quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Manuel António Pina apresenta o novo livro de D. Manuel Clemente - HOJE, às 21h30m, no Porto
(clique na imagem para a aumentar)
A Assírio & Alvim convida-o para o lançamento do livro:
PORQUÊ E PARA QUÊ?
Pensar com esperança o Portugal de hoje
de D. Manuel Clemente
Com apresentação de Manuel António Pina
Dia 14 de Dezembro de 2010
terça-feira, às 21h30m
PALÁCIO DA BOLSA
Rua Ferreira Borges, Porto
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Lançamentos
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
MAIS LOGO: Lançamento de «Crónicas: Imagens Proféticas e Outras», Vol. II
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A Assírio & Alvim convida-o(a) para o lançamento do livro
CRÓNICAS: IMAGENS PROFÉTICAS E OUTRAS, Vol. II
de João Bénard da Costa
que será apresentado por Alberto Vaz da Silva.
Na próxima segunda-feira, dia 13 de Dezembro de 2010, às 18h30, na Livraria Assírio & Alvim (Rua Passos Manuel, 67-b, em Lisboa).
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Lançamentos
domingo, 12 de dezembro de 2010
Muitas e maravilhosas surpresas
Vá à sua livraria habitual, peça para ver e... embarque numa maravilhosa viagem, feita de construções de cartão que se erguem das páginas, por mitos e lendas de todo o mundo. Boa viagem!
Enciclopédia Mitológica - Deuses & Heróis
Matthew Reinhart e Robert Sabuda
Tradução e adaptação: Helder Moura Pereira
Colecção Assirinha / 27
ISBN 978-972-37-1466-1
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sábado, 11 de dezembro de 2010
Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes
O prémio será entregue pelo Presidente da Câmara Municipal de Amarante, Armindo Abreu, hoje, 11 de Dezembro de 2010, pelas 15:00, na Biblioteca Municipal Albano Sardoeira.
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Prémios
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Myra
Depois do Prémio de Ficção do P.E.N. Clube (2008), do Prémio Máxima de Literatura (2009) e do Prémio Casino da Póvoa/Correntes d'Escritas (2010), mais um prémio para Myra, de Maria Velho da Costa, o Grande Prémio de Literatura DST. O júri deste último foi constituído por Vítor Aguiar e Silva (presidente), José Manuel Mendes e Carlos Mendes de Sousa. O prémio será entregue à escritora no dia 30 de Abril, na abertura da Feira do Livro de Braga. Parabéns à autora!
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Prémios
HOJE — Ásia na Assírio & Alvim § parte 2
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É já amanhã, dia 7 de Dezembro, terça-feira, a segunda sessão do ciclo «Ásia na Assírio & Alvim», com intervenções de António Osório, Gil de Carvalho, José Domingos Morais, José Alberto Oliveira, Luísa Freire, Marta Morais, Pedro Tropa e Teresa Santos. A partir das 18h30 na:
Livraria Assírio & Alvim § Rua Passos Manuel, 67-b, em Lisboa
De 17 de Novembro a 10 de Dezembro, exposições de Bárbara Assis Pacheco (Goa e Cochim — Desenhos da Viagem); Pedro Tropa e Teresa Santos (China — Viagens) e Pedro Proença (O Verdadeiro Clássico das Virtudes Imperfeitas). Na galeria Assírio & Alvim § Rua Passos Manuel, 67-b, em Lisboa.
Consulte todo o programa aqui. Não falte!
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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Se as Coisas não Fossem o que São
Apagaram-se as luzes azuis da ambulância
e mais ficou na nossa imagem a cor do sangue.No trajecto vi mais o teu ser do que à mesa,
na cama, no trabalho, o que vi deixou-me
descansado: humano, demasiado humano.
Tudo podia ter sido mais fácil, eis o que pode
dizer qualquer um, e mesmo que quase não
haja dinheiro para o táxi e te sintas à beira
do precipício, levanta a garganta e berra
para aí até já não haver quem te oiça.
Da missa metade não soube em tua história
e também não é preciso, todos nós já corremos
para um hospital e viemos de lá a cheirar
a doença e a morte. Por nós ou por outros,
nessa grande casa da tristeza e do alívio,
democracia total o acaso que dispara
e acerta ou não acerta em quem vai a passar.
Alguém te segura à beira da derrocada
e te pergunta saberás se lá no fundo há
algo que valha a pena? Pode ser que sim,
pode ser que não, ninguém sabe.
O mais recente livro de Helder Moura Pereira, já disponível nas livrarias.
