quarta-feira, 2 de junho de 2010

E o Porto aqui tão perto

terça-feira, 1 de junho de 2010

Assírio & Alvim na Feira do Livro do Porto

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Dinis Machado faria hoje 80 anos

© rabiscos vieira
Dinis Machado faria hoje 80 anos. Com a devida vénia aqui reproduzimos o desenho que Pedro Vieira, do Irmão Lúcia, «rabiscou» para assinalar a data e recordar o escritor.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Feira do Livro de Lisboa (e a do Porto já tão perto!). Ainda o debate sobre um prolongamento que acabou empatado... e outras questões

Perguntava, há dias, uma nossa amiga do Facebook: «Não percebo: não é bom que a Feira do Livro se prolongue? Para todos?»

E nós respondemos: «Sim, é bom para os leitores e nós também gostamos muito de estar nas Feiras do Livro e de conviver com os leitores dos livros que editamos, mas não há contradição nisto [em sermos contra o prolongamento].
A Feira do Livro de Lisboa tinha sido marcada, anunciada e organizada pelos participantes com um determinado número de dias e há que ser rigoroso nestas coisas, não acha? Faça chuva ou faça sol, risco que se corre em eventos realizados ao ar livre, onde achamos que a Feira (Festa) do Livro se deve manter.
No mundo do livro e da leitura há vários intervenientes e, entre eles, os livreiros (e há-os muito bons por esse país fora) ocupam um lugar muito importante. Há, pois, que ter muito cuidado com comportamentos que ponham em causa a sobrevivência de uma boa rede de livrarias, indispensável ao enriquecimento e progresso [cultural e económico] do nosso país.»

E acrescentávamos, numa outra troca de impressões: «Dissemos NÃO ao prolongamento da Feira do Livro de Lisboa, bem como à happy hour, por respeito aos livreiros com quem sempre contámos e queremos continuar a contar. Somos dos que acham que aquilo que é mau para os livreiros não é bom para os editores, evidência que ainda escapa a muita gente dos livros. Estivemos no seu prolongamento (que acabou empatado) apesar do mail da APEL a "permitir" (!) que fechássemos antes da nova data de encerramento, pelo muito respeito que nos merecem os nossos leitores.»

Neste momento há um debate a correr em vários blogues, entre eles os das livrarias Pó dos Livros, A das Artes e Trama, e ainda no Isto Não Fica Assim!, do Encontro Livreiro, no Cadeirão Voltaire, de Sara Figueiredo Costa, na Frenesi, no Irmão Lúcia, de Pedro Vieira, e no Chapéu e Bengala, de Manuel Medeiros, o «Livreiro Velho».
Achamos que este é um debate necessário e urgente. Seguimo-lo com muito interesse e apelamos a que outros entrem num DEBATE que deve dar corpo e sequência ao PROTESTO e que, para além do prolongamento, pense outras questões, como a duração da Feira do Livro (não seriam suficientes 9, 10 dias?), as datas das feiras de Lisboa e Porto (não é já claro que estas datas não servem?), a proliferação de feiras que praticam descontos escandalosos em livros acabados de chegar às livrarias, a aplicação da Lei do Preço Fixo, etc., etc., um sem fim de questões que pedem, há muito, solução.
A solução dos problemas do livro e da leitura em Portugal exige a ultrapassagem de uma visão maniqueísta que alija responsabilidades e aponta o dedo e apenas vê o argueiro no olho do outro. E se olhássemos, por momentos, para dentro e nos perguntássemos o que temos feito nós para a encontrar? Fica a pergunta.

Post Scriptum em 29 de Maio de 2010: No Actual /Expresso de hoje (p. 34) António Guerreiro escreve «Sobre o arraial das livrarias e a Feira do Livro». Uma opinião a ter em conta e a engrossar um debate necessário e urgente. Não resistimos a reproduzir a última frase: «Esta coisa do mercado dos livros afeiçoou-se primeiro ao espectáculo e já vai, como é visível, no espectáculo grotesco.»

