terça-feira, 8 de junho de 2010

Livros do Dia na Feira do Livro do Porto § 9/6/2010

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Cozinha do Minho, por Alfredo Saramago
Preço de Catálogo: 35 € Preço de Livro do Dia: 21 €
Cozinha Transmontana, por Alfredo Saramago e António Monteiro
Preço de Catálogo: 35 € Preço de Livro do Dia: 21 €
Obra Essencial de Fernando Pessoa, Volume II; Poesia do Eu, de Fernando Pessoa
Preço de Catálogo: 22,50 € Preço de Livro do Dia: 13,50 €
Obra Essencial de Fernando Pessoa, os 7 Volumes
Preço de Catálogo: 157,50 € Preço de Livro do Dia: 94,50 €

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Livros do Dia na Feira do Livro do Porto § 8/6/2010

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Myra, de Maria Velho da Costa
Preço de Catálogo: 16 € Preço de Livro do Dia: 9,50 €
Iluminações · Uma Cerveja no Inferno, de Rimbaud
Preço de Catálogo: 13 € Preço de Livro do Dia: 8 €
Obra Essencial de Fernando Pessoa, Volume I; Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa
Preço de Catálogo: 22,50 € Preço de Livro do Dia: 13,50 €
Obra Essencial de Fernando Pessoa, os 7 Volumes
Preço de Catálogo: 157,50 € Preço de Livro do Dia: 94,50

Prémio Literário Manuel António Pina

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Encontram-se abertas de 1 de Junho a 30 de Julho as candidaturas à 1ª Edição do Prémio Literário Manuel António Pina. Instituído pela Câmara Municipal da Guarda com o objectivo de homenagear o escritor e poeta natural do Distrito da Guarda, o Prémio será atribuído anualmente, premiando, em anos pares, poesia e, em anos ímpares, literatura infanto-juvenil.

Neste ano realizar-se-á a 1.ª edição, a atribuir a obras de Poesia. O Prémio terá o valor pecuniário de 2.500,00 € (dois mil e quinhentos euros), correspondendo este montante aos direitos de autor respeitantes à edição da obra premiada, a editar pela Câmara Municipal da Guarda em parceria com a Assírio & Alvim. Para efeitos de concurso, serão considerados os trabalhos inéditos de Poesia de autores portugueses, que cumpram os procedimentos previstos no respectivo Regulamento, a consultar em www.mun-guarda.pt.

A atribuição do Prémio Manuel António Pina será feita em sessão solene, na Guarda, no dia do aniversário do Escritor, 18 de Novembro de 2010. O regulamento também pode ser consultado aqui, e o formulário de candidatura aqui. Participe!

Para ler, n'A Phala online


Livros do Dia na Feira do Livro do Porto § 7/6/2010

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Obra Essencial de Fernando Pessoa, Volume VII; Cartas, de Fernando Pessoa
Preço de Catálogo: 22,50 € Preço de Livro do Dia: 13,50 €
Obra Essencial de Fernando Pessoa, os 7 Volumes
Preço de Catálogo: 157,50 € Preço de Livro do Dia: 94,50 €
A Minha Escola Não é Esta, de Pedro Strecht
Preço de Catálogo: 18 € Preço de Livro do Dia: 10 €
Já Cá Não Está Quem Falou, de Alexandre O'Neill
Preço de Catálogo: 18 € Preço de Livro do Dia: 10 €

Mesmo em frente ao Grandella

sábado, 5 de junho de 2010

Livros do Dia na Feira do Livro do Porto § 6/6/2010

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Qual é a Minha ou a Tua Língua? Organização e Tradução de Jorge Sousa Braga
Preço de Catálogo: 14 € | Preço de Livro do Dia: 8 €
Diário 1941-1943, de Etty Hillesum
Preço de Catálogo: 22 € | Preço de Livro do Dia: 13 €
Obra Essencial de Fernando Pessoa, Volume VI; Poesia Inglesa, de Fernando Pessoa
Preço de Catálogo: 22,50 € Preço de Livro do Dia: 13,50 €
Obra Essencial de Fernando Pessoa, os 7 Volumes
Preço de Catálogo: 157,50 € Preço de Livro do Dia: 94,50 €

Em certas tardes altas, absolutas...


sexta-feira, 4 de junho de 2010

Livros do Dia na Feira do Livro do Porto § 5/6/2010

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Os Papéis de K., de Manuel António Pina
Preço de Catálogo: 10 € Preço de Livro do Dia: 6 €
Pack Assirinha § Manuel António Pina
Preço de Catálogo: 39 € Preço de Livro do Dia: 23 €
Obra Essencial de Fernando Pessoa, Volume V; Prosa Íntima e de Autoconhecimento, de Fernando Pessoa
Preço de Catálogo: 22,50 € Preço de Livro do Dia: 13,50 €
Obra Essencial de Fernando Pessoa, os 7 Volumes
Preço de Catálogo: 157,50 € Preço de Livro do Dia: 94,50 €

Manuel António Pina em destaque

Sábado, 5 de Junho às 17:30 horas, no Auditório da Feira do Livro do Porto.
Com Álvaro Magalhães, Luís Miguel Queirós, Sousa Dias e
Manuel António Pina.

