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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Lançamento dos «Diários» de Al Berto e Festa dos 40 anos da Assírio & Alvim

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No próximo dia 7 de dezembro, partir das 21:30, vamos ter uma excelente apresentação dos «Diários» de Al Berto feita por Golgona Anghel, leitura de excertos desses «Diários» por Luís Lucas, um concerto d'Os Poetas (um projecto musical de Rodrigo Leão e Gabriel Gomes) e música noite fora 
com o DJ Zeus, aka Jorge Pereirinha Pires, DJ Dub Fanatic, aka Helder Moura Pereira e DJ Victor Alves. No Frágil, pois claro!

A entrada é livre mas pedimos a todos que nos confirmem a sua presença pelo e-mail editora@assirio.pt. Contamos com a vossa presença!

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Assírio & Alvim


DESDE 10 DE NOVEMBRO DE 1972

 

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Assírio & Alvim e Grupo Porto Editora estabelecem acordo de parceria


Protocolo incide nas áreas de edição e distribuição, ficando assegurada autonomia editorial.

O Grupo Porto Editora e a Assírio & Alvim anunciam a celebração de um acordo de parceria estratégica para as áreas de edição e de distribuição.
Os objetivos deste acordo são o de dar maior sustentabilidade ao excelente trabalho editorial que distingue a Assírio & Alvim, bem como o de contribuir para que as respectivas obras cheguem a um maior número de leitores.
Para a persecução desses propósitos, a Assírio & Alvim beneficiará das sinergias criadas no contexto do Grupo Porto Editora, sendo fundamental sublinhar que a continuidade editorial está expressamente assegurada, preservando-se assim as características fundamentais de uma editora de prestígio reconhecido.
De referir que este acordo contempla todo o catálogo da Assírio & Alvim, incluindo o designado fundo editorial.


Sobre a Assírio & Alvim
Fundada em 1972, a Assírio & Alvim tem vindo, ao longo deste tempo, a afirmar-se no meio editorial português pela ousadia e rigor das suas apostas editoriais.
Desde o início a poesia ocupou um papel central na sua atividade, conseguindo o que no panorama editorial português parecia irrealizável — construir-se com base na edição de livros de poesia e promover a sua divulgação, criando um público mais atento e exigente.
O seu catálogo, já com mais de mil títulos publicados, é ecléctico e reúne autores e obras de referência, da ficção ao ensaio, da literatura infantil às artes plásticas, da música à natureza, primando sempre pela qualidade das suas edições. É a editora de muitos dos maiores nomes da literatura nacional, e a qualidade dos seus livros tem vindo a ser reconhecida através dos inúmeros prémios atribuídos aos seus autores e às suas traduções.

Sobre o Grupo Porto Editora
A origem do maior grupo editorial português remonta a Maio de 1944, quando foi fundada a Porto Editora, casa-mãe de um grupo que é hoje constituído também pelas empresas Areal Editores, Bertrand Editora, Circulo de Leitores, Lisboa Editora, Distribuidora de Livros Bertrand, Livrarias Bertrand, Plural Editores Angola, Plural Editores Moçambique e a unidade de produção Bloco Gráfico.
Acresce, ainda, o portfólio de chancelas que inclui Albatroz, ArtePlural, Contraponto, GestãoPlus, Ideias de Ler, Pergaminho, Quetzal Editores, Sextante Editora, Temas e Debates e 11x17.
O Grupo Porto Editora tem uma atividade editorial abrangente e diversificada, actuando nas áreas da edição escolar e de referência, literatura de ficção, não-ficção, infanto-juvenil e multimédia interactivo, sendo de referir também a aposta no comércio virtual através da WOOK.pt, hoje a maior livraria on-line portuguesa.
Líder em praticamente todos os sectores, ao Grupo Porto Editora são associados valores de rigor, qualidade, dinamismo e inovação, sendo também reconhecido pela excelência de gestão, seriedade e profissionalismo na edição.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Celebre Connosco o Dia Mundial da Poesia

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No Dia Mundial da Poesia, os livros
da Assírio & Alvim terão 50% de desconto*.
Celebre connosco, leia poesia!

