sexta-feira, 5 de novembro de 2010

O Príncipe-Urso Doce de Laranja § Festa de Encerramento


A Assírio & Alvim convida-o(a) para o encerramento da exposição de Duarte Belo, patente na Assírio & Alvim Livros, no Chiado, com as imagens realizadas para ilustrar o livro O Príncipe-Urso Doce de Laranja.


Apresentação do trabalho O Príncipe-Urso Doce de Laranja, por Duarte Belo

interpretação do texto, desenho, processo construtivo das figuras, fotografia, paginação


Hoje, 5 de Novembro, sexta-feira, pelas 18h30, na Assírio & Alvim Livros, no Chiado (Pátio do Siza, entradas pela Rua Garrett n.º 10 ou Rua do Carmo n.º 29).


quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Amanhã! Lançamento da Relâmpago na Assírio & Alvim

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A Fundação Luís Miguel Nava e a editora Assírio & Alvim convidam-no a assistir ao lançamento do número 26 da revista de poesia Relâmpago, que se realizará no dia 4 de Novembro, pelas 18h30, na Livraria Assírio & Alvim, Rua Passos Manuel, 67 – B.

Este número, que tem como tema central a poesia de Mário Cesariny, será apresentado por Fernando Cabral Martins. Os actores Eurico Lopes e Paulo Pires lerão poemas do poeta homenageado.

No final será servido um pequeno cocktail.

João Salgueiro e José Manuel Fernandes apresentam livro de Luís Campos e Cunha

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terça-feira, 2 de novembro de 2010

Aves de Portugal no Casino Figueira


O Casino Figueira e a Assírio & Alvim convidam-no para uma apresentação do livro

Aves de Portugal
Ornitologia do território continental

de Paulo Catry, Helder Costa, Gonçalo Elias e Rafael Matias,
que terá lugar a de 2 de Novembro (terça-feira), pelas 18h30, no Casino Figueira.

* Casino Figueira / Rua Dr. Calado, 1 / 3080-153 Figueira da Foz.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Lançamento do livro «Gil Heitor Cortesão - Pinturas 2002-2010»



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É já amanhã, sábado 30 de Outubro, pelas 18h00, o lançamento do livro «Gil Heitor Cortesão — Pinturas 2002-2010», na Galeria Pedro Cera. Este livro, uma co-edição entre a ADIAC e a Assírio & Alvim, estará brevemente disponível nas livrarias e inclui reproduções de obras realizadas pelo artista no decorrer do referido período, bem como dois textos da autoria de, respectivamente, Leonor Nazaré e Jean-François Chougnet, que analisam em detalhe a obra do autor.

Na Galeria Pedro Cera: Rua do Patrocínio; 67-E, em Lisboa. Não falte!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Colóquio Fiama Hasse Pais Brandão


É já amanhã, a partir das 10h30, que começa o «Colóquio Fiama Hasse Pais Brandão», na Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, com a participação de Eduardo Lourenço, Jorge Fernandes da Silveira, Gastão Cruz, Maria Teresa Horta, Armando Silva Carvalho, Manuel de Gusmão, Nuno Júdice, Fernando Pinto do Amaral, Rosa Maria Martelo, entre outros – e leituras por Luis Miguel Cintra e Luísa Cruz.

O colóquio será acompanhado por uma exposição, que revelará um lado menos conhecido de Fiama: o de artista plástica.


Também amanhã, às 18h30 e inserido neste colóquio, será lançado o livro «Âmago», uma antologia poética que, nas palavras de Gastão Cruz, «foi organizado tendo em conta, quer a minha escolha pessoal, quer as sugestões que pedi a alguns atentos e dedicados leitores da obra poética de Fiama Hasse Pais Brandão: Carlos Mendes de Sousa, Jorge Fernandes da Silveira, Maria de Lourdes Ferraz e Rosa Maria Martelo. Tive ainda em consideração as selecções feitas, em 1986 e em 1997, pela autora, para as suas "antologias próprias" intituladas F de Fiama


A entrada é livre e o programa completo pode ser consultado aqui.

