Os Melhores Contos do Padre Brown, de G.K. Chesterton (selecção e apresentação: Peter Stilwell; tradução: Jorge Pereirinha Pires), estão a chegar às livrarias. Esta selecção inclui: «A Cruz Azul», «O Jardim Secreto», «As Estrelas Cadentes», «A Forma Errada», «Os Pecados do Príncipe Saradine», «O Fantasma de Gideon Wise», «O Segredo do Padre Brown», «O Segredo de Flambeau», «O Vampiro da Aldeia». ISBN: 978-972-37-1422-7quarta-feira, 21 de julho de 2010
Vem aí o Padre Brown
Os Melhores Contos do Padre Brown, de G.K. Chesterton (selecção e apresentação: Peter Stilwell; tradução: Jorge Pereirinha Pires), estão a chegar às livrarias. Esta selecção inclui: «A Cruz Azul», «O Jardim Secreto», «As Estrelas Cadentes», «A Forma Errada», «Os Pecados do Príncipe Saradine», «O Fantasma de Gideon Wise», «O Segredo do Padre Brown», «O Segredo de Flambeau», «O Vampiro da Aldeia». ISBN: 978-972-37-1422-7terça-feira, 20 de julho de 2010
José Alberto Oliveira [20-VII-1952]
Está à espera que o mundo acabe,
o búfalo.
Ele está ali, desde o princípio.
O arroz, quem o semeia,
o rio, a chuva que nele cai,
as casas, as galinhas inquietas,
os bambus,
que o vento inclina
- tudo isso é transitório.
Bestiário
segunda-feira, 19 de julho de 2010
As Novas Mil e Uma Noites
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Arena
Esta exposição [Fundação Carmona e Costa, em Lisboa, de 6 de Julho a 16 de Outubro de 2010], centrando-se em três artistas portugueses — Carla Filipe (Aveiro, 1973), João Tengarrinha (Lisboa, 1970) e Paulo Brighenti (Lisboa, 1968) — quer explorar uma metodologia particular do acto de desenhar. Um processo que se centra numa luta entre o artista e a folha de papel, e o resultado desse combate (onde a fisicalidade está intensamente presente) descobre-se nas marcas deixadas na folha. Um processo no qual o corpo do artista dança (no sentido mais amplo que o termo ‘dança’ pode significar) em frente a (e com) o papel.
Um desenho de performance ou uma performance do desenho. Não nas linhas da prática de artistas como Yves Klein e as suas antropometrias, mas antes mais perto da atitude dos expressionistas abstractos, um desenho-acção. A folha de papel é uma arena de experimentação. Sofre nas mãos do criador. É esticada, molhada, varrida, rasgada. Explorada até ao limite. Contudo, nem sempre o que se vê na obra finalizada revela o processo de feitura. Muitas destas performances acontecem na solidão do estúdio, em privado, invisíveis ao olhar estranho. O papel do estúdio é assim central no pensamento da exposição, pois este espaço é também uma arena onde decorre o confronto (físico e mental), onde a obra acontece.
De certa forma, esta exposição quer reflectir a própria missão da Fundação Carmona e Costa enquanto espaço para o Desenho. Uma casa com vários quartos e aberta a várias perspectivas e formas de pensamento sobre esta disciplina. Esta é apenas mais uma.
Filipa Oliveira
Já nas livrarias, uma edição Fundação Carmona e Costa / Assírio & Alvim:
Título: ARENA
Autores: Carla Filipe · João Tengarrinha · Paulo Brighenti
Texto: Filipa Oliveira
Colecção: Arte e Produção
Formato e acabamento: 15 x 21 cm, edição brochada / N.º de páginas: 96
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Às Sete no Sa Tortuga
“E a King’s Road?”. “Também”. “E sabe onde fica um café que se chama Sa Tortuga?” “Não sei, mas darei com ele.” Resposta errada. O Alberto funcionava com coordenadas exactas. Seguiram-se explicações meticulosas. Fez outra pausa, mais breve, e perguntou se o dia X estava bem. “Estarei lá em baixo, às sete, numa mesa mesmo ao fundo, quase encostada às escadas. Às sete no Sa Tortuga. Não se atrase.”»