* Oferta válida apenas nas livrarias da Assírio & Alvim: Livraria Assírio & Alvim — Rua Passos Manuel, 67-b, 1150-258 Lisboa; Assírio & Alvim Livros — Pátio Siza, ao Chiado, com entrada pela Rua Garrett n.º 10 e pela Rua do Carmo n.º 29; Livraria do Armazém — Travessa do Calado, 26-b, 1170-070 Lisboa.

Para assinalar esta data, a Assírio & Alvim tem ainda o prazer de anunciar a abertura de mais uma livraria, a Livraria do Armazém. Fica na Travessa do Calado, n.º 26b, em Lisboa, a três passos da Junta de Freguesia da Penha de França, e estará aberta de segunda-feira a sexta-feira das 15h00 às 19h00. Visite-a já a partir do próximo dia 21.

(clique na imagem para a aumentar)

segunda-feira, 14 de março de 2011

Catálogo Assírio & Alvim

Basta clicar na imagem, ou aqui mesmo ao lado, para consultar o Catálogo Assírio & Alvim. Agora com as capas e com actualizações à medida que forem saindo novidades. Também pode fazer download.

sábado, 2 de outubro de 2010

Amigos da Assírio

(clicar na imagem)

«‎5.014 pessoas gostam disto»
[hoje, 2 de Outubro de 2010],

depois de uma primeira página que atingiu 5.000 amigos em cerca de dois meses.

Obrigado e traz outros amigos também!

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Colheita «Assírio & Alvim 2008»

Chegam hoje às livrarias as primícias de 2009. Um bom momento para recordar a colheita «Assírio & Alvim 2008»:

fernando calhau - desenho 1965-2002; livro-guia do alentejo; mil planaltos - capitalismo e esquizofrenia 2; frágua de amor/floresta de enganos; poesia - de guilherme ix de aquitânia; pentâmetros jâmbicos; as cantinas e outros poemas do álcool e do mar; desenhos a lápis com fala - amar um cão; último minuete em lisboa; cartoons do ano 2007; moradas; era na velha casa - a ode marítima de álvaro de campos/fernando pessoa; olga roriz; qual é a minha ou a tua língua? - cem poemas de amor de outras línguas; esteves!; poemas - paul bowles; viagens - 1978-2008; o amante japonês; vozes íntimas; final feliz - novas crónicas para pais sobre filhos; o cavalo e o sentimento; pessoana - 2 volumes; gosto de ti como és; objectivos do milénio - vencer os medos; já cá não está quem falou; a leitura infinita - bíblia e interpretação; portugal e os portugueses; diário 1941-1943; livro vermelho dos vertebrados de portugal; anónimo transparente - uma interpretação gráfica de fernando pessoa; sabores judaicos - trás-os-montes; se não puder dançar esta não é a minha revolução - aspectos da vida de emma goldman; bartleby, escrita da potência seguido de bartleby, o escrivão; desenho, a transparência dos signos; estudos do labirinto seguido de a ideia religiosa do não-ser; quaresma, decifrador - as novelas policiárias; correspondências - vieira da silva por mário cesariny; filho pródigo; joão abel manta - caprichos e desastres; o heresiarca & c.ª; o inútil da família; mão direita do diabo; em portugal não se come mal; gatos comunicantes - correspondência entre vieira da silva e mário cesariny 1952-1985; a minha escola não é esta; o sentido da vida é só cantar; o marinheiro que perdeu as graças do mar; por cima do mundo; história da etiópia; a faca não corta o fogo; poemário 2009; diário 2009; culinário 2009; Diário 2009 fernando pessoa; caderno fernando pessoa; poemário 2009 fernando pessoa; aquilo sou eu/that is me; myra; requiem para d. quixote; aforismos - kafka; o festim da aranha; sob um falso nome; só o amor é digno e fé; fogo frio - o vulcão dos capelinhos; segredos culinários de maria callas - histórias, receitas e sabores; atlas das aves nidificantes em portugal; lapinha do caseiro.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal — Apresentação da 3.ª edição