Sérgio Godinho é o Poeta convidado

Sérgio Godinho é o Poeta convidado da 108ª sessão das «Quintas de Leitura», ciclo poético promovido pela Câmara Municipal do Porto, através da Fundação Ciência e Desenvolvimento, a acontecer hoje às 22hoo no Teatro do Campo Alegre, no Porto. Mais informação no blogue das «Quintas de Leitura» e aqui mais abaixo.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

João Salgueiro, Henrique Neto e José Manuel Fernandes apresentam, em Lisboa (3-XI) e em Gaia (5-XI), livro de Luís Campos e Cunha


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Sérgio Godinho nas «Quintas de Leitura»

«Sérgio Godinho é o Poeta convidado da 108ª sessão das "Quintas de Leitura", ciclo poético promovido pela Câmara Municipal do Porto, através da Fundação Ciência e Desenvolvimento, a acontecer já na próxima Quinta-feira.
Relembramos que o espectáculo, intitulado "O sangue por um fio", para além de Sérgio Godinho conta com Isabel Fernandes Pinto, Rute Miranda e Miguel Ramos a lerem poemas do livro que dá nome à sessão, publicado em 2009 pela editora Assírio & Alvim.
Anabela Mota Ribeiro conversará com o Autor sobre este pequeno grande livro onde, segundo ela, "muitas coisas são ditas com uma exactidão e precisão de lâmina".
Tiago Manuel, responsável pela imagem da sessão, também participará nesta viagem de "fora para dentro dos olhos", surpreendendo-nos e emocionando-nos com as suas imagens microscópicas de corpos dissecados.
O habitual momento de performance será assinado pela "repetente" Sónia Baptista. Uma visão sensível e inesperada do universo poético de Sérgio Godinho.
A abrir a sessão, cumplicidades musicais pelo Ensemble Vocal Pro Musica - mais de 40 elementos em cena -, superiormente dirigido pelo maestro José Manuel Pinheiro.»

Informação retirada do blogue das Quintas de Leitura

Obras de Sérgio Godinho na Assírio & Alvim: O Pequeno Livro do Medos [2000] (ilustrações de Sérgio Godinho), 55 Canções de Sérgio Godinho - Partituras, letras, cifras [2007], O Sangue Por Um Fio - Poemas [2009] (desenhos de Tiago Manuel). Sobre Sérgio Godinho: Retrovisor - Uma biografia musical de Sérgio Godinho [2006], de Nuno Galopim.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

José Augusto Mourão apresenta «A Noite Abre Meus Olhos»

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Leitura de poemas por Jorge Vaz de Carvalho (barítono, tradutor do livro Canções de Inocência e de Experiência, de William Blake, Assírio & Alvim, 2009).

domingo, 24 de outubro de 2010

«Um chá no Sahara»

