sexta-feira, 11 de junho de 2010
Livros do Dia na Feira do Livro do Porto § 11/6/2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Quase, quase a chegar
Este livro admirável, traduzido e adaptado para a língua portuguesa por Helder Moura Pereira, surpreenderá decerto o leitor e levá-lo-á, numa viagem feita de maravilhosas construções de cartão que se erguem das páginas, por mitos centenários e lendas de todo o mundo. Tanto é possível explorar as margens exuberantes do Nilo do Antigo Egipto como visitar o reino de Zeus no cimo do monte Olimpo, muito para lá das nuvens que cobriam a antiga Grécia. Também podemos ir até às terras geladas dos deuses escandinavos, aventurarmo-nos pelo Extremo Oriente, onde o Imperador de Jade governa a partir dos céus ou pelas regiões selvagens da Oceania, onde a fúria vulcânica da ciumenta Pele continua presente sob a crosta terrestre.
«Este livro é dedicado a todas as pessoas dedicadas ao ensino que têm apoiado o nosso trabalho ao longo dos anos. Obrigado!» — Matthew Reinhart e Robert Sabuda.
Camões, por Eugénio de Andrade
Luís Vaz de Camões nasceu por volta de 1524 ou 25, provavelmente em Lisboa ou Alenquer, filho de Simão Vaz de Camões e Ana de Sá, que pertenciam à pequena aristocracia falida da época. Entre 1549 e 1551 esteve em Ceuta, em cujo cerco perdeu o olho direito.A paixão pela lírica e a participação nos divertimentos poéticos aproximaram-no das damas da corte, que galanteava, e dos fidalgos da alta nobreza, com quem mantinha relações de amizade. Mas a actividade literária de Luís de Camões não se restringia à poesia, sendo também conhecidos numerosos textos epistolares autobiográficos que escrevia de Lisboa e da Índia (para onde embarcou em 1553, na armada de Fernão Álvares Cabral) e através dos quais entramos em contacto com o lado mais sarcástico e boémio do escritor. Foi na Índia, mais exactamente em Goa, que colheu muita da inspiração para escrever a quase totalidade d’Os Lusíadas, obra épica que o coloca, em termos de genialidade, ao lado de Virgílio, Cervantes e Shakespeare. Por volta de 1556 partiu para Macau. No naufrágio na foz do rio Mekong, de que se salvou a nado, conservou heroicamente o manuscrito do épico, que estava na altura bastante avançado.
Em 1569, falido e cansado, regressa a Lisboa. Em 1572 publica Os Lusíadas com alguma liberdade (visto a censura ter sido branda), mas continua a viver na pobreza, não obstante a tença anual de 15 000 réis que lhe é atribuída.
A 10 de Junho de 1580 morreu Camões, “Príncipe dos poetas de seu tempo”.
Sonetos de Luís de Camões escolhidos por Eugénio de Andrade
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Livros do Dia na Feira do Livro do Porto § 10/6/2010

terça-feira, 8 de junho de 2010
Livros do Dia na Feira do Livro do Porto § 9/6/2010

segunda-feira, 7 de junho de 2010
Livros do Dia na Feira do Livro do Porto § 8/6/2010

Prémio Literário Manuel António Pina
Livros do Dia na Feira do Livro do Porto § 7/6/2010
sábado, 5 de junho de 2010
Livros do Dia na Feira do Livro do Porto § 6/6/2010

sexta-feira, 4 de junho de 2010
Livros do Dia na Feira do Livro do Porto § 5/6/2010

João Bénard da Costa, hoje na Feira do Livro do Porto
Livros do Dia na Feira do Livro do Porto § 4/6/2010

quinta-feira, 3 de junho de 2010
Feira do Livro do Porto ||| Livros do Dia 3/6/2010
Poesias Completas, de Alexandre O'Neill Preço de Catálogo: 33 € Preço de Livro do Dia: 20 €
Anos 70 · Poemas Dispersos, de Alexandre O'Neill Preço de Catálogo: 14 € Preço de Livro do Dia: 8 €







