sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Dias Úteis, de Catarina Botelho / Amanhã no Chiado

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Amanhã, sábado, dia 12 de Dezembro, pelas 18h00. Lançamento do catálogo Dias Úteis de Catarina Botelho. Em paralelo com o lançamento do catálogo haverá uma projecção do vídeo de Renata Sancho e Catarina Botelho com o registo da exposição.

Na loja temporária da Assírio & Alvim ao Chiado (pátio do quarteirão do edifício da Nespresso, com entrada pela R. Garrett, 10 ou R. do Carmo, 29).

Edição Assírio e Alvim. Mecenas Fundação EDP. Apoio do vinho Vale d’Algares.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Poemas de Sérgio Godinho ao vivo

É hoje, às 18h30, no El Corte Inglés (Restaurante, Piso 7), em Lisboa. Apresentação de Anabela Mota Ribeiro. Leitura de poemas por Jorge Silva Melo e por Sérgio Godinho.
Obras de Sérgio Godinho na Assírio & Alvim: O Pequeno Livro do Medos [2000] (ilustrações de Sérgio Godinho), 55 Canções de Sérgio Godinho - Partituras, letras, cifras [2007], O Sangue Por Um Fio - Poemas [2009] (desenhos de Tiago Manuel). Sobre Sérgio Godinho: Retrovisor - Uma biografia musical de Sérgio Godinho [2006], de Nuno Galopim.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Encontro com... António Osório



«09 Dezembro 17h30 Auditório BNP Entrada livre

Dando continuidade ao programa Encontro com…, organizado conjuntamente pela Biblioteca Nacional de Portugal e pela Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas, a edição do quarto trimestre centra-se na personalidade e na obra de António Osório. A sessão conta com a presença do Escritor, as intervenções de Ana Marques Gastão e de Fernando Pinto do Amaral e a leitura de textos pelo actor Luis Lucas.

Nascido em Setúbal em 1933, o Escritor António Osório advoga em Lisboa. Bastonário da Ordem dos Advogados entre 1984 e 1986, administrou a Comissão Portuguesa da Fundação Europeia da Cultura e presidiu à Associação Portuguesa para o Direito do Ambiente. Foi director da revista Foro das Letras, da Associação Portuguesa de Escritores Juristas. Está publicado no Brasil e traduzido em inglês, francês, italiano, espanhol e catalão. Tem participado em recitais de poesia no país e no estrangeiro.

Desde 1954 colaborador de Anteu/Cadernos de Cultura, só em 1972 António Osório fez a sua estreia poética com A Raiz Afectuosa. Alinhada com a inspiração antiga (à semelhança de Sophia de Mello Breyner, de David Mourão-Ferreira ou de Ramos Rosa, também eles iluminados pela ascética claridade de Dante) já então a sua lírica se destacava da modernidade formalista que animou alguma poesia portuguesa das décadas de sessenta e setenta, vindo a desenhar, nas palavras de Eduardo Lourenço, “uma das nossas constelações poéticas mais inequivocamente originais”, “um canto enraizado no ritmo imemorial do coração” indutor da amorosa auscultação da realidade quotidiana e do “ser das coisas” que fidelizam a consciência de si.

Tendencialmente aforística a escrita deste autor lírico é discipular dos ritmos do hai-ku, da inscrição poética e do poema em prosa.

Principais publicações monográficas:

A Raiz Afectuosa, 1972; A Mitologia Fadista, ensaio 1974; A Ignorância da Morte, 1978; O Lugar do Amor, 1981; Décima Aurora, 1982 (Prémio Município de Lisboa, 1983); Adão, Eva e o Mais, 1983 (Prémio Município de Lisboa); António Osório por Eduardo Lourenço, antologia, 1984; Aforismos Mágicos, 1985; Planetário e Zoo dos Homens, 1990 (Prémio do Pen Club Português, 1991); Ofício dos Touros, 1991; Antologia Poética, 1994; Crónica da Fortuna, 1997; Bestiário, 1997; Aforismos Mágicos. D. Quixote e os Touros (reúne Aforismos Mágicos e Ofício dos Touros), 1998; Barca do Mundo I (reúne A Raiz Afectuosa e A Ignorância da Morte, 1999; Obra Poética II (reúne O Lugar do Amor e Décima Aurora), 2001; Casa das Sementes, 2006.»