«Chegou a Tânger ao meio-dia e foi direito a casa». É assim que começa o primeiro dos contos de A Missa do Galo, precisamente o que dá o título ao livro. Foi quase assim que aconteceu comigo quando, há cerca de um ano, me desloquei a essa cidade mítica e cosmopolita para entrevistar Paul Bowles. Era um desejo de há muito, desde que lera The Sheltering Sky, o seu romance de maior fôlego, que agora, pela mão, ou melhor, pelo olhar de Bertolucci, o vai certamente tornar conhecido em todo o mundo.
Cheguei a Tânger sem saber onde morava. Mas não foi difícil encontrá-lo. Paul Bowles, «lécrivain américain», chamam-lhe, faz parte da cidade e não se pode falar de Tânger sem referir o seu nome. Vive num vulgar prédio cinzento, típico de subúrbio, alguns vidros partidos, junto à Rádio Voz da América, edifício do ex-consulado americano. Recebe entre as cinco e as seis da tarde, à hora do chá. É Mohamed Mrabet, amigo de longa data, também escritor, que Bowles divulgou traduzindo as suas obras para o inglês, que nos vem abrir a porta. Apresentações feitas, Bowles chega à porta e cumprimenta-nos. Veste um blaser azul-marinho, camisa e gravata. Ainda antes de entrar passo-lhe para a mão dois exemplares da tradução portuguesa de The Sheltering Sky. (Mais tarde escreveu-me a dizer que tinha gostado muito do livro.) Viengam sentarse. Que lengua quieren ustedes hablar? Bowles fala fluentemente o espanhol, o francês e o árabe, para além, é claro, do inglês. Quando aqui se instalou, Tânger era um porto internacional, governado por oito países europeus e com três línguas oficiais - francês, espanhol e árabe.
As malas de viagem empilhadas no hall fazem-nos lembrar que este homem foi um inveterado viajante (quando ainda havia um sentido para a viagem, quando se podia viajar de barco, agora não, os aeroportos são uma coisa muito confusa). Na sala, tapetes berberes e almofadas que se espalham sobre o chão, onde nos sentamos, uma enorme estante com livros, duas mesas baixas. Na varanda, uma mancha verde de plantas envolve-nos numa doce e fresca penumbra que contrasta com o calor sufocante que faz lá fora.
Bowles começa por nos falar de como saiu dos Estados Unidos, aos 18 anos, «Paris era uma festa», só para conhecer gente. Gertrude Stein convenceu-o então de que não era poeta (os seus poemas tinham sido publicados em França e na Bélgica) e de que devia ir a Tânger. Que acabaria por escolher para ficar. Ou como ele diz, não escolheu, foi um acaso, como tudo na sua vida. Um pouco por inércia, ou por ser barato. Ou permissivo. Viajou por todos os continentes, «without stopping», teve uma ilha no Ceilão, a Taprobana, que foi obrigado a vender, conheceu meio mundo das artes e das letras (Tennessee Williams bateu-me à porta em Acapulco, Vidal apareceu-me em Tânger duas ou três vezes, Burroughs, Francis Bacon, Auden, etc., etc.). Como as suas obras não falam sobre «o maior e o melhor país do mundo» - os Estados Unidos - e não escreveu sobre «o maior de todos os temas humanos» - a experiência americana - (Gore Vidal dixit) ele é pouco conhecido nos Estados Unidos. Isso está a mudar. Bertolucci acaba de rodar The Sheltering Sky (O Céu que nos Protege), onde o próprio Bowles tem um pequeno papel. As traduções da sua obra multiplicam-se. Os jornalistas não param de bater à porta para o entrevistar.
Mas Paul Bowles, oitenta anos feitos, é um americano (in)tranquilo no seu apartamento da rue des Amoureux, de onde pouco sai. Publicou há cerca de dois anos um novo livro de contos, mas tem-se dedicado sobretudo à música, a sua paixão primeira. Uma hora de conversa começa a deixá-lo cansado, ainda que continue a responder solícito às nossas perguntas. Mrabet fuma calmamente o seu cachimbo de "kif", sentado no divã. Manteve-se calado durante toda a conversa, só no final, quando Bowles nos mostrava a edição brasileira de Up Above de World, referiu que o seu livro The Lemon também tinha sido traduzido no Brasil. São quase seis horas, Mr Bowles terá de se deitar daqui a pouco, o médico mandou. Tem de ser assim.

António Costa

No momento em que acabou de se realizar, em Lisboa, uma iniciativa internacional - Do You Bowles? - celebrativa do centenário do nascimento de Paul Bowles [30/XII/1910 - 18/XI/1999), julgamos oportuno recordar o texto «Um chá no Sahara», de António Costa, que também participou naquele evento, publicado n' A Phala nº 19, de Julho / Agosto / Setembro / 1990. Na introdução a este texto podemos ler: «"Exilado" há mais de quarenta anos em Marrocos, Paul Bowles, escritor americano, oitenta anos de idade, começa a ser redescoberto nos Estados Unidos e na Europa. Bernardo Bertolucci acaba de filmar o seu romance The Sheltering Sky (tradução portuguesa: O Céu que nos Protege, Assírio & Alvim, 1989), a estrear no início da nova temporada. As traduções das suas obras multiplicaram-se, assim como as entrevistas. Vamos agora publicar o volume de contos A Missa do Galo, com tradução de José Agostinho Baptista. "Os seus contos estão entre os melhores que alguma vez se escreveram", disse Gore Vidal. António Costa procurou e encontrou o escritor na sua casa em Tânger. Do chá, da conversa e do ambiente, o testemunho...»

