio Mishima, são as novidades da Assírio & Alvim, disponíveis nas livrarias a partir do dia 24:
Por Cima do Mundo Paul Bowles
Tradução: David Antunes e Sara E. Eckerson
Edição brochada (240 pp)
Classificação: Romance
Colecção: O Imaginário
15 €
No terraço de um apartamento sofisticado sobre uma colina com vista para uma capital da América Central, quatro pessoas conversam amigavelmente. Os Slade, um casal de turistas americanos, são recebidos por um homem novo, de grande charme e beleza, que acabam de conhecer, e pela sua amante. Ali sentados, com bebidas na mão e a observar um pôr do sol invulgarmente belo, os Slade parecem estar a viver um daqueles momentos afortunados que povoam a imaginação de todos os viajantes. Mas entre a boa educação e a conversa trivial, um comentário revela-se profético — o anfitrião diz para a mulher americana: «— Não é bem o que você pensa.»
Neste romance Paul Bowles conduz-nos, com inigualável mestria, a um tortuoso labirinto de relações humanas situado por baixo de uma superfície de hospitalidade e luxo, até à constatação de que aquilo que, a princípio, parece ser um mero encontro casual, está na realidade enraizado no vício e no horror.
O Marinheiro que Perdeu as Graças do Mar
Yukio Mishima
Tradução: Carlos Leite
Edição brochada (184 pp)
Classificação: Novela
Colecção: O Imaginário
11 €
O Marinheiro que Perdeu as Graças do Mar é uma das mais breves e belas novelas da obra de Mishima. Há quem veja na sua trama uma representação simbólica da sociedade japonesa do pós-guerra conforme a radical visão do autor. Bem mais do que isso, é uma novela de rara beleza, erotismo, imprevisibilidade e de um radicalismo brutal. Noboru deslumbrou-se com a relação poética e erótica de sua mãe com o fascinante Ryuji, o marinheiro que carrega a grandeza, a glória, o brilho do mar e aquele boné com «a âncora ao centro do grande emblema em forma de lágrima [...] reflectindo o sol da tarde». Mas esta apaixonante relação sofrerá uma inesperada mudança. No exterior há um grupo organizado segundo um Chefe, com elementos precocemente militarizados. Rapidamente absorvem o confuso Noboru nos severos princípios da tradição japonesa. Não tarda que o marinheiro seja julgado por ter traído os valores fundamentais de idealismo, de beleza e de glória. Segundo os códigos do grupo, as contemplações são proibidas e qualquer cedência significaria a sobreposição do caos à ordem, como avisa o Chefe, ou, conforme diz, mais eufemisticamente, o último parágrafo do livro: «a glória, como vós sabeis, é uma coisa amarga».
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Descontos na Livraria Assírio & Alvim em Setembro
quarta-feira, 23 de julho de 2008
«Mão Direita do Diabo»
Disponíveis on-line, as primeiras 23 páginas da obra Mão Direita do Diabo, de Dennis McShade (pseudónimo do escritor português Dinis Machado). Na barra lateral esquerda ou aqui.
Relembramos que também está disponível on-line a introdução do livro O Inútil da Família (esta semana nas livrarias), do chileno Jorge Edwards. Leia-a aqui.
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Descontos nos meses de Verão, na Livraria Assírio & Alvim...
Se for à nossa livraria (Rua Passos Manuel, 67 B — Lisboa) durante os meses de Julho e Agosto, encontrará descontos de 20% e 30% nos nossos livros de arte e de viagens.
Agora, juntamos uma nova promoção: nas próximas sextas-feiras e também nos sábados deste mês (dias 18 e 19 e 25 e 26 de Julho), todos os livros destas duas feiras têm um desconto de 50%. Aproveite!
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Manuel Clemente [1948]
Nasceu em Torres Vedras a 16 de Julho de 1948. É licenciado em História e Teologia e doutorado em Teologia Histórica. Em 1975 começou a leccionar na Universidade Católica Portuguesa, tornando-se depois director do Centro de Estudos de História Religiosa dessa instituição.
Em Junho de 1979 foi ordenado presbítero; vinte anos depois, em Novembro de 1999, foi nomeado Bispo Auxiliar de Lisboa, com o título de Pinhel, e em de Janeiro de 2000, ordenado na Igreja de Santa Maria de Belém (Jerónimos). Em 2007, o Vaticano nomeou-o Bispo do Porto. [...]