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Sérgio Godinho - Poemas



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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Tom Waits


Thomas Alan Waits nasceu a 7 de Dezembro de 1949, em Ponoma, pequena cidade na Califórnia do Sul. De ascendência escocesa, irlandesa e norueguesa, os pais, professores, eram admiradores de Gershwin, Cole Porter, Sinatra e Louis Armstrong e fervorosos leitores de boas histórias. Na adolescência ouvia os acordes de Bob Dylan na rádio e aprendeu a tocar piano e guitarra.
Waits descobre e aventura-se pelas obras de Jack Kerouac, Gregory Corso, Allen Ginsberg e outros cronistas da Geração Beat, com os quais se identifica muito e que constituíram as suas referências literárias.
Através de Herb Cohen entra no mundo da música e edita o seu primeiro álbum, Closing Time (1972), e o segundo, The Heart of Saturday Night, desde logo muito bem recebidos pela crítica, pelos seus originais jogos linguísticos, sons de swing e de jazz. As suas canções ilustram os sonhos dos marginalizados na cidade grande, ambientes urbanos decadentes de prostitutas, bêbedos e moças provincianas acabadas de chegar. Tudo isto se encaixa numa voz rouca de nicotina e álcool e um estilo musical que vai do jazz à polka, passando pelo folk.
Trabalhou com Francis Ford Coppola no filme Do Fundo do Coração e, em 1980, casou com Kathleen Breenann. Foi também compositor de muitas bandas sonoras para filmes como A Última Caminhada ou O Fim da Violência.
A voz rouca única, a atitude marginal singular, a poesia das letras do quotidiano e as composições inovadoras tornaram-no uma referência musical.


Nocturnos é título do livro de Tom Waits, magistralmente organizado por João Lisboa, que traduziu as letras e algumas das mais marcantes entrevistas deste brilhante nova-iorquino de voz rouca.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Lançamento do livro de William Blake


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Jazz

“O Villas-Boas era o jazz em Portugal. Tudo o que existe hoje foi ele que fez. Se não fosse ele, ainda estaríamos na pré-história do jazz.”
Bernardo Moreira (presidente do Hot Club)

“Foi uma pessoa que sempre me acompanhou e tinha um carisma especial e uma vontade de estar com os músicos e partilhar connosco as suas aventuras. Foi um pioneiro do jazz em Portugal. Uma força da natureza a contar histórias. Isso aproximou-me muito do mundo do jazz, numa altura em que eu tinha 16, 17, 18 anos.”
Bernardo Sassetti (pianista e compositor)

“Trabalhei com ele durante 15 anos, entre 1974 e 1988, no Cascais Jazz. Conheci-o na década de 1950, através do Gérard Castello-Lopes, um dos fundadores do Hot Clube. Foi ele que trouxe o jazz para Portugal. Foi ele que fez o primeiro programa de rádio sobre jazz, com o Artur Agostinho.”
Duarte Mendonça (produtor e promotor de jazz)

“Luís Villas-Boas era a pessoa mais importante do jazz em Portugal. Tinha um grande amor por aquela música, sem intuitos lucrativos. A mim ajudou-me com o seu entusiasmo e sempre me tratou muito bem. Acreditou em mim e deu-me trabalho, e assim pude dedicar-me inteiramente à música que eu amava.”
Maria João

“Foi o mais importante impulsionador do jazz em Portugal, numa época em que era muito mais difícil fazê-lo. Eu era pequeno e ainda não pensava em ser músico, já ele se dedicava ao jazz de forma desinteressada e apaixonada. O Cascais Jazz ficará para a história da música em Portugal como o único pulmão de uma música que era quase um sinal de liberdade.”
Mário Laginha
O Jazz Segundo Villas-Boas, de João Moreira dos Santos, Assírio & Alvim, 2007
Este é o fim-de-semana do regresso do Cascais Jazz. Bom fim-de-semana!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Grande Prémio APE de Crónica atribuído a A.B. Kotter

Será hoje, pelas 18h00, a cerimónia de entrega do «Grande Prémio de Crónica APE / Câmara Municipal de Sintra».

O volume Bilhetes de Colares 1982-1998, de A. B. Kotter, pseudónimo de José Cutileiro, venceu este prémio por unanimidade, tendo o júri sido composto por Ernesto Rodrigues, José Manuel de Vasconcelos e Maria Augusta Silva.

A cerimónia de entrega do prémio decorrerá na Biblioteca Municipal de Sintra*, na Sala Vergílio Ferreira, a partir das 18h00.

* Rua Gomes de Amorim, 12; Sintra.