Obras de Paul Bowles na Assírio & Alvim: O Céu que nos Protege (Tradução de José Agostinho Baptista, colecção «O Imaginário»); A Missa do Galo (Tradução de José Agostinho Baptista, colecção «O Imaginário»); Deixa a Chuva Cair (Tradução de Ana Maria de Freitas, colecção «O Imaginário»); Por Cima do Mundo (Tradução de David Antunes e Sara E. Eckerson, colecção «O Imaginário»); Poemas (Tradução de José Agostinho Baptista, colecção «Documenta Poetica»); Memórias de Um Nómada (Tradução de José Gabriel Flores, colecção «Testemunhos»).

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

João Barrento* apresentou «Anthero, Areia & Água»

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Por impedimento de José Tolentino Mendonça, inicialmente anunciado (conforme convite acima), coube a João Barrento a apresentação do novo livro de Armando Silva Carvalho. A sessão contou com a presença de muitos leitores e amigos que encheram a sala da Assírio & Alvim Livros, no Chiado. O nosso obrigado a todos. Um obrigado muito especial a João Barrento.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Eduardo Lourenço apresenta «O Género Intranquilo»

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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Lançamentos na Assírio & Alvim Livros, no Chiado

Já na próxima quinta-feira, dia 21 de Outubro, faremos o lançamento do mais recente livro de João Barrento, «O Género Intranquilo», com apresentação de Eduardo Lourenço, e a presença do Autor.

No dia seguinte, sexta-feira 22 de Outubro, lançaremos o livro de Armando Silva Carvalho, «Anthero, Areia & Água», que será apresentado por José Tolentino Mendonça.

Na segunda-feira, 25 de Outubro faremos o lançamento da nova edição do livro de José Tolentino Mendonça, «A Noite Abre Meus Olhos», apresentado por José Augusto Mourão.

Todos estes lançamentos começarão às 18h30 na Assírio & Alvim Livros, no Chiado. Será servido um pequeno cocktail.




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«A Noite Abre Meus Olhos» no Chiado (alteração de data)

Informa-se que, por motivos imprevistos e de força maior, a apresentação do livro A Noite Abre Meus Olhos, de José Tolentino Mendonça, anunciada para hoje às 18h30 na Assírio & Alvim Livros (Chiado), fica adiada para a próxima segunda-feira, dia 25 de Outubro, à mesma hora e no mesmo local. Aqui deixamos o nosso pedido de desculpas e um renovado convite à sua participação.

domingo, 17 de outubro de 2010

Aves de Portugal

Aves de Portugal — Ornitologia do território continental pretende constituir-se como uma referência incontornável na ornitologia portuguesa. Este trabalho, que é simultaneamente o mais abrangente e o mais exaustivo alguma vez feito sobre a avifauna de Portugal Continental, é o resultado de décadas de experiência de campo dos autores e de uma pesquisa dirigida de mais de 10 anos. Essa pesquisa permitiu recolher informação sobre a ocorrência de mais de 450 espécies de aves. A situação passada e presente de cada uma delas é descrita em pormenor ao longo das 943 páginas que compõem a obra, que é suportada por mais de 1500 referências bibliográficas.
O livro contém ainda uma descrição dos principais habitats do país, bem como uma resenha histórica da ornitologia nacional que apresenta grande quantidade de dados inéditos e que constitui a primeira abordagem global a este assunto alguma vez escrita. Disponibiliza também a primeira compilação exaustiva de aves anilhadas recapturadas em Portugal, com um total de mais de 9000 registos.
Para ilustrar a obra foram elaboradas 50 ilustrações, na sua maioria inéditas, de grande qualidade estética. Foram incluídas também 154 imagens da autoria de diversos fotógrafos portugueses, tendo ainda sido elaborados vários gráficos que permitem sintetizar informação relevante sobre algumas espécies.