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Feira do Livro Manuseado — 2010

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Começa já amanhã a «Feira do Livro Manuseado», promovida anualmente pela Assírio & Alvim. São na sua maior parte óptimos livros, maculados apenas por uma ou outra pequena mancha ou ligeira imperfeição e por isso, por isso apenas, vendidos a preços tão baixos que nem a crise será uma desculpa para não os ler.

Visite-nos até 10 de Julho na Rua Passos Manuel, 67-b, em Lisboa, ou na Assírio & Alvim Livros, no Chiado, e encontre também livros esgotados, fora do mercado, cartazes da editora, postais e muitas outras surpresas.

Locais e Horários:

Livraria Assírio & Alvim; Rua Passos Manuel, 67-B, Lisboa: de segunda a sexta-feira das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00.

Assírio & Alvim livros, no Chiado, com entrada pela Rua Garrett n.º 10 ou pela Rua do Carmo n.º 29: de segunda a sexta-feira das 15h00 às 19h00 e aos sábados das 12h00 às 19h00.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Alfredo Saramago § 10/05/1938 — 25/05/2008

O prazer do imaginário


Ouvi uma pessoa, com responsabilidades na análise social contemporânea, proclamar com pose eclesial que o mundo moderno apoiado nas avançadas tecnologias já não se compadece do imagi­nário. Não gostei de ouvir. Primeiro por uma razão que sei que é ridícula, mas que não posso evitar: não gosto da palavra compadece. Há bengalas de linguagem que me cansam e, tal como o é assim, ou seja, e algumas outras, o compadece maça-me. Não gostei da forma e menos gostei do conteúdo porque a afirmação é totalmente desprovida de sentido.
Vi em França um filme publicitário que se passava numa cidade futurista onde milhares de soldados com caras de aço despejavam computadores nas praças públicas, queimando-os perante o olhar assustado e revoltado da multidão que assistia. Uma voz grave, em off, dizia: uns quiseram queimar os livros, outros talvez pretendam queimar a Internet.
Este filme publicitário não tem como único objectivo realçar a vantagem de uma assinatura da Internet, tem intenção, também, de despertar o imaginário do telespectador para uma estética de filme de ficção científica, para uma lembrança dos autos-de-fé inquisitoriais e, mais recentemente, para as grandes fogueiras de livros organi­zadas pelos nazis. Tudo isto tendo como pano de fundo uma utopia – a Internet –, fundada na liberdade, na transparência e na troca universal.
Esse filme ensina-nos que o imaginário, normalmente associado à ilusão e à divagação, está no cerne das representações da técnica. Este exemplo também nos deixa despertos para o papel e a omnipresença do imaginário nas sociedades ditas modernas e racionais. As sociedades modernas construíram-se à volta de novas formas de imaginário, fundadas sobre os mitos do Progresso e da aspiração à feli­cidade. Desta forma, as novas tecnologias parecem ter realizado milagres oferecendo-nos, entre outras coisas notáveis, a liberdade – o robot e o computador libertaram-nos de constrangimentos domésticos –, a inteligência – o conhecimento universal através dos sistemas e bases de dados –, a convivialidade – a aldeia global da Internet –, a imortalidade – o audiovisual permite-nos gravar tudo.
As ciências humanas têm-se dado ao trabalho de mostrar o carácter universal do imaginário como modo de apreensão do mundo porque o imaginário, como dizia André Breton, é tudo o que tende vir a ser real. É necessário prestar atenção ao nosso imaginário, ter prazer no fulgor da nossa imaginação e deixar morrer o conceito que associava os mitos, as lendas, as ficções e as utopias a um território, se não fútil, pelo menos relacionado com fantasias e elucubrações. O imaginário está em todo o lado, nos nossos amores, nos nossos alimentos, nas viagens, etc., e faz parte da bagagem cognitiva do homem. Os sonhos têm servido de base a projectos, as ficções podem ser consideradas como referências culturais de uma sociedade, os mitos sociais contribuíram para sedimentar saberes dessa mesma sociedade e as utopias têm constituído alavancas para as modificar e melhorar.
O imaginário é como um museu de imagens, sejam elas passadas, possíveis, já realizadas ou a realizar e pode manifestar-se em todas as ocasiões, seja nos sonhos, nos delírios, nas visões ou mesmo nas alucinações. O homem não pode viver sem imaginário, sem o prazer do imaginário porque ele é, antes de tudo, um antídoto do medo, principalmente do medo da morte porque, felizmente ou infelizmente, o homem é o único animal a ter consciência dela.