Ainda no Porto






Este livro surge como resultado da exposição Vicente, com pinturas de Ilda David’, inaugurada a 20 de Novembro de 2009, no Salão Nobre do Teatro Nacional São João (Porto), por sua vez concebida no âmbito da produção de Breve Sumário da História de Deus, estreada no mesmo dia.

«Não há dúvida de que o Breve Sumário da História de Deos cumpre o programa anunciado pelo Anjo, funcionando como “suma” ilustrativa da doutrina cristã sobre a História de Deus e do Homem.
Mas visto num âmbito mais geral, este auto acaba por servir também de base de sustentação a todo um ideário sobre o qual se constrói o Livro das Obras. Lendo a obra de Gil Vicente, no seu conjunto, apercebemo-nos, de facto, de que é este Homem originariamente tentado por Satanás que se mexe nas peças de Gil Vicente: é ele, afinal, quem veste as roupas do farsante enganado ou enganador, do pecador contumaz e alienado, à beira de entrar no batel do inferno; ao longo dos autos vicentinos, também encontramos os sucedâneos de Abel e de Job, os (pouco numerosos) seguidores de Cristo que rejeitam as glórias do Mundo e são acolhidos na barca do Paraíso. É afinal nestas faces e contra-faces da conduta humana que assenta a condição moralizante do teatro vicentino, fazendo dele uma espécie de Pregação. E embora se saiba que essa Pregação pretendeu intervir essencialmente no seu próprio tempo, não pode ignorar-se que nela estão contidas potencialidades estéticas e ideológicas que largamente excedem os seus limites.»
José Augusto Cardoso Bernardes, in «Posfácio»
Mais informações sobre o Auto e a Exposição AQUI.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Lançamento no Porto


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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

BLACKPOT

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Mário Cesariny § 9/8/1923 — 26/11/2006

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Obra Completa de Dennis McShade

Com a recente edição do inédito Blackpot, está finalmente disponível nas livrarias a Obra Competa de Dennis McShade [Dinis Machado]
«Pode-se vomitar tudo menos o medo e a solidão. Esta frase idiota fora-lhe dita, uma vez, por um médico que morrera atropelado por um camião. Continuou a olhar para o espelho e tentou sorrir da ideia. Mas não sorriu.» [Blackpot]

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Maria Gabriela Llansol § 24-11-1931 / 03-03-2008

24

A narradora olha o tempo que está caindo às
Águas em fragmentos. Cada presença recordante
Oscila nelas a caminho. Seu sonho é uma escrita
Nomeante que adiante. «Nada de seguro», se assim
Quiser chamar-se o Tempo. Se tivesse sido ela a
Redigir o Génesis, em vez dos padres de Jerusalém,
Teria prestado a Iavé um outro impulso para a
Criação. «E Iavé disse ao homem: “Tirei-te do barro.
Dotei-te de escrita abundante e de palavra rara.”»










segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Herberto, os índios Guaranis, a literatura e o cinema


–Instruções–
(Guaranis)


«Quando está prestes a nascer uma criatura que alegrará
quem ostenta a insígnia da masculinidade,
o emblema da feminilidade,
envia à terra uma palavra-alma para nela encarnar»,
disse o Pai Primeiro
aos pais verdadeiros das palavras-almas dos filhos.
«Então à boa palavra-alma que enviares à terra, para nela encarnar,
dirás:
enfrenta com muita força a morada terrestre;
mesmo que todas as coisas se ergam contra ti,
enfrenta-as com muita força.
Guarda-me no teu coração.
Farei com que a minha palavra circule em ti e te inspire.
Guarda-me no teu coração.
Farei com que os meus inúmeros e secretos filhos excelsos
digam palavras inspiradoras.
No tamanho do coração, no dom de esconjurar os malefícios,
não haverá na terra ninguém como os meus inúmeros e
secretos filhos excelsos.
Então, quando estiveres com muita força na morada terrestre,
inspirado pelas palavras-almas,
nada te alcançará com tanta força na morada terrestre,
nada contra a tua palavra-alma inspirada com muita força.»

Poemas Ameríndios, poemas mudados para português por Herberto Helder, Assírio & Alvim, 1997.


«Birdwatchers, seleccionado para a competição no Festival de Veneza, chama a atenção para a luta dos índios Guarani-Kaiowá do Brasil, cujas terras estão a ser destruídas para a produção de bio-combustíveis para automóveis e outros veículos.»

