terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Um livro é sempre novidade... (5)


  ...
para cada leitor que o descobre, que o lê ou que o relê.

Por isso recordamos aqui, através das capas, os livros Assírio & Alvim, novidades e reedições, produzidos em 2011. Desta colheita anual, cabe ao leitor fazer a sua selecção. Procure-os na sua livraria.


978-972-37-1304-6

978-972-37-1395-4

978-972-37-1569-9

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Um livro é sempre novidade... (4)


... para cada leitor que o descobre, que o lê ou que o relê.

Por isso recordamos aqui, através das capas, os livros Assírio & Alvim, novidades e reedições, produzidos em 2011. Desta colheita anual, cabe ao leitor fazer a sua selecção. Procure-os na sua livraria.

 


«Histórias de Monserrate» é lançado mais logo, ao fim da tarde, na livraria Assírio & Alvim, no Chiado


{Para mais informações, clicar na imagem}

Assírio & Alvim Livros 
[ Pátio do Siza — Chiado, Lisboa ]
entrada pela Rua Garrett 10 ou pela Rua do Carmo 29


domingo, 4 de dezembro de 2011

Um livro é sempre novidade... (3)


... para cada leitor que o descobre, que o lê ou que o relê.

Por isso recordamos aqui, através das capas, os livros Assírio & Alvim, novidades e reedições, produzidos em 2011. Desta colheita anual, cabe ao leitor fazer a sua selecção. Procure-os na sua livraria.



sábado, 3 de dezembro de 2011

Um livro é sempre novidade... (2)


... para cada leitor que o descobre, que o lê ou que o relê.

Por isso recordamos aqui, através das capas, os livros Assírio & Alvim, novidades e reedições, produzidos em 2011. Desta colheita anual, cabe ao leitor fazer a sua selecção. Procure-os na sua livraria.






sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Um livro é sempre novidade... (1)


... para cada leitor que o descobre, que o lê ou que o relê.

Por isso recordamos aqui, através das capas, os livros Assírio & Alvim, novidades e reedições, produzidos em 2011. Desta colheita anual, cabe ao leitor fazer a sua selecção. Procure-os na sua livraria.









quarta-feira, 30 de novembro de 2011

«Cansa tanto viver! Se houvesse outro modo de vida!...»

Fernando António Nogueira Pessoa 
[Lisboa, 13 de Junho de 1888 — Lisboa, 30 de Novembro de 1935]

A 30 de Novembro de 1943, a Cruz Vermelha comunicou a sua morte em Auschwitz



A 9 de Março de 1941, quando Esther (Etty) Hillesum começou a escrever, no primeiro dos oito cadernos de papel quadriculado, o texto que viria a ser o seu Diário, estava-se longe de pensar que começava aí uma das aventuras literárias e espirituais mais significativas do século. Ela tinha vinte e sete anos de idade e morreria sem ter feito trinta.




A 30 de Novembro de 1943, a Cruz Vermelha comunicou a sua morte em Auschwitz.

Mark Twain



Samuel Langhorne Clemens nasceu a 30 de Novembro de 1835, no Missouri. Morreu em 21 de Abril de 1910 em Redding, Connecticut.

 



O Homem que Corrompeu Hadleyburg
Tradução de José Alberto Oliveira
Colecção «O Imaginário» - ISBN:
9789723708165
 

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Um Natal com Muitos Livros


A árvore de Natal da Assírio & Alvim está em plena construção e, como não podia deixar de ser, está repleta de livros. Nesta quadra natalícia a Assírio & Alvim livros, no Chiado, estará aberta durante todos os feriados do mês de Dezembro, exceptuando o dia 25, mantendo o horário regularmente praticado, de segunda-feira a domingo*. A Livraria Assírio & Alvim na Rua Passos Manuel estará aberta ao público nos sábados 17 e 24 de Dezembro. A Assírio & Alvim deseja a todos um óptimo Natal de 2011, repleto de livros, como a sua árvore.

*Assírio & Alvim Livros — Pátio Siza, ao Chiado, com entrada pela Rua Garrett n.º 10 e pela Rua do Carmo n.º 29 § de segunda a sexta: 12h00-19h00; sábado: das 10h00-19h00; domingo: das 15h00-19h00 /// Livraria Assírio & Alvim — Rua Passos Manuel, 67-b, 1150-258 Lisboa § de segunda a sexta: 10h00-13h00 e das 14h00-19h00 e sábados 17 e 24 de Dezembro das 10h00-13h00 e das 14h00-19h00.

