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quinta-feira, 24 de abril de 2014

Estilhaços, lâminas, sangue


«Estilhaços, lâminas, sangue», um texto de Pedro Eiras sobre «O Vidro», de Luís Quintais. Já disponível n'A Phala online:

https://phala.wordpress.com/2014/04/23/estilhacos-laminas-sangue/

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Para ler, n'A Phala online


sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

«Riscos são da Liberdade»

«É-me mais fácil dizer por escrito como me aproximei do continente que é O Sangue por um Fio. Por escrito sou mais exacta, mais precisa no que quero dizer. E neste pequeno grande livro, muitas coisas são ditas com uma exactidão e precisão de lâmina. Não posso, por isso, falar aos tropeções de uma matéria tão sensível. Uma advertência: não farei o que seria natural a uma admiradora antiga do Sérgio Godinho, que sou. Não farei uma incursão no universo das canções, não farei aproximações, não direi: isto também está nas letras de canções nas quais nos revemos, se revê o país, se reconhece um tempo. As letras que irão constar como "sentimento de uma nação" quando se falar do que é e sente um tempo e um povo.»


Texto de Anabela Mota Ribeiro que pode continuar a ler n'A Phala.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

A Phala Encadernada - Vol. 4

Pouco depois do lançamento de A Phala online, temos agora o prazer de anunciar o lançamento do quarto e último número de A Phala Encadernada, numa tiragem de apenas 60 exemplares. Este volume reúne os números 61 a 100 e todos os respectivos suplementos. Com estas 600 páginas encerra-se assim a encadernação de todos os exemplares publicados de A Phala. Custa 140 € e pode ser adquirida na Livraria Assírio & Alvim (Rua Passos Manuel, 67-B, 1150-258 Lisboa).

segunda-feira, 6 de julho de 2009

O Regresso de A Phala

A voz pública tem a teimosia como um defeito; crismada perseverança torna-se uma virtude.

Por teimosia (ou perseverança) A Phala regressa.

Concebida em 1986 por Manuel Hermínio Monteiro, prosseguiu, nesse formato inicial, até 2003. De periodicidade irregularmente trimestal foi assegurando o interesse dos leitores. Instrumento, sem dúvida, da construção da editora que a Assírio & Alvim era e da sua evolução, foi bastante mais que isso. Procurou (e é grato pensar que conseguiu) ser observador atento e agente de divulgação do que a cultura portuguesa ia produzindo – em particular da poesia escrita em português ou em português vertida. A que na altura era escrita e publicada e  aquela que tinha de ser recuperada e promovida.

A certa altura, este projecto, na forma que adquiriu, pareceu esgotar-se. À procura de um modelo mais ambicioso, menos rotineiro, A Phala sofreu uma transformação, na forma e no conteúdo. O primeiro número foi publicado, com o privilégio de, até agora, se ter revelado único.

Mudam-se os tempos… (que não as vontades) e teimosamente A Phala regressa, adaptada  às novas formas de comunicação. Os objectivos são os mesmos. Deseja-se que a qualidade seja a mesma e mereça, de novo, a atenção de antigos leitores e a nova atenção de outros.

José Alberto Oliveira

A Phala online, disponível a partir de hoje em phala.wordpress.com.