A Assírio & Alvim convida-o(a) a assistir ao lançamento da 3.ª edição do Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal — Peixes Dulciaquícolas e Migradores, Anfíbios, Répteis, Aves e Mamíferos. A apresentação será feita por Jorge Palmeirim, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, e Henrique Pereira dos Santos, do Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade. No dia 25 de Setembro, quinta-feira, pelas 19.00h, na Livraria Assírio & Alvim — Rua Passos Manuel, 67B, Lisboa.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Novidades

Um novo livro de Paul Bowles, Por Cima do Mundo, e a reedição d'O Marinheiro que Perdeu as Graças do Mar, de Yukio Mishima, são as novidades da Assírio & Alvim, disponíveis nas livrarias a partir do dia 24:


Por Cima
do Mundo Paul Bowles
Tradução: David Antunes e Sara E. Eckerson



Edição brochada (240 pp)
Classificação: Romance
Colecção: O Imaginário
15 €

No terraço de um apartamento sofisticado sobre uma colina com vista para uma capital da América Central, quatro pessoas conversam amigavelmente. Os Slade, um casal de turistas americanos, são recebidos por um homem novo, de grande charme e beleza, que acabam de conhecer, e pela sua amante. Ali sentados, com bebidas na mão e a observar um pôr do sol invulgarmente belo, os Slade parecem estar a viver um daqueles momentos afortunados que povoam a imaginação de todos os viajantes. Mas entre a boa educação e a conversa trivial, um comentário revela-se profético — o anfitrião diz para a mulher americana: «— Não é bem o que você pensa.»
Neste romance Paul Bowles conduz-nos, com inigualável mestria, a um tortuoso labirinto de relações humanas situado por baixo de uma superfície de hospitalidade e luxo, até à constatação de que aquilo que, a princípio, parece ser um mero encontro casual, está na realidade enraizado no vício e no horror.


O Marinheiro que Perdeu as Graças do Mar
Yukio Mishima
Tradução: Carlos Leite


Edição brochada (184 pp)
Classificação: Novela
Colecção: O Imaginário
11 €


O Marinheiro que Perdeu as Graças do Mar é uma das mais breves e belas novelas da obra de Mishima. Há quem veja na sua trama uma representação simbólica da sociedade japonesa do pós-guerra conforme a radical visão do autor. Bem mais do que isso, é uma novela de rara beleza, erotismo, imprevisibilidade e de um radicalismo brutal. Noboru deslumbrou-se com a relação poética e erótica de sua mãe com o fascinante Ryuji, o marinheiro que carrega a grandeza, a glória, o brilho do mar e aquele boné com «a âncora ao centro do grande emblema em forma de lágrima [...] reflectindo o sol da tarde». Mas esta apaixonante relação sofrerá uma inesperada mudança. No exterior há um grupo organizado segundo um Chefe, com elementos precocemente militarizados. Rapidamente absorvem o confuso Noboru nos severos princípios da tradição japonesa. Não tarda que o marinheiro seja julgado por ter traído os valores fundamentais de idealismo, de beleza e de glória. Segundo os códigos do grupo, as contemplações são proibidas e qualquer cedência significaria a sobreposição do caos à ordem, como avisa o Chefe, ou, conforme diz, mais eufemisticamente, o último parágrafo do livro: «a glória, como vós sabeis, é uma coisa amarga».

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Descontos na Livraria Assírio & Alvim em Setembro

Em Setembro, a Livraria Assírio & Alvim faz novos
descontos, de 20% e 30%, nos livros de poesia e de fotografia.