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Porquê e Para Quê? - Pensar com esperança o Portugal de hoje
O melhor de Portugal pouco aparece e não abre geralmente os noticiários. Mas existe e por ele mesmo continuamos nós a existir. Apesar de tudo, mas não apesar de nós.Porquê e Para Quê? — Pensar com esperança o Portugal de hoje reúne as principais intervenções de D. Manuel Clemente no campo plural que é o da cultura, entre 2009 e 2010. Conservam-se as referências temporais, mas não são elas a determinar a sequência. Antes, ousamos sublinhar afinidades e correspondências entre os textos, sem contudo forçar uma compartimentação.
De facto, um traço maior do pensamento do actual Bispo do Porto é precisamente o contrário: ele coloca em relação passado e presente, comum e singular, religioso e profano, as verdades penúltimas que seguimos e aquelas que se desenham misteriosamente últimas.
Neste tempo português carregado de incertezas, esta antologia pretende documentar a vivacidade de um pensamento rigoroso e polifónico que se abre, e nos abre, à esperança.
Manuel Clemente Nasceu em Torres Vedras a 16 de Julho de 1948. É licenciado em História e Teologia e doutorado em Teologia Histórica. Em 1975 começou a leccionar na Universidade Católica Portuguesa, tornando-se depois director do Centro de Estudos de História Religiosa dessa instituição. Em Junho de 1979 foi ordenado presbítero; vinte anos depois, em Novembro de 1999, foi nomeado Bispo Auxiliar de Lisboa, com o título de Pinhel, e em de Janeiro de 2000, ordenado na Igreja de Santa Maria de Belém (Jerónimos). Em 2007, o Vaticano nomeou-o Bispo do Porto. Publicou na Assírio & Alvim Portugal e os Portugueses e 1810-1910-2010 — Datas e Desafios.
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terça-feira, 30 de novembro de 2010
Fernando Pessoa
«Cansa tanto viver! Se houvesse outro modo de vida!...»
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Fernando Pessoa
Etty Hillesum [1914-30 de Novembro de 1943*]
«[…] Deus do céu, vão mesmo conseguir fechar todas as portas? Sim, vão. Fecham as portas, comprimindo a multidão de pessoas amontoadas e empurradas para trás. Pelas estreitas aberturas no topo, vêem-se cabeças e mãos que mais tarde acenarão para nós quando o comboio partir.
Queria dizer apenas o seguinte: a miséria aqui é realmente terrível e, ainda assim, à noite, quando o dia caiu num abismo atrás de mim, costumo caminhar a passo enérgico ao longo do arame farpado e, nessas alturas, volta a assolar-me o sentimento de que esta vida é algo de glorioso e magnífico e que, um dia, teremos de construir um mundo totalmente novo. E quantos mais delitos e horrores se derem, mais amor e bondade teremos de oferecer em contrapartida, sentimentos que temos de conquistar dentro de nós. Podemos sofrer, mas não podemos sucumbir. E se escaparmos a estes tempos imaculados no corpo e na alma, mas sobretudo na alma, sem rancor, sem ódio, então, também nós teremos algo a dizer. […]»
A Han Wegerif e outros.
Westerbork, terça-feira, 24 de Agosto de 1943.
[excerto]
ISBN: 978-972-37-1337-4
Também na Assírio & Alvim: Diário 1941-1943; ISBN: 978-972-37-1274-2
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segunda-feira, 29 de novembro de 2010
A Cidade e a Escrita — Walter Benjamin, entre a catástrofe e a redenção da história
Encontros Literários
29.11.2010, 18h30
Goethe-Institut, Campo dos Mártires da Pátria, 37, Lisboa
Entrada livre
+351 218 842 510
Passaram 70 anos sobre a morte de um dos pensadores mais incontornáveis do século XX: Walter Benjamin. O pretexto para esta sessão da "Cidade e a Escrita", em que, a partir da tradução de João Barrento, O Anjo da História, em que o autor lança mão dos seus textos mais emblemáticos sobre a visão da história de Walter Benjamin. Com a presença deste prestigiado investigador e tradutor, que traduziu o que de melhor a literatura alemã nos poderia legar, poderemos reunir e falar da importância de Walter Benjamin, da tradução da sua obra em Portugal, retomando questões que são ou mais pregnantes ainda hoje, como a falência do modelo capitalista, a crise da história e da narração, o fetiche do consumismo e a necessidade de repensar novos modelos sociais e políticos, com urgência.