João Bénard da Costa, hoje na Feira do Livro do Porto

Um ano volvido sobre o desaparecimento de João Bénard da Costa, a Feira do Livro do Porto homenageia aquele a quem Eduardo Lourenço chamou “O Senhor Cinema português”, de que foi um dos grandes protagonistas nas últimas décadas. Foi através do seu olhar que muitos vimos e aprendemos (e continuaremos a aprender com os muitos livros que nos deixou) a ver os filmes. A ver o que lá está e o que não nos tínhamos apercebido que lá estava. Os seus textos (as muitas Folhas da Cinemateca – agora também em livro – as muitas crónicas, monografias, catálogos) seduzem-nos e levam-nos aos filmes. Que João Bénard da Costa amava. E gostava de partilhar esse amor connosco. Em textos “parciais e apaixonados”. Pelo cinema. Pela pintura. Pela literatura. Pela música. Pela vida.
Para além dos catálogos da Cinemateca, JBC publicou Os Filmes da Minha Vida, os Meus Filmes da Vida (já em segunda edição), um segundo volume Os Filmes da Minha Vida, o livro sobre actores e actrizes Muito Lá de Casa, histórias do cinema português, etc.. Acaba de sair o 1º de uma série de 4 volumes de Crónicas – Imagens Proféticas e Outras, organizado por Lúcia Guedes Vaz, que no dia 4 estará presente na sessão (às 21:00 horas) A CASA ENCANTADA DE JOÃO BÉNARD DA COSTA, juntamente com Maria João Seixas, actual directora da Cinemateca Portuguesa, e João Pedro Bénard. Segue-se (22:00 horas) a exibição, ao ar livre, de JOHNNY GUITAR, de Nicholas Ray, o filme da vida dos filmes da vida de João Bénard da Costa, numa cópia cedida pela Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema.

Livros do Dia na Feira do Livro do Porto § 4/6/2010

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Muito lá de Casa, de João Bénard da Costa
Preço de Catálogo: 20 € Preço de Livro do Dia: 12 €
Os Filmes da Minha Vida, 2.º volume, de João Bénard da Costa
Preço de Catálogo: 20 € Preço de Livro do Dia: 12 €
Obra Essencial de Fernando Pessoa, Volume IV; Poesia dos Outros Eus, de Fernando Pessoa
Preço de Catálogo: 22,50 € Preço de Livro do Dia: 13,50 €
Obra Essencial de Fernando Pessoa, os 7 Volumes
Preço de Catálogo: 157,50 € Preço de Livro do Dia: 94,50 €

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Feira do Livro do Porto ||| Livros do Dia 3/6/2010

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Obra Essencial de Fernando Pessoa, Volume III; Prosa Publicada em Vida, de Fernando Pessoa
Preço de Catálogo: 22,50 € Preço de Livro do Dia: 13,50 €
Obra Essencial de Fernando Pessoa, os 7 Volumes Preço de Catálogo: 157,50 € Preço de Livro do Dia: 94,50 €
Poesias Completas
, de Alexandre O'Neill
Preço de Catálogo: 33 € Preço de Livro do Dia: 20 €
Anos 70 · Poemas Dispersos
, de Alexandre O'Neill
Preço de Catálogo: 14 € Preço de Livro do Dia: 8 €

quarta-feira, 2 de junho de 2010

E o Porto aqui tão perto

terça-feira, 1 de junho de 2010

Assírio & Alvim na Feira do Livro do Porto

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Dinis Machado faria hoje 80 anos

© rabiscos vieira
Dinis Machado faria hoje 80 anos. Com a devida vénia aqui reproduzimos o desenho que Pedro Vieira, do Irmão Lúcia, «rabiscou» para assinalar a data e recordar o escritor.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Feira do Livro de Lisboa (e a do Porto já tão perto!). Ainda o debate sobre um prolongamento que acabou empatado... e outras questões

Perguntava, há dias, uma nossa amiga do Facebook: «Não percebo: não é bom que a Feira do Livro se prolongue? Para todos?»