Horário: de segunda a sábado, das 10h às 13h e das 14h às 19h
Localização: Rua Passos Manuel, 67 B — Lisboa

quarta-feira, 23 de julho de 2008

«Mão Direita do Diabo»

Disponíveis on-line, as primeiras 23 páginas da obra Mão Direita do Diabo, de Dennis McShade (pseudónimo do escritor português Dinis Machado). Na barra lateral esquerda ou aqui.

Relembramos que também está disponível on-line a introdução do livro O Inútil da Família (esta semana nas livrarias), do chileno Jorge Edwards. Leia-a aqui.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Descontos nos meses de Verão, na Livraria Assírio & Alvim...

Se for à nossa livraria (Rua Passos Manuel, 67 B — Lisboa) durante os meses de Julho e Agosto, encontrará descontos de 20% e 30% nos nossos livros de arte e de viagens.
Agora, juntamos uma nova promoção: nas próximas sextas-feiras e também nos sábados deste mês (dias 18 e 19 e 25 e 26 de Julho), todos os livros destas duas feiras têm um desconto de 50%. Aproveite!

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Manuel Clemente [1948]

Nasceu em Torres Vedras a 16 de Julho de 1948. É licenciado em História e Teologia e doutorado em Teologia Histórica. Em 1975 começou a leccionar na Universidade Católica Portuguesa, tornando-se depois director do Centro de Estudos de História Religiosa dessa instituição.
Em Junho de 1979 foi ordenado presbítero; vinte anos depois, em Novembro de 1999, foi nomeado Bispo Auxiliar de Lisboa, com o título de Pinhel, e em de Janeiro de 2000, ordenado na Igreja de Santa Maria de Belém (Jerónimos). Em 2007, o Vaticano nomeou-o Bispo do Porto. [...]

terça-feira, 15 de julho de 2008

Poemário

Poema de E.E. Cummings, no dia 15 de Julho de 2008 do Poemário Assírio & Alvim.
(clique na imagem para aumentar)

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Desenhos de Pedro Proença na Assírio & Alvim



Em exposição até dia 15 de Setembro na Galeria da Livraria Assírio & Alvim (Rua Passos Manuel, 67 B — Lisboa), 25 desenhos de Pedro Proença ou Crónica Gloriosa de Pancrácio Sisudo e Suas Sabidas Burrices (Acompanhado à concertina por badaladas meninas)

Novidade Assírio & Alvim para o Verão


Mão Direita do Diabo
Dennis McShade (Dinis Machado)



Edição brochada (176 pp)
Classificação: Romance policial
14 €



O livro que é uma porta aberta para o mundo secreto do crime organizado
, podia ler-se na capa da primeira edição desta Mão Direita do Diabo (nº 56 da Colecção Rififi, Editorial Ibis). Não era bem verdade, já que Peter Maynard podia ser um assassino profissional, mas trabalhava sozinho. Podia usar uma Beretta como qualquer outro, mas depois ouvia Mozart e Debussy. E lia Céline e Dos Passos. E citava John Huston e Howard Hawks. E até tinha uma consciência a quem tratava por tu em prolongados monólogos. Contudo, Dennis McShade também não era nada americano. Era o bem português Dinis Machado, o mesmo que, dez anos depois, surpreenderia a literatura com O Que Diz Molero. De maneira que, no fim, bate tudo certo.

Em menos de um ano, entre 1967 e 68, e sob o disfarce deste seu quase homónimo americano, publicaria ainda Requiem Para D. Quixote e Mulher e Arma com Guitarra Espanhola, livros que a Assírio & Alvim tem agora o prazer de reeditar, pela primeira vez para o público em geral, quarenta anos depois.

Um bom assassino profissional, Maynard, é como um bom actor, um bom político ou um bom vendedor de pentes. Importante é que se saiba o que se está a fazer, com eficiência. E, no teu caso, com sobriedade.