Autores: Paulo Catry, Helder Costa, Gonçalo Elias e Rafael Matias
Colecção: Deméter 9 /
Formato: 17 x 24 cm /edição encadernada / 944 páginas
ISBN: 978-972-37-1494-4 / PVP: 38,00


Chegada prevista às livrarias: final da semana de 18-22 de Outubro de 2010.

sábado, 16 de outubro de 2010

Saudades de Adriano e de Zeca



Adriano Correia de Oliveira [Avintes, 9-IV-1942 - Avintes, 16-X-1982] e Zeca Afonso [Aveiro, 2-VIII-1929 - Setúbal, 23-II-1987], in Viriato Teles, As Voltas de Um Andarilho - Fragmentos da vida e obra de José Afonso, Assírio & Alvim (2ª edição revista e aumentada), 2009.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

«A Noite Abre Meus Olhos» no Chiado

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quarta-feira, 13 de outubro de 2010

«Os poetas, os mágicos, os malucos»

«Pascoaes dá conta da exclusão do poeta, na medida em que este, mágico da palavra, penetra o futuro e perturba a consciência estática, no caso de poder haver uma consciência deste tipo. A função principal do poeta reside na sua capacidade de transformar o presente, de pôr em evidência o sentido oculto das coisas, dizendo a palavra ainda incerta do futuro com a certeza do homem que não pode ser retido pela fragmentação do quotidiano. Podia pensar-se que a atenção prestada ao residual reduzia a sensibilidade do poeta, e por consequência a sua capacidade de pre-visão: na realidade, verificamos que se o poeta pode efectivamente pre-vêr, é por ser o único capaz de "ler" e "ver" os pequenos incidentes que fornecem as indicações úteis para definir a orientação geral dos homens. O poeta antecede o homem, e antecipa-se no devir.»

In Memoriam de Alfredo Margarido [1928-2010]

In «Introdução» [pp. VII-LVIII], O Bailado, de Teixeira de Pascoaes, Assírio & Alvim, 1987, p. XXVIII.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

5 Livros 5 Autores, no Chiado

Está a decorrer, integrada na 14.ª edição da Festa no Chiado, a iniciativa «5 Livros 5 Autores», organizada pelo Centro Nacional de Cultura. Amanhã, quarta-feira dia 13 de Outubro, decorrerá uma sessão onde Ricardo Vasconcelos falará do seu livro «Campo de Relâmpagos — Leituras de Excesso na Poesia de Luís Miguel Nava», editado pela Assírio & Alvim. Pelas 19h00, no Círculo Eça de Queiroz (Largo Rafael Bordalo Pinheiro, 4, ao Chiado). A entrada é livre, não falte!

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«Cinco Livros, Cinco Autores» é um conjunto de tertúlias que decorrem ao final da tarde, inseridas na programação da Festa no Chiado, nas quais os autores de obras literárias, ou alguém por eles, as apresenta ao público que pode interpelar directamente os autores, havendo ainda lugar a sessão de autógrafos.
Na segunda feira, dia 11 de Outubro pelas 18h45, Isabel Fernandes conversará no Grémio Literário sobre Adoecer, de Hélia Correia, com a própria autora. Em seguida, Guilherme d’Oliveira Martins comentará Os dias e os anos, 1970-1993, de Marcello Duarte Mathias, também com a presença do autor.
Inversos, de Ana Luísa Amaral, será abordado pela autora e por Isabel Allegro Magalhães na 4ª feira dia 13, pelas 19h, no Círculo Eça de Queiroz. Na mesma sessão, Ricardo Vasconcelos e o poeta e crítico António Carlos Cortez apresentam a obra Campo de Relâmpagos – leituras de excesso na poesia de Luís Miguel Nava. Segue-se a apresentação de História de Portugal I – Donde viemos, de António Borges Coelho, com o autor e o Professor José Eduardo Franco.

«Cinco Livros, Cinco Autores»

Segunda-feira, 11 de Outubro
18h45
Grémio Literário – Rua Ivens, 37

Ø Adoecer, de Hélia Correia. Com Hélia Correia e Isabel Fernandes.
Ø Os dias e os anos, 1970-1993, de Marcello Duarte Mathias. Com Marcello Duarte Mathias e Guilherme d’Oliveira Martins.


Quarta-feira, 13 de Outubro
19h00
Círculo Eça de Queiroz – Largo Rafael Bordalo Pinheiro, 4

Ø Inversos, de Ana Luísa Amaral. Com Ana Luísa Amaral e Isabel Allegro Magalhães.
Ø Campo de Relâmpagos – leituras de excesso na poesia de Luís Miguel Nava, de Ricardo Vasconcelos. Com Ricardo Vasconcelos e António Carlos Cortez.
Ø História de Portugal I – Donde viemos, de António Borges Coelho. Com António Borges Coelho e José Eduardo Franco.