Com a participação de Maria João Cantinho e João Barrento.
"A Cidade e a Escrita" é uma iniciativa do P.E.N. Clube Português e do Goethe-Institut Portugal
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domingo, 28 de novembro de 2010
José Afonso - Todas as Canções
«"José Afonso é o nosso maior cantor de intervenção!"
Este elogio tão consensual e aparentemente tão generoso é a forma mais eficaz de liquidar a obra do grande mestre da música popular portuguesa no que ela tem de universal e de artisticamente superior.
Não é sequer uma meia verdade. É, de facto, uma «falsa» verdade.
Reduzir José Afonso ao cantor de intervenção, que ele também foi, é induzir no grande contingente de distraídos a ideia de menoridade artística, (mal) associada à canção política.
É claro que, numa análise larga, podemos considerar cada cantiga de José Afonso uma canção de intervenção, na medida em que todas elas reflectem a sua forma de estar na vida e de a observar. Desse ponto de vista, cada uma das suas cantigas foi concebida deliberadamente à revelia da ideologia dominante e contra ela.
Na realidade, porém, as canções de conteúdo expressamente político são até minoritárias no conjunto da sua obra.
Arrumar José Afonso na gaveta da canção de intervenção, é não compreender que a dimensão da sua obra está ao nível do que de mais importante se fez na música popular universal do século XX. E se não teve o impacto mundial que merecia, foi tão-somente porque ele nasceu onde nasceu.
Além disso, essa etiqueta é um óptimo álibi para que os divulgadores musicais o possam banir com toda a tranquilidade. Porque "a música de intervenção já teve o seu tempo e já não interessa ao grande público".
Mas sejamos justos: se a rádio e a televisão ignoram a obra de José Afonso, esse facto não se deve apenas ao analfabetismo musical e ao mau gosto de muitos dos seus directores de programas. Deve-se também às imposições do mercado, para o qual e com o qual esses directores trabalham.
Sintomaticamente, essa marginalização não tem hoje reflexo no meio musical. Pelo contrário, de há uns anos a esta parte, José Afonso passou a ser o autor mais cantado por todas as gerações e diferentes escolas de músicos.
Este facto atesta bem a sua importância na história da música popular portuguesa. Graças ao seu talento excepcional, renovou a nossa canção popular a partir da tradição musical coimbrã em que se iniciou, integrando novas influências e marcando decisivamente as gerações seguintes. A esse papel não são estranhos três factores resultantes da sua própria vivência: o meio universitário coimbrão, culto e boémio, onde estudavam jovens oriundos de zonas rurais ou semi-rurais, que integrava já, na tipicidade das suas baladas, fortes influências da poesia e da música tradicionais de várias regiões do país, sobretudo das Beiras e dos Açores; a instabilidade, pouco normal para a época, da sua infância e da sua adolescência, que muito cedo o levou a contactar com meios socioculturais muito diferentes; uma cultura literária acima da média, adquirida sobretudo em Coimbra, que contribuiu para elevar os seus padrões de qualidade no uso da palavra cantada.
Mestre incontestado da canção popular portuguesa, simultaneamente um genial autor e intérprete de canções, cidadão exemplar e incansável lutador pela liberdade e pela justiça no contexto da ditadura salazarista, mas também no pós 25 de Abril, a sua vasta obra discográfica, iniciada em 1953 e terminada em 1985, constitui um manancial inesgotável de inspiração e de aprendizagem.
José Afonso deixou-nos em 1987. Num país tremendamente desculturado e desatento foi preciso esperar quase um quarto de século para ver aparecer o presente trabalho, que reúne as partituras de todas as 159 canções que gravou, com as respectivas letras e cifras, exceptuando apenas os fados de Coimbra de autoria alheia que interpretou.
Para que este livro possa constituir um complemento de alguma utilidade para quem pretender conhecer e estudar a sua obra, optámos pela transcrição fidedigna do que está registado nos fonogramas, independentemente de pensarmos, num ou outro caso, que poderia haver outras soluções ao nível da estrutura ou da harmonia. Pela mesma razão, não sugerimos qualquer hipótese de harmonização, quando a harmonia não é evidente no arranjo.
Apenas nos permitimos alterar a tonalidade de algumas canções na transcrição, nos seguintes três casos:
— Para que a partitura reflicta a digitação utilizada, nas situações em que a afinação habitual das violas foi alterada;
— Quando os instrumentistas utilizaram um transpositor;
— No limite, quando a tonalidade da gravação, com pequena diferença de tessitura, poderia dificultar desnecessariamente a leitura e a execução.