sábado, 22 de maio de 2010

Livros do Dia § 22 e 23/05/2010

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Obra Essencial de Fernando Pessoa, Volume VI; Poesia Inglesa, de Fernando Pessoa
Preço de Catálogo: 22,50 € Preço de Livro do Dia: 13,50 €
Obra Essencial de Fernando Pessoa, os 7 Volumes
Preço de Catálogo: 157,50 € Preço de Livro do Dia: 94,50 €
O Medo, de Al Berto
Preço de Catálogo: 40 € Preço de Livro do Dia: 24 €
Uma Grande Razão, de Mário Cesariny
Preço de Catálogo: 14 € Preço de Livro do Dia: 8 €



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Obra Essencial de Fernando Pessoa, Volume I; Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa
Preço de Catálogo: 22,50 € Preço de Livro do Dia: 13,50 €
Obra Essencial de Fernando Pessoa, os 7 Volumes
Preço de Catálogo: 157,50 € Preço de Livro do Dia: 94,50 €
Livro do Desassossego, composto por Bernardo Soares
Preço de Catálogo: 36 € Preço de Livro do Dia: 21 €
Ofício Cantante, de Herberto Helder
Preço de Catálogo: 48 € Preço de Livro do Dia: 28 €

sexta-feira, 21 de maio de 2010

João Bénard da Costa § 7/2/1935 — 21/5/2009

O DIVINO BÉNARD


Divino no sentido de divo, que ele sem o ser plenamente foi, com o seu porte de velho senhor, o mesmo riso de demiurgo que quase juramos haver já visto fixado pelos romanos em alguma estatuária, o brilho hiperbólico, a inteligência analogamente intensa, o timbre cavo, a curiosidade, a coquetterie, o enigma e, por fim, surpreendentemente ou não, a inocência.
E divino também no sentido literal, na medida em que essa era a natureza do seu olhar. Quando João Bénard explicava aos incautos (os mesmos que, sem o saber ou dizer, chegam tão cautos) que o seu tempo não era este, não era o deles, era o da maria cachucha, que reivindicava ele? Uma imperdoável apostasia: a de um contemporâneo que se coloca na pré-história.
O seu tempo era aquele em que o homem que pensa não é apenas o sábio, mas também vidente e profeta. Foi assim que Epiménedes de Creta teve o privilégio de ver a verdade (aletheia) com os próprios olhos. E Moisés entreviu a Deus pelas costas. Foi assim que na tradição persa o termo verdade (Rta) se alargou a um extensivo de possibilidades semânticas: a exactidão, mas também a mecânica que assegura o retorno da aurora, a oração litúrgica, a ordem e o direito. A verdadeira diagnose é esta que não teme, mas religa o que apressadamente declaramos como antinomias: Deus e os homens, o visível e o invisível, o eterno e o mortal, o permanente e o mutável, o forte e o fraco, o puro e o híbrido, o seguro e o incerto.

A escrita de Bénard, costurada em digressões permanentes, parêntesis e alvéolos, mostra, além disso, como a palavra é inseparável da memória. Nos ambientes gregos inspirados, ela era tida por omnisciência de carácter divinatório, expressa no mantra: «o que é, o que será, o que foi». Nos meios judaicos e cristãos, era interpretada pelo binómio profecia e cumprimento. A memória não é apenas o suporte da palavra: é, sobretudo, a potência (poética, maiêutica…) que confere ao verbo o seu estatuto de significação máxima.

«Serás o que Deus é», escreveu o místico Silesius.