E nós respondemos: «Sim, é bom para os leitores e nós também gostamos muito de estar nas Feiras do Livro e de conviver com os leitores dos livros que editamos, mas não há contradição nisto [em sermos contra o prolongamento].
A Feira do Livro de Lisboa tinha sido marcada, anunciada e organizada pelos participantes com um determinado número de dias e há que ser rigoroso nestas coisas, não acha? Faça chuva ou faça sol, risco que se corre em eventos realizados ao ar livre, onde achamos que a Feira (Festa) do Livro se deve manter.
No mundo do livro e da leitura há vários intervenientes e, entre eles, os livreiros (e há-os muito bons por esse país fora) ocupam um lugar muito importante. Há, pois, que ter muito cuidado com comportamentos que ponham em causa a sobrevivência de uma boa rede de livrarias, indispensável ao enriquecimento e progresso [cultural e económico] do nosso país.»

E acrescentávamos, numa outra troca de impressões: «Dissemos NÃO ao prolongamento da Feira do Livro de Lisboa, bem como à happy hour, por respeito aos livreiros com quem sempre contámos e queremos continuar a contar. Somos dos que acham que aquilo que é mau para os livreiros não é bom para os editores, evidência que ainda escapa a muita gente dos livros. Estivemos no seu prolongamento (que acabou empatado) apesar do mail da APEL a "permitir" (!) que fechássemos antes da nova data de encerramento, pelo muito respeito que nos merecem os nossos leitores.»

Neste momento há um debate a correr em vários blogues, entre eles os das livrarias Pó dos Livros, A das Artes e Trama, e ainda no Isto Não Fica Assim!, do Encontro Livreiro, no Cadeirão Voltaire, de Sara Figueiredo Costa, na Frenesi, no Irmão Lúcia, de Pedro Vieira, e no Chapéu e Bengala, de Manuel Medeiros, o «Livreiro Velho».
Achamos que este é um debate necessário e urgente. Seguimo-lo com muito interesse e apelamos a que outros entrem num DEBATE que deve dar corpo e sequência ao PROTESTO e que, para além do prolongamento, pense outras questões, como a duração da Feira do Livro (não seriam suficientes 9, 10 dias?), as datas das feiras de Lisboa e Porto (não é já claro que estas datas não servem?), a proliferação de feiras que praticam descontos escandalosos em livros acabados de chegar às livrarias, a aplicação da Lei do Preço Fixo, etc., etc., um sem fim de questões que pedem, há muito, solução.
A solução dos problemas do livro e da leitura em Portugal exige a ultrapassagem de uma visão maniqueísta que alija responsabilidades e aponta o dedo e apenas vê o argueiro no olho do outro. E se olhássemos, por momentos, para dentro e nos perguntássemos o que temos feito nós para a encontrar? Fica a pergunta.

Post Scriptum em 29 de Maio de 2010: No Actual /Expresso de hoje (p. 34) António Guerreiro escreve «Sobre o arraial das livrarias e a Feira do Livro». Uma opinião a ter em conta e a engrossar um debate necessário e urgente. Não resistimos a reproduzir a última frase: «Esta coisa do mercado dos livros afeiçoou-se primeiro ao espectáculo e já vai, como é visível, no espectáculo grotesco.»

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Feira do Livro Manuseado — 2010

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Começa já amanhã a «Feira do Livro Manuseado», promovida anualmente pela Assírio & Alvim. São na sua maior parte óptimos livros, maculados apenas por uma ou outra pequena mancha ou ligeira imperfeição e por isso, por isso apenas, vendidos a preços tão baixos que nem a crise será uma desculpa para não os ler.

Visite-nos até 10 de Julho na Rua Passos Manuel, 67-b, em Lisboa, ou na Assírio & Alvim Livros, no Chiado, e encontre também livros esgotados, fora do mercado, cartazes da editora, postais e muitas outras surpresas.

Locais e Horários:

Livraria Assírio & Alvim; Rua Passos Manuel, 67-B, Lisboa: de segunda a sexta-feira das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00.

