segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Aniversários
sábado, 30 de janeiro de 2010
Prémio para «O Viajante Sem Sono»
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
«Prémio de Literatura Gastronómica» para o livro «Cataplana Experience», de Fátima Moura
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
São Paulo
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Estão a chegar às livrarias


quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
E continua, na Guarda, o Ciclo Manuel António Pina
Conforme anunciámos há dias «A 18 de Janeiro foi inaugurada na Galeria do Paço da Cultura uma exposição da autoria da artista plástica e ilustradora Ilda David’ que reúne as ilustrações do livro História do Sábio Fechado na Sua Biblioteca, da autoria de Manuel António Pina. A exposição tem entrada livre e ficará patente até 27 de Fevereiro. Sobre o mesmo livro é apresentada uma peça homónima, marcada para o dia 20 no Pequeno Auditório do TMG. A “História do sábio fechado na sua biblioteca” é apresentada pela companhia Pé de Vento em duas sessões. A primeira às 10h00 para o público das escolas e a segunda às 21h30 para o público em geral. A peça conta a história de um Sábio que vivia há muitos anos fechado na sua Biblioteca e sabia tudo. Nada do que existia, e até do que não existia, tinha para ele segredos. Sabia quantas estrelas há no céu e quantos dias tem o mundo, até ao dia que um estrangeiro lhe bate à porta. O espectáculo tem encenação de João Luiz, cenografia de João Calvário e Rui Azevedo, figurinos de Susanne Rösler, música original de Pedro Junqueira Maia, desenho de luz de Rui Damas e interpretação de Rui Spranger e Sara Paz.Assírio & Alvim no Facebook
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Lançamento do livro «O Tempo de Perfil»
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Cidade da Guarda dedica ciclo a Manuel António Pina
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
«Soneto para Cesário», de Dinis Machado
SONETO PARA CESÁRIO
Se te encontrasse, agora, na paisagem
nocturna dos fantasmas da cidade,
contava-te dos nossos pobres versos
no teu rasto de sombra e claridade.
Contava-te do frio que há em medir
a distância entre as mãos e as estrelas,
com lágrimas de pedra nos sapatos
e um cansaço impossível de escondê-las.
Contava-te — sei lá! — desta rotina
de embalarmos a morte nas paredes,
de tecermos o destino nas valetas...
Duma história de luas e de esquinas,
com retratos e flores da madrugada
a boiarem na água das sarjetas.
Dinis Machado
In «Diário Ilustrado», de 20 de Abril de 1957, p. 9.
Com ilustração assinada «K.»
Transcrição: Cortesia de Vasco Rosa.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Perfeita como um livro

incomparável, cobre tudo com a sua distracção vermelha.
Por detrás da noite de pendidas
rosas, a carne é triste e perfeita
como um livro.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
domingo, 20 de dezembro de 2009
Tigre Tigre, brilho em brasa
O Tigre
E qual ombro, & qual arte,
Quando estrelas dardejaram
Tigre Tigre brilho em brasa,