Histórias de Monserrate - lançamento

Foto Eduardo Veloso
(clicar na imagem para a aumentar)

A Assírio & Alvim e a Associação de Amigos de Monserrate
anunciam o lançamento do livro

HISTÓRIAS DE MONSERRATE

com textos de Jorge de Oliveira e Sousa, José Lima, Amadeu Lopes Sabino, Paulo Castilho
e fotografias de Eduardo Veloso

dia 5 de dezembro, segunda-feira, pelas 18h30
na Livraria Assírio & Alvim


A apresentação será feita pela historiadora Dr.ª Teresa Rebelo

na presença dos autores,
do Prof. António Lamas (Presidente do Conselho de Administração 
dos Parques de Sintra-Monte da Lua)
e da Dr.ª Dinah Azevedo Neves (Presidente da Associação 
de Amigos de Monserrate)

Assírio & Alvim Livros (Pátio do Siza — Chiado)
entrada pela Rua Garrett 10 ou pela Rua do Carmo 29
segunda a sexta: 12h-19h | sábado: 10h-19h | domingo: 14h-19h

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

João Barrento e Jorge Vaz de Carvalho vencem Prémio PEN Clube de Ensaio




Decorrerá hoje a cerimónia de entrega dos Prémios Pen Clube Português, a partir das 18h30 nas instalações da Sociedade Portuguesa de Autores — Auditório Carlos Paredes. Na modalidade de Ensaio o prémio foi este ano atribuído, ex aequo, a dois livros publicados pela Assírio & Alvim: O Género Intranquilo — anatomia do ensaio e do fragmento, de João Barrento, e Jorge de Sena — Sinais de Fogo como romance de formação, de Jorge Vaz de Carvalho. O júri que atribuiu este prémio foi composto por Maria João Reynaud, Álvaro Manuel Machado e Fernando Cabral Martins. 

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

OUTRA VEZ NÃO. EDUARDO BATARDA

CATÁLOGO
 Fundação de Serralves / Fundação EDP / Assírio & Alvim

ISBN 978-972-37-1621-4


Inauguração da Exposição
no Museu de Serralves

2
5 de Novembro de 2011, das 22h00 às 24h00

Entrada livre para a inauguração

Esta exposição antológica é também uma ocasião para incentivar o conhecimento da obra de Eduardo Batarda junto de públicos mais vastos e contribuir para um maior entendimento e discussão dos seus pressupostos críticos, visuais e conceptuais. Com efeito, a recepção da obra de Batarda tem constituído uma evidência de um curioso paradoxo, infelizmente não tão pouco frequente no nosso país: sendo um dos mais conhecidos artistas portugueses, Batarda é também um dos menos conhecidos. Por um lado, trata-se de um artista representado em numerosas colecções institucionais e particulares, as suas exposições individuais têm acontecido com regularidade, a sua actividade como professor foi referencial para mais de uma geração de jovens artistas, as suas colaborações em filmes e peças de teatro, assim como a sua actividade de ilustrador, foram marcantes em momentos muito singulares da cultura portuguesa, a sua longínqua actividade crítica ainda hoje pode ser lembrada como exemplar de uma interrogação da obra de arte objectiva e subjectivamente leal, frontal e explícita num contexto onde raras são as vozes que assim se exprimem. No entanto, a obra de Eduardo Batarda é ainda um universo onde são raras as tentativas de interpretação que o desvendem, onde os mal-entendidos sobre diferentes períodos e formas da sua manifestação se acumulam; também o confronto com obras de outros artistas em exposições colectivas escasseia e a circulação internacional do seu trabalho pouco acontece. O próprio artista tem vindo frequentemente a assinalar, de modo algo hiperbólico e mordaz, quer nas suas pinturas, quer em vários textos escritos para diversos momentos de apresentação, a sua admiração pela manifestação deste paradoxo que atinge a recepção da sua obra.