A autoria das letras e das músicas é de José Afonso, excepto quando são indicados outros autores.
Esperamos que este José Afonso — Todas as canções possa contribuir para um melhor conhecimento e estudo deste precioso património.»
Este elogio tão consensual e aparentemente tão generoso é a forma mais eficaz de liquidar a obra do grande mestre da música popular portuguesa no que ela tem de universal e de artisticamente superior.
Não é sequer uma meia verdade. É, de facto, uma «falsa» verdade.
Reduzir José Afonso ao cantor de intervenção, que ele também foi, é induzir no grande contingente de distraídos a ideia de menoridade artística, (mal) associada à canção política.
É claro que, numa análise larga, podemos considerar cada cantiga de José Afonso uma canção de intervenção, na medida em que todas elas reflectem a sua forma de estar na vida e de a observar. Desse ponto de vista, cada uma das suas cantigas foi concebida deliberadamente à revelia da ideologia dominante e contra ela.
Na realidade, porém, as canções de conteúdo expressamente político são até minoritárias no conjunto da sua obra.
Arrumar José Afonso na gaveta da canção de intervenção, é não compreender que a dimensão da sua obra está ao nível do que de mais importante se fez na música popular universal do século XX. E se não teve o impacto mundial que merecia, foi tão-somente porque ele nasceu onde nasceu.
Além disso, essa etiqueta é um óptimo álibi para que os divulgadores musicais o possam banir com toda a tranquilidade. Porque "a música de intervenção já teve o seu tempo e já não interessa ao grande público".
Mas sejamos justos: se a rádio e a televisão ignoram a obra de José Afonso, esse facto não se deve apenas ao analfabetismo musical e ao mau gosto de muitos dos seus directores de programas. Deve-se também às imposições do mercado, para o qual e com o qual esses directores trabalham.
Sintomaticamente, essa marginalização não tem hoje reflexo no meio musical. Pelo contrário, de há uns anos a esta parte, José Afonso passou a ser o autor mais cantado por todas as gerações e diferentes escolas de músicos.
Este facto atesta bem a sua importância na história da música popular portuguesa. Graças ao seu talento excepcional, renovou a nossa canção popular a partir da tradição musical coimbrã em que se iniciou, integrando novas influências e marcando decisivamente as gerações seguintes. A esse papel não são estranhos três factores resultantes da sua própria vivência: o meio universitário coimbrão, culto e boémio, onde estudavam jovens oriundos de zonas rurais ou semi-rurais, que integrava já, na tipicidade das suas baladas, fortes influências da poesia e da música tradicionais de várias regiões do país, sobretudo das Beiras e dos Açores; a instabilidade, pouco normal para a época, da sua infância e da sua adolescência, que muito cedo o levou a contactar com meios socioculturais muito diferentes; uma cultura literária acima da média, adquirida sobretudo em Coimbra, que contribuiu para elevar os seus padrões de qualidade no uso da palavra cantada.
Mestre incontestado da canção popular portuguesa, simultaneamente um genial autor e intérprete de canções, cidadão exemplar e incansável lutador pela liberdade e pela justiça no contexto da ditadura salazarista, mas também no pós 25 de Abril, a sua vasta obra discográfica, iniciada em 1953 e terminada em 1985, constitui um manancial inesgotável de inspiração e de aprendizagem.
José Afonso deixou-nos em 1987. Num país tremendamente desculturado e desatento foi preciso esperar quase um quarto de século para ver aparecer o presente trabalho, que reúne as partituras de todas as 159 canções que gravou, com as respectivas letras e cifras, exceptuando apenas os fados de Coimbra de autoria alheia que interpretou.
Para que este livro possa constituir um complemento de alguma utilidade para quem pretender conhecer e estudar a sua obra, optámos pela transcrição fidedigna do que está registado nos fonogramas, independentemente de pensarmos, num ou outro caso, que poderia haver outras soluções ao nível da estrutura ou da harmonia. Pela mesma razão, não sugerimos qualquer hipótese de harmonização, quando a harmonia não é evidente no arranjo.
Apenas nos permitimos alterar a tonalidade de algumas canções na transcrição, nos seguintes três casos:
— Para que a partitura reflicta a digitação utilizada, nas situações em que a afinação habitual das violas foi alterada;
— Quando os instrumentistas utilizaram um transpositor;
— No limite, quando a tonalidade da gravação, com pequena diferença de tessitura, poderia dificultar desnecessariamente a leitura e a execução.