José Tolentino Mendonça

Livros do Dia § 21/05/2010

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Obra Essencial de Fernando Pessoa, Volume VI; Poesia Inglesa, de Fernando Pessoa
Preço de Catálogo: 22,50 € Preço de Livro do Dia: 13,50 €
Obra Essencial de Fernando Pessoa, os 7 Volumes
Preço de Catálogo: 157,50 € Preço de Livro do Dia: 94,50 €
Fotobiografia [catálogo raisonné], de Amadeo de Souza Cardoso
Preço de Catálogo: 40 € Preço de Livro do Dia: 24 €
O Livro de Horas, de Rainer Maria Rilke
Preço de Catálogo: 22 € Preço de Livro do Dia: 13 €

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Livros do Dia § 20/05/2010

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Obra Essencial de Fernando Pessoa, Volume V; Prosa Íntima e de Autoconhecimento, de Fernando Pessoa
Preço de Catálogo: 22,50 € Preço de Livro do Dia: 13,50 €
Obra Essencial de Fernando Pessoa, os 7 Volumes
Preço de Catálogo: 157,50 € Preço de Livro do Dia: 94,50 €
Poesias Completas, de Alexandre O'Neill
Preço de Catálogo: 33 € Preço de Livro do Dia: 20 €
Já Cá Não Está Quem Falou, de Alexandre O'Neill
Preço de Catálogo: 18 € Preço de Livro do Dia: 10 €

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Livros do Dia § 19/05/2010

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Obra Essencial de Fernando Pessoa, Volume IV; Poesia dos Outros Eus, de Fernando Pessoa
Preço de Catálogo: 22,50 € Preço de Livro do Dia: 13,50 €
Obra Essencial de Fernando Pessoa, os 7 Volumes
Preço de Catálogo: 157,50 € Preço de Livro do Dia: 94,50 €
Diário 1941-1943, de Etty Hillesum
Preço de Catálogo: 22 € Preço de Livro do Dia: 13 €
Cartas 1941-1943, de Etty Hillesum
Preço de Catálogo: 18 € Preço de Livro do Dia: 10,80 €

Mário de Sá-Carneiro [Lisboa, 19 de Maio de 1890 - Paris, 26 de Abril de 1916]

Nascido em Lisboa em 19 de Maio de 1890, Mário de Sá-Carneiro viveu a sua infância e adolescência de forma angustiada e solitária. Matriculou-se na Faculdade de Direito de Coimbra em 1911, mas não chegou a completar o primeiro ano, decidindo posteriormente ir para Paris, para a Sorbonne, com um objectivo semelhante, que novamente não viu realizado, não chegando a acabar o curso, devido aos problemas mentais e materiais que atravessou.
Foi, juntamente com Fernando Pessoa e Almada Negreiros, entre outros, um poeta de Orpheu, a conhecida revista portuguesa divulgadora das vanguardas artísticas e literárias de inícios do século XX que tanto choque e entusiasmo provocou em Lisboa no seio das elites cultas. No entanto, o seu estado mental deteriorava-se cada vez mais, situação que culminou com o seu suicídio, em 1916, no momento em que o terceiro número do Orpheu estava pronto para ser publicado.
A escrita de Sá-Carneiro, maravilhosamente profunda e reflexiva, é marcada por um tom intimista, assim como pela sua neurose e dilemas existenciais. São várias as obras da sua autoria publicadas pela Assírio & Alvim, entre as quais se encontram A Confissão de Lúcio e Céu em Fogo.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Livros do Dia § 18/05/2010

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Obra Essencial de Fernando Pessoa, Volume III; Prosa Publicada em Vida, de Fernando Pessoa
Preço de Catálogo: 22,50 € Preço de Livro do Dia: 13,50 €
Obra Essencial de Fernando Pessoa, os 7 Volumes
Preço de Catálogo: 157,50 € Preço de Livro do Dia: 94,50 €
Portugal e os Portugueses, de Manuel Clemente
Preço de Catálogo: 12 € Preço de Livro do Dia: 7,20 €
1810-1910-2010 · Datas e Desafios, de Manuel Clemente
Preço de Catálogo: 10 € Preço de Livro do Dia: 6 €

Ian Curtis (15/7/1956 - 18/5/1980)