terça-feira, 15 de julho de 2008
Poemário
(clique na imagem para aumentar)
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Desenhos de Pedro Proença na Assírio & Alvim
Em exposição até dia 15 de Setembro na Galeria da Livraria Assírio & Alvim (Rua Passos Manuel, 67 B — Lisboa), 25 desenhos de Pedro Proença ou Crónica Gloriosa de Pancrácio Sisudo e Suas Sabidas Burrices (Acompanhado à concertina por badaladas meninas)
Novidade Assírio & Alvim para o Verão

Mão Direita do Diabo
Dennis McShade (Dinis Machado)
Edição brochada (176 pp)
Classificação: Romance policial
14 €
O livro que é uma porta aberta para o mundo secreto do crime organizado, podia ler-se na capa da primeira edição desta Mão Direita do Diabo (nº 56 da Colecção Rififi, Editorial Ibis). Não era bem verdade, já que Peter Maynard podia ser um assassino profissional, mas trabalhava sozinho. Podia usar uma Beretta como qualquer outro, mas depois ouvia Mozart e Debussy. E lia Céline e Dos Passos. E citava John Huston e Howard Hawks. E até tinha uma consciência a quem tratava por tu em prolongados monólogos. Contudo, Dennis McShade também não era nada americano. Era o bem português Dinis Machado, o mesmo que, dez anos depois, surpreenderia a literatura com O Que Diz Molero. De maneira que, no fim, bate tudo certo.
Em menos de um ano, entre 1967 e 68, e sob o disfarce deste seu quase homónimo americano, publicaria ainda Requiem Para D. Quixote e Mulher e Arma com Guitarra Espanhola, livros que a Assírio & Alvim tem agora o prazer de reeditar, pela primeira vez para o público em geral, quarenta anos depois.
Um bom assassino profissional, Maynard, é como um bom actor, um bom político ou um bom vendedor de pentes. Importante é que se saiba o que se está a fazer, com eficiência. E, no teu caso, com sobriedade.
Dos monólogos maynardianos
sexta-feira, 4 de julho de 2008
«Crónicas Portuguesas/Chroniques Portugaises»
Crónicas Portuguesas/Chroniques Portugaises (160 pp.)
Autor: Georges Dussaud
Prefácio de Christine Dussaud
Colecção: Livros de Fotografia
Edição bilingue (português/francês)
40 €
Encadernado
As reportagens internacionais de Georges Dussaud, desde 1975 — Grécia, Portugal, Irlanda, Índia, Cuba, França — tornaram conhecidas as suas imagens daquele humanismo fotográfico tardio que a Magnum soube realizar e recolher e que revela na Agência RAPHO, de Paris, a que pertence desde 1986. São fotografias de um fotógrafo flanneur, viajante e vagabundo da fotografia directa mas profundamente subjectiva e, naturalmente a preto e branco. Fixou em Portugal a paisagem e os homens no seu modo peculiar, (que já foi comparado a Koudelka), onde cada imagem é enquadrada com o que a cultura do olhar sugere ao fotógrafo, geometrizante, dinâmica ou estática, emotivamente centrada na estranheza dos lugares e das expressões.
O autor
Fotógrafo e repórter, trabalha para a agência parisiense RAPHO desde 1986. Ficou conhecido pelas reportagens internacionais que começou a fazer em 1975, e que o levaram a países como Grécia, Índia e Cuba. Acompanhado da máquina fotográfica, capta, a preto e branco, os lugares e a estranheza que os habita. Expõe com regularidade o seu trabalho em França, Irlanda, Portugal, Brasil, México e Itália, fazendo parte de inúmeras colecções nestes países. Editou em Portugal os livros O Trás-os-Montes, Portugal e Índia, Portugal terra fria, Douro de cepas e fragas e Crónicas Portuguesas/Chroniques Portugaises.
quarta-feira, 2 de julho de 2008
«Nota de Encomenda» — 3.º momento
Inauguramos hoje (pelas 18h30m) o 3.º momento da exposição «Nota de Encomenda», com trabalhos dos alunos do Ar.Co.
Visite-nos na Galeria da Livraria Assírio & Alvim (Rua Passos Manuel, 67 B — Lisboa), a partir das 18h30m.
– Nota de Encomenda –
18 de Junho a 5 de Julho
- 1.º Momento: 18, 19, 20 e 21 de Junho
André Maranha, António Bolota, João Oliveira, Raquel Vidal
Inauguração: dia 18, às 18h30m
- 2.º Momento: 25, 26, 27 e 28 de Junho Francisco Tropa, Lourenço Silveira, Maria Vidal, Rui Aleixo
Inauguração: dia 25, às 18h30m
- 3.º Momento: 2, 3, 4 e 5 de Julho
Maria Archer, Pedro Morais, Sérgio Dias, Tomás Maia
Inauguração: dia 2, às 18h30m
Projecto desenvolvido no Departamento de Escultura do Ar.Co. a partir das notas de encomenda de Raymond Roussel para as ilustrações de Novas Impressões de África.