Herald Tribune

«[...] a questão era “como” fazer o filme, com que linguagem cinematográfica, com que estratagemas. Sabia que o problema principal seria escolher os actores que interpretariam aquelas histórias. Mas que actores profissionais poderiam fazê-lo? Depois encontrei a resposta a esta pergunta numa tarde, durante uma reunião com uma autoridade do governo: aqueles homens e mulheres indígenas que observavam enquanto falavam em voz alta com as autoridades de Brasília possuíam uma arte retórica sofisticada, sabiam falar num modo convincente, com grande controlo das palavras e do corpo. A partir daquele momento tive a certeza absoluta de que o filme existiria apenas se conseguisse tornar aqueles indígenas os seus protagonistas. Sem eles não faria sentido. A fim de confirmar aquela minha primeira intuição pedi a um jovem indígena de nome Osvaldo, da comunidade de Ambrósio, se lhe interessava ser actor num filme. Perguntou-me o que queria dizer ser actor num filme, e eu respondi-lhe que ser actor significava representar uma personagem, que tinha necessidade de aprender a recitar. Ele pensou nisso durante um segundo e respondeu-me “mas eu já recito todos os dias”. “E quando?”, perguntei: “Todos os dias, quando rezo” respondeu. Os seus rituais são representações “teatrais”, manifestações e diálogos com Nhanderu, o seu Deus. Recitar está presente na sua tradição milenar.»
Marco Bechis, realizador de Birdwatchers – A Terra dos Homens Vermelhos (fotos acima), em exibição numa sala perto de si.


Também na Assírio & Alvim: Colecção «Coisas de Índios»

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Assírio & Alvim no Chiado

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Inauguração no Chiado e Lançamento de Blackpot – HOJE

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terça-feira, 17 de novembro de 2009

«As Voltas de um Andarilho - Fragmentos da vida e obra de José Afonso» é lançado hoje ao fim da tarde

Viriato e Zeca (1980)
«Os Couple Coffee vão participar na sessão de lançamento d'As Voltas de um Andarilho, que se realiza dia 17 de Novembro, terça-feira, pelas 19 horas, no Museu da República e Resistência, em Lisboa. A apresentação do livro será feita pelo jornalista João Paulo Guerra.
O grupo de Luanda Cozzetti e Norton Daiello, que protagonizou um dos mais interessantes trabalhos de recriação de músicas de José Afonso (que resultou no CD Co'as Tamanquinhas do Zeca, ed. Transformadores, 2007), vai interpretar alguns temas do criador de "Maio Maduro Maio" durante a apresentação d'As Voltas de um Andarilho.
Publicada com a chancela da Assírio & Alvim, esta nova versão, corrigida e aumentada, do livro de Viriato Teles sobre José Afonso surge no mercado vinte e seis anos após a publicação do primeiro esboço, em forma de caderno de reportagem, e decorridos que são dez sobre a primeira publicação no formato actual. Além das prosas originais, esta edição inclui vários textos novos e uma discografia exaustiva das versões de temas de Zeca por outros intérpretes.
O lançamento d'As Voltas de um Andarilho decorrerá no auditório da Biblioteca-Museu da República e Resistência, na Rua Alberto de Sousa, 10-A (bairro do Rego, junto à Av. das Forças Armadas). A entrada é livre, sujeita à lotação da sala.»
Texto e imagem colhidos em http://andarilho.viriatoteles.net/

domingo, 15 de novembro de 2009

Coppola, Artaud, Vincent Gallo


«Embora a personagem interpretada por Vincent Gallo seja totalmente ficcional, Francis Ford Coppola e a sua equipa inspiraram-se em vários escritores famosos, sobretudo para determinar a personalidade e o olhar de Tetro. “Tetro é um homem criativo, um poeta, mas ele está infligido de dor, o que lhe dificulta exprimir-se, sendo essa a razão pela qual foi levado para um hospital psiquiátrico por um longo período”, explicou Cecilia Monti, a responsável pelo guarda-roupa no filme. No que diz respeito às características físicas da personagem, “pensámos num rosto longo e duro. Estudámos as vidas de vários artistas e ficámos interessados na cara de Antonin Artaud. Como Artaud, Vincent tem pele branca, olhos claros, e expressões fortes."»

Antonin Artaud na Assírio & Alvim: Heliogabalo ou o Anarquista Coroado (tradução de Mário Cesariny), 1991; Van Gogh - O Suicidado da Sociedade (tradução de Aníbal Fernandes), 2004; Eu, Antonin Artaud (tradução de Aníbal Fernandes), 2007.
Tetro, de Francis Ford Coppola, estreia na próxima quinta-feira, 19 de Novembro.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

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