Rui Xaruto [18 de Maio de 2010]
em jeito de homenagem, 30 anos depois

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Livros do Dia § 17/05/2010

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Obra Essencial de Fernando Pessoa, Volume II; Poesia do Eu, de Fernando Pessoa
Preço de Catálogo: 22,50 € Preço de Livro do Dia: 13,50 €
Obra Essencial de Fernando Pessoa, os 7 Volumes
Preço de Catálogo: 157,50 € Preço de Livro do Dia: 94,50 €
Anos 70 · Poemas Dispersos, de Alexandre O'Neill
Preço de Catálogo: 14 € Preço de Livro do Dia: 8 €
Os Passos em Volta, de Herberto Helder
Preço de Catálogo: 15 € Preço de Livro do Dia: 9 €

sábado, 15 de maio de 2010

Livros do Dia § 15 e 16/05/2010


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Livro do Desassossego, 8.ª edição, composto por Bernardo Soares
Preço de Catálogo: 36 € Preço de Livro do Dia: 21 €
Poesia 1931-1935 e não datada, de Fernando Pessoa
Preço de Catálogo: 38 € Preço de Livro do Dia: 22 €
Cataplana Experience, de Fátima Moura
Preço de Catálogo: 38 € Preço de Livro do Dia: 30 €
Cozinha Indo-Portuguesa, de Maria Fernanda Noronha da Costa e Sousa
Preço de Catálogo: 21 € Preço de Livro do Dia: 12,5 €



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Colecção Obra Essencial de Fernando Pessoa, Vol. I: Livro do Desassossego, de Bernardo Soares
Preço de Catálogo: 22,50 € Preço de Livro do Dia: 13,50 €
Quaresma, Decifrador · As Novelas Policiárias, de Fernando Pessoa
Preço de Catálogo: 28 € Preço de Livro do Dia: 16 €
O Processo, de Franz Kafka
Preço de Catálogo: 20 € Preço de Livro do Dia: 12 €
Os Contos · 1.º Volume, de Franz Kafka
Preço de Catálogo: 22 € Preço de Livro do Dia: 13 €


Mais logo, pelas 18h30, Pedro Strecht estará presente na Feira do Livro de Lisboa, junto aos pavilhões da Assírio & Alvim, para uma sessão de autógrafos.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Pedro Strecht, na Feira do Livro

Amanhã Pedro Strecht estará presente na Feira do Livro de Lisboa, junto aos pavilhões da Assírio & Alvim, para autografar os seus livros.

Livros do Dia § 14/05/2010

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Poesia 1918-1930, de Fernando Pessoa
Preço de Catálogo: 32 € Preço de Livro do Dia: 19 €
Diário 1941-1943, de Etty Hillesum
Preço de Catálogo: 22 € Preço de Livro do Dia: 13 €
O Marinheiro Que Perdeu as Graças do Mar, de Yukio Mishima
Preço de Catálogo: 11 € Preço de Livro do Dia: 7 €
Cozinha Algarvia, por Alfredo Saramago
Preço de Catálogo: 35 € Preço de Livro do Dia: 21 €

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Livros do Dia § 13/05/2010

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Sonetos de Luís de Camões, escolhidos por Eugénio de Andrade
Preço de Catálogo: 12 € Preço de Livro do Dia: 7 €
Colecção Obra Essencial de Fernando Pessoa, Vol. VII: Cartas, de Fernando Pessoa
Preço de Catálogo: 22,50 € Preço de Livro do Dia: 13,50 €
Poesias Completas, de Alexandre O'Neill
Preço de Catálogo: 33 € Preço de Livro do Dia: 20 €
O Templo Dourado, de Yukio Mishima
Preço de Catálogo: 16 € Preço de Livro do Dia: 10 €

terça-feira, 11 de maio de 2010

Livros do Dia § 11/05/2010

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Colecção Obra Essencial de Fernando Pessoa, Vol. V: Prosa Íntima, de Fernando Pessoa
Preço de Catálogo: 22,50 € Preço de Livro do Dia: 13,50 €
Photomaton & Vox, de Herberto Helder
Preço de Catálogo: 15 € Preço de Livro do Dia: 9 €
Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal
Preço de Catálogo: 45 € Preço de Livro do Dia: 27 €
Portugal e os Portugueses, de Manuel Clemente
Preço de Catálogo: 10 € Preço de Livro do Dia: 6 €