[Excerto da Apresentação de João Fernandes (Director do Museu de Arte Contemporânea de Serralves) e de José Manuel dos Santos (Director Cultural da Fundação EDP)]


A obra de Eduardo Batarda assume-se como um desafio: como interpretar a pintura e as suas imagens, referências e comentários? “Outra vez não. Eduardo Batarda”, que se apresenta no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, é uma ocasião para conhecer melhor o trabalho de um pintor singular, desde as primeiras obras da década de 1960 até aos quadros realizados em 2011.
Co-produzida entre a Fundação de Serralves e a Fundação EDP, a mostra (25-XI-2011 a 11-III-2012) assinala a atribuição ao artista do Grande Prémio EDP Arte em 2007.
Comissariado: João Fernandes e João Pinharanda; Produção: Fundação de Serralves; Mecenas Exclusivo da Exposição: Fundação EDP.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Maria Gabriela Llansol nasceu há 80 anos


{24 de Novembro de 1931 - 3 de Março de 2008}



   «Volto ao dia 26, sábado, dia em que celebrei o meu aniversário - 24 de Novembro. A. e eu tínhamos combinado uma conversa para o almoço. Nem absolutamente necessária, nem absolutamente desnecessária.
[...]
   trabalho e escrevo. Na minha mocidade poderia ter aprendido a coser, a fazer vestidos. Não aprendi. Escrever era talvez preferível. No plano de outra ordenação das coisas, seria talvez o mesmo.»


Maria Gabiela Llansol, "27 de Novembro de 1977, domingo", Um Arco Singular - Livro de Horas II.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Ofício Cantante


e tu viras vibrantemente a cabeça
e entre a tua cabeça e a minha cabeça a luz é tratada
segundo a maravilha


Diário Assírio & Alvim 2012

978-972-37-1611-5
Propostas, fragmentos para reter a passagem do olhar. Pretextos para desvendar o que os dias têm de efémero, onde somos visitas e viajantes. A imaginação exige espaço, o passo demorado que se alonga, procurando atrasar a passagem do tempo. Hoje uma sugestão, depois outra. Poder voltar atrás, sempre que se quiser.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Culinário Assírio & Alvim 2012


978-972-37-1603-0
Um calendário para desfolhar ao sabor dos dias, e recheado de surpreendentes receitas e sugestões gastronómicas. Em formato encadernado.

Acabadinho de fazer
[…]
Dir-se-á que há guisados, feijoadas, sopas e outras coisas que melhoram — ou que podem ser aquecidas sem prejuízo. Pois eu não concordo e denuncio essa posição, inventada pela indústria de restauração e pelo espírito pragmático da vida moderna. E declaro o seguinte: tudo é melhor quando tem a temperatura e a idade com que acabou de fazer-se.
A sopa acabada de fazer, o «daube», até o escabeche… são melhores. O escabeche é apenas uma forma de preservação. É uma artimanha e, por muito deliciosa que seja, não chegará nunca à delícia do carapau acabado de fritar. Mesmo o escabeche, que pode durar dias, é melhor quando acaba de fazer-se.

[…]

Miguel Esteves Cardoso, Em Portugal Não se Come Mal.

«Persistência da obra» é apresentado amanhã

[clicar na imagem para a aumentar]

domingo, 20 de novembro de 2011

Poemário Assírio & Alvim 2012


978-972-37-1602-3
Todos os poemas deste calendário foram retirados dos muitos livros de poesia editados pela Assírio & Alvim. Não pretende ser uma antologia. Cada poema ou autor valem por si, isolados pela duração de um dia.  Desejamos apenas que, diariamente, um simples poema possa contaminar a passagem das horas.

Em formato encadernado para que, anos mais tarde, possa revisitar o ano de 2012 através da poesia.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

«O Mundo Está Cheio de Deuses - Crise e crítica do contemporâneo», de João Barrento

978-972-37-1577-4
«Este livro, onde se propõem leituras de fundo e alguns olhares de pormenor sobre a paisagem da nossa contemporaneidade — em particular naquele domínio a que ainda se pode chamar o campo cultural, ou, com mais pertinência, o domínio mais amplo do simbólico —, teve o seu pretexto imediato na solicitação que me foi feita para pensar o lugar do «intelectual» no mundo de hoje. Questão um tanto gasta, cuja discussão se arrasta há anos, ou mesmo décadas, e a que por isso respondo de forma algo radical, e porventura controversa, no ensaio maior do livro, o único verdadeiramente inédito («Os mitos do fim»). Os outros são o resultado de uma preocupação, que não é de hoje (está já documentada em muitos dos ensaios do meu livro A Espiral Vertiginosa. Ensaios sobre a cultura contemporânea, de 2001), com o que se passa à nossa volta, na esfera social e cultural, na política e no quotidiano, e que se traduziu numa reflexão mais ampla como aquela com que contribuí para o projecto da Fundação Gulbenkian «O estado do mundo», em 2006, ou em intervenções mais pontuais, na página que durante anos mantive no jornal Público, e também no blogue «Escrito a Lápis», que abri depois de cessar a minha colaboração naquele jornal.»
João Barrento