segunda-feira, 1 de agosto de 2011
sexta-feira, 29 de julho de 2011
O dia que passa não passa
O dia
que passa
não passa
O momento
é um monumento
Adília Lopes, Dobra
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Livros em Viagem; Viagem com Livros
Malcolm Lowry [28-VII-1909 / 27-VI-1957]
![]() |
| Selecção e tradução de José Agostinho Baptista |
![]() |
| Tradução de Aníbal Fernandes |
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Sérgio Godinho em Sines
![]() |
| Fotografia de Joaquim Gonçalves (A das Artes) |
terça-feira, 26 de julho de 2011
Afectivamente
«É um longo testemunho sobre afluentes, percurso e a gloriosa foz do Grupo Novo Rock.»
A Phala, nº 12 Janeiro/Fevereiro/Março 1989.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Miguel Esteves Cardoso [Lisboa, 25-VII-1955]
quarta-feira, 20 de julho de 2011
José Alberto Oliveira [n. 20 de Julho de 1952]
VARIANTE
Está decidido.
Amanhã parto,
apanho o primeiro comboio
e onde chegar
mudo para outro.
Fica por aí esse,
que se chama
José Alberto Oliveira,
a tentar escrever poemas
e consertar a vida;
a tentar escrever poemas,
como se houvesse conserto.
Poema inédito que integra Tentativa e Erro - poemas escolhidos e inéditos, antologia que estará disponível nas livrarias depois das férias de Verão.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Pedro Cabrita Reis
«podemos querer ser apenas simples, acreditar apenas na alegria, querer apenas desenhar um círculo na janela embaciada pelo vapor. mas depois, mais tarde ou mais cedo, alguém virá para nos dizer que existem cores primárias.» Pedro Cabrita Reis
Pedro Cabrita Reis nasceu em Lisboa em 1956, cidade onde vive e trabalha. Com reconhecimento internacional consolidado, a sua obra tornou-se crucial para o entendimento da escultura a partir de meados da década de 1980. A sua complexa obra, caracterizada por um idiossincrático discurso filosófico e poético, engloba uma grande variedade de meios: pintura, desenho, escultura e fotografia. Utilizando materiais simples e submetendo-os a processos construtivos, Pedro Cabrita Reis recicla reminiscências quase anónimas de gestos e acções primordiais repetidos no quotidiano, prolongando no seu desenho esta atitude eminentemente experimental, fruto de um cruzamento entre a assunção de um conhecimento clássico e um modo de fazer contemporâneo. A complexa diversidade teórica e formal do trabalho de Pedro Cabrita Reis procede de uma reflexão antropológica contrária ao reducionismo do discurso sociológico. De facto, é sobre silêncios e indagações que assenta a obra de Pedro Cabrita Reis, independentemente dos meios em que se materializa.
Recusando uma metodologia cronológica, porque nem o trabalho, nem a vida, são uma única linha, o Artista propõe-nos esta exposição como um “cabinet d’amateur”, onde poderemos experimentar múltiplos confrontos entre desenhos de natureza formal e conceptual extremamente diversificada, que materializam um percurso complexo e desafiante nesta trajectória desde a actualidade até ao seu período de juventude. Em the whispering paper, 390 desenhos entre 1970 e 2011, Pedro Cabrita Reis convida-nos assim para um percurso através de um arquivo único escolhido por si, viagem onde iremos percorrer de um modo maior, questões e premissas que materializadas nestes desenhos nos permitirão entender de uma forma enriquecedora o seu modo de estar noutras disciplinas, do desenho à escultura, da fotografia à pintura. A exposição estará patente na Fundação Carmona e Costa até ao dia 8 de Outubro de 2011.
BREVEMENTE NAS LIVRARIAS
sábado, 9 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
Jim Morrison, o Rei Lagarto
Jim Morrison na Assírio & Alvim:
quinta-feira, 30 de junho de 2011
PEDRO CABRITA REIS the whispering paper e alguns textos a propósito
Por ocasião da exposição será publicado um livro
co-edição fcc / assírio & alvim
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Pedro Cabrita Reis
sábado, 18 de junho de 2011
António Franco Alexandre {17 de Junho de 1944}
Lambe-te o fogo cada ruga e pêlo,
e a água onde mergulhas logo encerra
em fresca e fina luva o corpo inteiro
e sem pudor algum te abraça e beija.
Mesmo o vulgar sabão, no tanque absorto,
pela nudez da carne se insinua
e entre as coxas flutua, como um peixe
mais branco, que outra sombra continua.
Mas eu, quando me cubro do teu rosto
e sou somente de água e fogo feito,
melhor ainda te conheço e quero,
e nada no teu corpo me é alheio:
em cada grão de pele te desejo,
em cada ruga leio o meu destino.
António Franco Alexandre, Duende, Assírio & Alvim, 2002
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Eu não procuro nada em ti
O lado de fora
Eu não procuro nada em ti,
nem a mim próprio, é algo em ti
que procura algo em ti
no labirinto dos meus pensamentos.
Eu estou entre ti e ti,
a minha vida, os meus sentidos
(principalmente os meus sentidos)
toldam de sombras o teu rosto.
O meu rosto não reflecte a tua imagem,
o meu silêncio não te deixa falar,
o meu corpo não deixa que se juntem
as partes dispersas de ti em mim.
Eu sou talvez
aquele que procuras,
e as minhas dúvidas a tua voz
chamando do fundo do meu coração.
Manuel António Pina, Poesia, Saudade da Prosa.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
domingo, 12 de junho de 2011
Porto - Feira do Livro termina hoje
| Logo à noite corremos a persiana! Mas ainda tem o dia de hoje para nos visitar. Como já sabe, a Assírio & Alvim fica mesmo em frente ao Guarany(m) e é sempre muito bem vindo(a)! |