Dos monólogos maynardianos

sexta-feira, 4 de julho de 2008

«Crónicas Portuguesas/Chroniques Portugaises»

Crónicas Portuguesas/Chroniques Portugaises (160 pp.)
Autor: Georges Dussaud
Prefácio de Christine Dussaud
Colecção: Livros de Fotografia


Edição bilingue (português/francês)
40 €
Encadernado


As reportagens internacionais de Georges Dussaud, desde 1975 — Grécia, Portugal, Irlanda, Índia, Cuba, França — tornaram conhecidas as suas imagens daquele humanismo fotográfico tardio que a Magnum soube realizar e recolher e que revela na Agência RAPHO, de Paris, a que pertence desde 1986. São fotografias de um fotógrafo flanneur, viajante e vagabundo da fotografia directa mas profundamente subjectiva e, naturalmente a preto e branco. Fixou em Portugal a paisagem e os homens no seu modo peculiar, (que já foi comparado a Koudelka), onde cada imagem é enquadrada com o que a cultura do olhar sugere ao fotógrafo, geometrizante, dinâmica ou estática, emotivamente centrada na estranheza dos lugares e das expressões.


O autor
Fotógrafo e repórter, trabalha para a agência parisiense RAPHO desde 1986. Ficou conhecido pelas reportagens internacionais que começou a fazer em 1975, e que o levaram a países como Grécia, Índia e Cuba. Acompanhado da máquina fotográfica, capta, a preto e branco, os lugares e a estranheza que os habita. Expõe com regularidade o seu trabalho em França, Irlanda, Portugal, Brasil, México e Itália, fazendo parte de inúmeras colecções nestes países. Editou em Portugal os livros O Trás-os-Montes, Portugal e Índia, Portugal terra fria, Douro de cepas e fragas e Crónicas Portuguesas/Chroniques Portugaises.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

«Nota de Encomenda» — 3.º momento

Inauguramos hoje (pelas 18h30m) o 3.º momento da exposição «Nota de Encomenda», com trabalhos dos alunos do Ar.Co.
Visite-nos na Galeria da Livraria Assírio & Alvim (Rua Passos Manuel, 67 B — Lisboa), a partir das 18h30m.

– Nota de Encomenda –
18 de Junho a 5 de Julho

- 1.º Momento: 18, 19, 20 e 21 de Junho
André Maranha, António Bolota, João Oliveira, Raquel Vidal
Inauguração: dia 18, às 18h30m


- 2.º Momento: 25, 26, 27 e 28 de Junho Francisco Tropa, Lourenço Silveira, Maria Vidal, Rui Aleixo
Inauguração: dia 25, às 18h30m


- 3.º Momento: 2, 3, 4 e 5 de Julho

Maria Archer, Pedro Morais, Sérgio Dias, Tomás Maia
Inauguração: dia 2, às 18h30m

Projecto desenvolvido no Departamento de Escultura do Ar.Co. a partir das notas de encomenda de Raymond Roussel para as ilustrações de Novas Impressões de África.

Horário: de segunda a sábado, das 10h às 13h e das 14h às 19h
(encerrado aos domingos e feriados)

sábado, 28 de junho de 2008

Novidades Assírio & Alvim para este Verão

Brevemente disponíveis nas livrarias (a partir de dia 10 de Julho), dois novos livros:


O Inútil da Família
Jorge Edwards
tradução de Helder Moura Pereira



Edição brochada (416 pp.)
Classificação: Biografia com factos ficcionados
Preço: 25 €