Assírio & Alvim livros, no Chiado, com entrada pela Rua Garrett n.º 10 ou pela Rua do Carmo n.º 29: de segunda a sexta-feira das 15h00 às 19h00 e aos sábados das 12h00 às 19h00.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Alfredo Saramago § 10/05/1938 — 25/05/2008

O prazer do imaginário


Ouvi uma pessoa, com responsabilidades na análise social contemporânea, proclamar com pose eclesial que o mundo moderno apoiado nas avançadas tecnologias já não se compadece do imagi­nário. Não gostei de ouvir. Primeiro por uma razão que sei que é ridícula, mas que não posso evitar: não gosto da palavra compadece. Há bengalas de linguagem que me cansam e, tal como o é assim, ou seja, e algumas outras, o compadece maça-me. Não gostei da forma e menos gostei do conteúdo porque a afirmação é totalmente desprovida de sentido.
Vi em França um filme publicitário que se passava numa cidade futurista onde milhares de soldados com caras de aço despejavam computadores nas praças públicas, queimando-os perante o olhar assustado e revoltado da multidão que assistia. Uma voz grave, em off, dizia: uns quiseram queimar os livros, outros talvez pretendam queimar a Internet.
Este filme publicitário não tem como único objectivo realçar a vantagem de uma assinatura da Internet, tem intenção, também, de despertar o imaginário do telespectador para uma estética de filme de ficção científica, para uma lembrança dos autos-de-fé inquisitoriais e, mais recentemente, para as grandes fogueiras de livros organi­zadas pelos nazis. Tudo isto tendo como pano de fundo uma utopia – a Internet –, fundada na liberdade, na transparência e na troca universal.
Esse filme ensina-nos que o imaginário, normalmente associado à ilusão e à divagação, está no cerne das representações da técnica. Este exemplo também nos deixa despertos para o papel e a omnipresença do imaginário nas sociedades ditas modernas e racionais. As sociedades modernas construíram-se à volta de novas formas de imaginário, fundadas sobre os mitos do Progresso e da aspiração à feli­cidade. Desta forma, as novas tecnologias parecem ter realizado milagres oferecendo-nos, entre outras coisas notáveis, a liberdade – o robot e o computador libertaram-nos de constrangimentos domésticos –, a inteligência – o conhecimento universal através dos sistemas e bases de dados –, a convivialidade – a aldeia global da Internet –, a imortalidade – o audiovisual permite-nos gravar tudo.
As ciências humanas têm-se dado ao trabalho de mostrar o carácter universal do imaginário como modo de apreensão do mundo porque o imaginário, como dizia André Breton, é tudo o que tende vir a ser real. É necessário prestar atenção ao nosso imaginário, ter prazer no fulgor da nossa imaginação e deixar morrer o conceito que associava os mitos, as lendas, as ficções e as utopias a um território, se não fútil, pelo menos relacionado com fantasias e elucubrações. O imaginário está em todo o lado, nos nossos amores, nos nossos alimentos, nas viagens, etc., e faz parte da bagagem cognitiva do homem. Os sonhos têm servido de base a projectos, as ficções podem ser consideradas como referências culturais de uma sociedade, os mitos sociais contribuíram para sedimentar saberes dessa mesma sociedade e as utopias têm constituído alavancas para as modificar e melhorar.
O imaginário é como um museu de imagens, sejam elas passadas, possíveis, já realizadas ou a realizar e pode manifestar-se em todas as ocasiões, seja nos sonhos, nos delírios, nas visões ou mesmo nas alucinações. O homem não pode viver sem imaginário, sem o prazer do imaginário porque ele é, antes de tudo, um antídoto do medo, principalmente do medo da morte porque, felizmente ou infelizmente, o homem é o único animal a ter consciência dela.

sábado, 22 de maio de 2010

Livros do Dia § 22 e 23/05/2010

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Obra Essencial de Fernando Pessoa, Volume VI; Poesia Inglesa, de Fernando Pessoa
Preço de Catálogo: 22,50 € Preço de Livro do Dia: 13,50 €
Obra Essencial de Fernando Pessoa, os 7 Volumes
Preço de Catálogo: 157,50 € Preço de Livro do Dia: 94,50 €
O Medo, de Al Berto
Preço de Catálogo: 40 € Preço de Livro do Dia: 24 €
Uma Grande Razão, de Mário Cesariny
Preço de Catálogo: 14 € Preço de Livro do Dia: 8 €



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Obra Essencial de Fernando Pessoa, Volume I; Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa
Preço de Catálogo: 22,50 € Preço de Livro do Dia: 13,50 €
Obra Essencial de Fernando Pessoa, os 7 Volumes
Preço de Catálogo: 157,50 € Preço de Livro do Dia: 94,50 €
Livro do Desassossego, composto por Bernardo Soares
Preço de Catálogo: 36 € Preço de Livro do Dia: 21 €
Ofício Cantante, de Herberto Helder
Preço de Catálogo: 48 € Preço de Livro do Dia: 28 €