Formato e acabamento: 14,5 x 20,5 cm, edição brochada / N.º de páginas: 160 / ISBN: 978-972-37-1503-3. Já disponível nas livrarias.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Alberto de Lacerda
ISBN: 978-972-37-1501-9«Durante o primeiro período do ano universitário americano, entre finais de Agosto e de Dezembro, Alberto de Lacerda leccionava em Boston. Pouco antes do Natal voltava a Londres. Este modo de vida quebrava as suas rotinas, afastava-o durante longos períodos de amigos queridos que lhe faziam falta, e devolvia-o anualmente às incertezas de uma vida profissional sem qualquer espécie de vínculo à carreira, que só nos últimos anos lhe deu um mínimo de segurança. Foi assim durante mais de duas décadas até ao inverno de 1996.
O Pajem Formidável dos Indícios foi escrito entre Outubro de 1995 e Janeiro de 1997. É o livro que o acompanha na despedida da América e o traz de regresso a Londres. É também o primeiro livro que se publica após a sua morte, escolhido de uma impressionante lista de poemas e livros organizados que deixou. Apesar da solidão que estes poemas nos revelam, deles também transparece o estado de encantamento em que viveu.
Alberto de Lacerda nasceu na Ilha de Moçambique a 20 de Setembro de 1928 e morreu em Londres, na madrugada do dia 27 de Agosto de 2007.»
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Cid
«“O cartoonista não tem por obrigação construir seja o que for. Se vemos que alguma coisa está mal, o nosso papel é destruir. Depois há gente que vem atrás e constrói sobre os escombros, mas não é nossa missão fazer crítica construtiva, isso cabe a outros, pensadores, políticos…” (entrevista, Maio de 2010). Talvez escombros seja exagero, mas a obra de Augusto Cid (Faial, 1941), que cumpre agora meio século, alguns estragos cometeu numa ou noutra figura da política nacional, como aliás exemplifica logo o primeiro dos auto-retratos que abrem esta antologia. E se começámos com o olhar do artista sobre o seu corpo, tínhamos de iniciar este texto com palavras suas sobre o seu espírito. O observador, que remete com ironia para pensadores e políticos a missão de construir, mexe com o objecto, incomoda com a perspectiva e a caneta. Pode até pedir desculpa, que não lhe evita dissabores: foi o primeiro desenhador de humor do pós-25 de Abril a ver livros seus apreendidos, sofreu processos e retaliações, antes ainda de outras mais duras e pesadas consequências devido a um acto de cidadania. Em país de coitadinhos sempre prontos a vestir o papel da vítima, preferindo os ademanes da simpatia à simples frontalidade, presos algures entre o cacique e o sabujo, Cid foi malcriado e panfletário, obsessivo e impiedoso, mas acima de tudo lúcido, acutilante e divertido.»
João Paulo Cotrim
Formato e acabamento: 23 x 29 cm, edição encadernada / 208 páginas / ISBN: 978-972-37-1513-2
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Arena - Inauguração na próxima terça-feira
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Apresentação da colecção Alberto de Lacerda, na Assírio & Alvim

O Presidente da Fundação Mário Soares e a Assírio & Alvim convidam-no(a) a participar na apresentação da
Colecção Alberto de Lacerda
dirigida por Luís Amorim de Sousa
Dia 28 de Junho, segunda-feira, às 18 horas
Auditório da Fundação Mário Soares, Rua de São Bento, 160, Lisboa
Serão lidos poemas de Alberto de Lacerda, por Maria de Jesus Barroso e Luís Lucas
Será servido um beberete
quarta-feira, 23 de junho de 2010
A Noite Abre Meus Olhos
domingo, 20 de junho de 2010
Vinte séculos de civilização iraniana
Do culto do fogo às Mil e Uma Noites: uma viagem através da civilização iraniana.
Já disponível nas livrarias [ISBN: 978-972-37-1367-1]
sábado, 19 de junho de 2010
Livros do Dia na Feira do Livro do Porto § 20/6/2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Livros do Dia na Feira do Livro do Porto § 19/6/2010
Este é o Tempo dos Assassinos
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Livros do Dia na Feira do Livro do Porto § 18/6/2010
António Franco Alexandre
Já a luz se apagou do chão do mundo,
Duende, Assírio & Alvim, 2002, p. 38
Obras de António Franco Alexandre na Assírio & Alvim