A autoria das letras e das músicas é de José Afonso, excepto quando são indicados outros autores.
Esperamos que este José Afonso — Todas as canções possa contribuir para um melhor conhecimento e estudo deste precioso património.»
Guilhermino Monteiro
João Lóio
José Mário Branco
Octávio Fonseca
Brevemente na sua livraria, onde já pode reservar o seu exemplar.
João Lóio
José Mário Branco
Octávio Fonseca
Brevemente na sua livraria, onde já pode reservar o seu exemplar.
ISBN: 978-972-37-1567-5; 352 páginas; PVP: 22,00
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sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Lançamento de «Corpo Visível», na Fundação Cupertino de Miranda
A Fundação Cupertino de Miranda e a Assírio & Alvim convidam-no(a) para o lançamento do livro «Corpo Visível». Este livro, que inaugura uma nova colecção na Assírio & Alvim — O Primeiro Livro de... — será lançado no âmbito dos Encontros Mário Cesariny, promovidos pela Fundação Cupertino de Miranda, já na sua 4.ª edição. Todo o programa pode ser consultado aqui.
Amanhã, sábado 27 de Novembro, pelas 17h00, na Fundação Cupertino de Miranda, Praça D. Maria II, em Vila Nova de Famalicão.
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«Final de Rascunho», de Sérgio Godinho
© Reinaldo RodriguesSexta 26, Sábado 27, Domingo 28 de Novembro de 2010, às 21h30
GRANDE AUDITÓRIO DA CULTURGEST
Mais informação aqui.
Obras de Sérgio Godinho na Assírio & Alvim:
O Pequeno Livro do Medos [2000] (ilustrações de Sérgio Godinho), 55 Canções de Sérgio Godinho - Partituras, letras, cifras [2007], O Sangue Por Um Fio - Poemas [2009] (desenhos de Tiago Manuel).
Sobre Sérgio Godinho:
Retrovisor - Uma biografia musical de Sérgio Godinho [2006], de Nuno Galopim.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
40 Canções de Tozé Brito
(clique na imagem para a aumentar)«Para ser rigoroso, teria que levar esta história ao princípio: a 25 de Agosto de 1951. Foi nesse dia que nasceu — em Cedofeita, Porto — António José Correia de Brito. Para ser prático, permito-me saltar alguns anos e passar em claro a aprendizagem familiar do piano, depressa trocado pela guitarra e, finalmente, pelo baixo, deixando à vista um músico que começa pelos grupos que a geografia de adolescente lhe permite. Outro salto e eis-nos chegados ao ponto de referência, uma canção chamada “You’ll See”, um dos hinos da banda Pop Five. Hoje, como compositor e/ou autor, o mesmo rapaz, amigavelmente rebaptizado como Tozé, tem registadas mais de 250 canções na Sociedade Portuguesa de Autores. A solo também cantou, mas preferiu sempre os grupos, como o Quarteto 1111, os Green Windows (ambos com José Cid, ao menos na génese) ou os Gemini. Foi abrindo o talento e o trabalho a muitas das vozes mais marcantes do panorama musical português e ficou como um dos mais assíduos criadores para o Festival RTP da Canção. Foi produtor e editor, bateu recordes de vendas e de exposição radiofónica com Carlos do Carmo e Adelaide Ferreira, com as Doce e Vítor Espadinha, com Ana Moura e Simone. Nunca parou de compor e a passagem do tempo permite-nos perceber que as suas canções o atravessam, sem desgaste nem erosão. Já sabíamos — ou tentávamos — cantá-las de cor. Agora, com este Songbook em que qualidade e variedade formam a rima perfeita, vamos aprender a tocá-las. E não vai custar nada, porque — tal como o seu autor — são simples e deixam marcas. Mãos à obra.»
João Gobern
Lançamento e sessão de autógrafos: 25 de Novembro, quinta-feira, às 19h00, na Livraria Assírio & Alvim, Rua Passos Manuel, 67b, em Lisboa. Apresentação por João Gobern.
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terça-feira, 23 de novembro de 2010
Herberto Helder
Photomaton & Vox, 4ª edição, Julho de 2006; Ofício Cantante - poesia completa, Janeiro de 2009; Os Passos em Volta, 10ª edição, Novembro de 2009; As Magias. Alguns exemplos - poemas mudados para português, Outubro de 2010; O Bebedor Nocturno - poemas mudados para português, Outubro de 2010.
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domingo, 21 de novembro de 2010
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