Horário: de segunda a sábado, das 10h às 13h e das 14h às 19h
(encerrado aos domingos e feriados)
sábado, 28 de junho de 2008
Novidades Assírio & Alvim para este Verão
Brevemente disponíveis nas livrarias (a partir de dia 10 de Julho), dois novos livros:
O Inútil da Família
Jorge Edwards
tradução de Helder Moura Pereira
Edição brochada (416 pp.)
Classificação: Biografia com factos ficcionados
Preço: 25 €
Quando Jorge Edwards começou a escrever, em plena adolescência, num mundo que estava muito longe de o destinar à literatura, teve conhecimento de um parente próximo que ninguém referia na família, um fantasma, um marginal, um maldito da sua época: Joaquín Edwards Bello. Joaquín recebeu o Prémio Nacional de Literatura de Chile em 1943 mas a sua vida acidentada e aventureira, a sua paixão pelo jogo, o seu inconformismo e rebeldia social, naqueles anos escandalosa, já o tinham convertido numa lenda viva.
Jorge Edwards seguiu apaixonadamente a história deste seu tio avô. Joaquín, o tio Joaquín, conheceu os palacetes da América e da Europa mas cedo desceu ao fundo da noite: aos bares e tabernas de má sorte, aos prostíbulos e aos albergues clandestinos. Viveu uma vida acidentada entre Madrid, Paris, Valparaíso e Santiago. Porém, descobrindo semelhanças e contiguidades, tanto de origem como de biografia, o livro acaba por construir uma teia de múltiplas relações em que as duas vidas — e as duas obras — se fundem e entrelaçam.
O Inútil da Família é um extraordinário desfile de personagens, uma caixa de surpresas que nos transporta a mundos extremos e nos leva a assistir, por dentro, a um destino fora do comum, belo mas pleno de riscos e, sem dúvida, trágico.
Sobre o autor:
Jorge Edwards nasceu em 1931, no Chile. Estudou Direito e Filosofia, primeiro na Universidade de Santiago do Chile e depois em Princeton. Trabalhou como diplomata durante o governo de Salvador Allende, e como secretário de Pablo Neruda. Viveu no exílio em Espanha após o golpe de estado de Pinochet, regressando ao Chile no princípio dos anos 80. Actualmente Edwards dedica-se à escrita, ao ensaio e ao jornalismo, assinando uma coluna no El País. Tem vindo a receber diversos prémios pela sua obra literária, entre eles o Prémio Cervantes e o Prémio Nacional de Literatura de Chile. Já em 2008 foi galardoado com o prestigiante Prémio Planeta Casa América pela sua novela A Casa de Dostoiévskii, a publicar brevemente.
O Heresiarca e C.ª
Guillaume Apollinaire
tradução de Aníbal Fernandes
Edição brochada (224 pp.)
Classificação: Contos
Preço: 14 €
Guillaume Apollinaire: audacioso nos temas, na versificação, na sintaxe, «primeiro poeta moderno» — afirmou-se muitas vezes sem contestação.
Mas também escreveu prosa: frequentou as margens do erotismo pornográfico, do romance histórico com os brilhos do exotismo, livros de género inclassificável, como L'Enchanteur Pourrissant, La Femme Assise, Le Poète Assassiné. Quando publicou O Heresiarca & C.ª, o seu mais logrado livro de contos, incomodou as realidades do quotidiano com visões fantásticas e cruéis, leu os dogmas católicos de forma irónica e traiçoeira, tudo dissolveu em atmosferas turvas para um desfile de assassinos candidatos à canonização, falsos messias, devotos blasfemos, bêbados luxuriosos, santos heterodoxos…
Supôs-se, em 1910, que este livro destiná-lo-ia ao Prémio Goncourt, mas naufragou nas últimas
voltas da votação. De vida, iam restar-lhe oito anos: os que viveu como era de há muito seu hábito, em mansardas de Paris, fogoso nos amores, inovador em versos, até à guerra que lhe pôs na cabeça trepanada uma estrela, até à gripe fatal, a «espanhola», a «pneumónica», que o matou e enterrou no Père-Lachaise em Novembro de 1918.
sexta-feira, 27 de junho de 2008
«Desenho, A Transparência dos Signos»

Pedro A. H. Paixão
Desenho, A Transparência dos Signos
Assírio & Alvim, 2008, 120 págs., 10 €
«Estes estudos sobre a teoria do desenho, embora rigorosos, não são apenas um mero ensaio técnico, mas uma incursão ilustrada sobre o "desenhável" (do desenho da infância à "ciência" de desenhar), num percurso de transparência e magia que conduz o leitor a Aristóteles e a Dante ("Vita Nuova"), assim como à arte renascentista, para afirmar o desenho como "a anunciação de uma terra ou matéria que eternamente, em nós, nos espera".»
in Expresso, 13 de Junho de 2008.