Quando Jorge Edwards começou a escrever, em plena adolescência, num mundo que estava muito longe de o destinar à literatura, teve conhecimento de um parente próximo que ninguém referia na família, um fantasma, um marginal, um maldito da sua época: Joaquín Edwards Bello. Joaquín recebeu o Prémio Nacional de Literatura de Chile em 1943 mas a sua vida acidentada e aventureira, a sua paixão pelo jogo, o seu inconformismo e rebeldia social, naqueles anos escandalosa, já o tinham convertido numa lenda viva.
Jorge Edwards seguiu apaixonadamente a história deste seu tio avô. Joaquín, o tio Joaquín, conheceu os palacetes da América e da Europa mas cedo desceu ao fundo da noite: aos bares e tabernas de má sorte, aos prostíbulos e aos albergues clandestinos. Viveu uma vida acidentada entre Madrid, Paris, Valparaíso e Santiago. Porém, descobrindo semelhanças e contiguidades, tanto de origem como de biografia, o livro acaba por construir uma teia de múltiplas relações em que as duas vidas — e as duas obras — se fundem e entrelaçam.
O Inútil da Família é um extraordinário desfile de personagens, uma caixa de surpresas que nos transporta a mundos extremos e nos leva a assistir, por dentro, a um destino fora do comum, belo mas pleno de riscos e, sem dúvida, trágico.
Sobre o autor:
Jorge Edwards nasceu em 1931, no Chile. Estudou Direito e Filosofia, primeiro na Universidade de Santiago do Chile e depois em Princeton. Trabalhou como diplomata durante o governo de Salvador Allende, e como secretário de Pablo Neruda. Viveu no exílio em Espanha após o golpe de estado de Pinochet, regressando ao Chile no princípio dos anos 80. Actualmente Edwards dedica-se à escrita, ao ensaio e ao jornalismo, assinando uma coluna no El País. Tem vindo a receber diversos prémios pela sua obra literária, entre eles o Prémio Cervantes e o Prémio Nacional de Literatura de Chile. Já em 2008 foi galardoado com o prestigiante Prémio Planeta Casa América pela sua novela A Casa de Dostoiévskii, a publicar brevemente.



O Heresiarca e C.ª
Guillaume Apollinaire
tradução de Aníbal Fernandes



Edição brochada (224 pp.)
Classificação: Contos
Preço: 14 €


Guillaume Apollinaire: audacioso nos temas, na versificação, na sintaxe, «primeiro poeta moderno» — afirmou-se muitas vezes sem contestação.
Mas também escreveu prosa: frequentou as margens do erotismo pornográfico, do romance histórico com os brilhos do exotismo, livros de género inclassificável, como L'Enchanteur Pourrissant, La Femme Assise, Le Poète Assassiné. Quando publicou O Heresiarca & C.ª, o seu mais logrado livro de contos, incomodou as realidades do quotidiano com visões fantásticas e cruéis, leu os dogmas católicos de forma irónica e traiçoeira, tudo dissolveu em atmosferas turvas para um desfile de assassinos candidatos à canonização, falsos messias, devotos blasfemos, bêbados luxuriosos, santos heterodoxos…
Supôs-se, em 1910, que este livro destiná-lo-ia ao Prémio Goncourt, mas naufragou nas últimas
voltas da votação. De vida, iam restar-lhe oito anos: os que viveu como era de há muito seu hábito, em mansardas de Paris, fogoso nos amores, inovador em versos, até à guerra que lhe pôs na cabeça trepanada uma estrela, até à gripe fatal, a «espanhola», a «pneumónica», que o matou e enterrou no Père-Lachaise em Novembro de 1918.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

«Desenho, A Transparência dos Signos»


Pedro A. H. Paixão
Desenho, A Transparência dos Signos
Assírio & Alvim, 2008, 120 págs., 10 €







«Estes estudos sobre a teoria do desenho, embora rigorosos, não são apenas um mero ensaio técnico, mas uma incursão ilustrada sobre o "desenhável" (do desenho da infância à "ciência" de desenhar), num percurso de transparência e magia que conduz o leitor a Aristóteles e a Dante ("Vita Nuova"), assim como à arte renascentista, para afirmar o desenho como "a anunciação de uma terra ou matéria que eternamente, em nós, nos espera".»



in Expresso, 13 de Junho de 2008.