terça-feira, 7 de julho de 2009

Grande Prémio de Poesia da APE/CTT para Armando Silva Carvalho

O escritor Armando Silva Carvalho foi o vencedor, por unanimidade, da edição de 2008 do Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores/CTT com a colectânea «O Amante japonês». Nascido em 1938 em Olho Marinho, Óbidos, Armando da Silva Carvalho é um dos nomes mais destacados da poesia portuguesa de hoje, mas a sua obra estende-se também ao domínio da ficção. 

Como poeta, escreveu, entre outros títulos, «Lírica consumível», «Os ovos de oiro», «Armas Brancas», «Técnicas de engate», «Sentimento de um ocidental», «O livro de Alexandre Bissexto», «Canis Dei» e «Sol a sol». Na ficção, é autor de «O alicate», «O uso e o abuso», «Portuguex», «Donamorta», «A vingança de Maria de Noronha», «Em nome da mãe», «O homem que sabia a mar» e, em parceria com Maria Velho da Costa, o «romance epistolar» intitulado «O Livro do Meio». 

No agora premiado «O amante japonês», publicado pela Assírio e Alvim, o autor recorre ao que o ensaísta e crítico Fernando J.B. Martinho descreve como «um elemento fundamental na definição da sua poética», a ironia. Licenciado em Direito, Armando Silva Carvalho desenvolveu diversas actividades profissionais - tendo sido, por exemplo, professor do ensino secundário e técnico de publicidade - colaborou em jornais e revistas e assinou diversas traduções.

in Diário Digital / Lusa

segunda-feira, 6 de julho de 2009

O Regresso de A Phala

A voz pública tem a teimosia como um defeito; crismada perseverança torna-se uma virtude.

Por teimosia (ou perseverança) A Phala regressa.

Concebida em 1986 por Manuel Hermínio Monteiro, prosseguiu, nesse formato inicial, até 2003. De periodicidade irregularmente trimestal foi assegurando o interesse dos leitores. Instrumento, sem dúvida, da construção da editora que a Assírio & Alvim era e da sua evolução, foi bastante mais que isso. Procurou (e é grato pensar que conseguiu) ser observador atento e agente de divulgação do que a cultura portuguesa ia produzindo – em particular da poesia escrita em português ou em português vertida. A que na altura era escrita e publicada e  aquela que tinha de ser recuperada e promovida.

A certa altura, este projecto, na forma que adquiriu, pareceu esgotar-se. À procura de um modelo mais ambicioso, menos rotineiro, A Phala sofreu uma transformação, na forma e no conteúdo. O primeiro número foi publicado, com o privilégio de, até agora, se ter revelado único.

Mudam-se os tempos… (que não as vontades) e teimosamente A Phala regressa, adaptada  às novas formas de comunicação. Os objectivos são os mesmos. Deseja-se que a qualidade seja a mesma e mereça, de novo, a atenção de antigos leitores e a nova atenção de outros.

José Alberto Oliveira

A Phala online, disponível a partir de hoje em phala.wordpress.com.

Feira das Viagens


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sexta-feira, 3 de julho de 2009

O medo segundo Manuel Guerra


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Amanhã, pelas 18h00, na livraria da Assírio & Alvim, assista à apresentação e projecção do mais recente projecto cinematográfico de Manuel Guerra: O Medo. Na Rua Passos Manuel, 67-b, em Lisboa.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Convite

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quarta-feira, 1 de julho de 2009

Carlos de Oliveira — 10/08/1921 § 01/07/1981

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Trilogia Maynardiana



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quarta-feira, 24 de junho de 2009

Trabalhos Recentes - Encerramento


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terça-feira, 23 de junho de 2009

Esta semana nas livrarias...



sexta-feira, 19 de junho de 2009

Mulher e Arma com Guitarra Espanhola


Foi ontem o lançamento maynardiano, entre amigos, petiscos e guitarradas. Para aqueles que não puderam participar, aqui fica desde já o convite para o lançamento da Trilogia Maynardiana, que decorrerá na Fnac Chiado, no próximo dia 29 de Junho pelas 18h30, desta vez com outro alinhamento.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Lançamento Maynardiano


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domingo, 14 de junho de 2009

Feira do Livro do Porto







Chega hoje ao fim a 79ª Feira do Livro do Porto 2009. O atendimento, gestão e logística comercial do pavilhão Assírio & Alvim da Feira do Livro do Porto são assegurados pela distribuidora Sodilivros, pelo que não nos é possível estar directamente presentes para conhecer e escutar os nossos leitores, como nós bem gostamos. Solicitamos, assim, que nos faça chegar as suas apreciações críticas e sugestões, podendo fazê-lo através de comentários a este texto ou, se preferir, para o seguinte endereço electrónico: luis.guerra@assirio.com. Obrigado.

sábado, 13 de junho de 2009

Fernando Pessoa [13-VI-1888 / 30-XI-1935]


sexta-feira, 12 de junho de 2009

120 anos de nascimento de Fernando Pessoa - encerramento das comemorações













quinta-feira, 11 de junho de 2009

Santo António no Largo de S. Carlos




Tiago Guillul programa a música da noite de Santo António. A partir das 18h30 no Espaço Pessoa & Companhia, no Largo de São Carlos, em Lisboa.

«No meio, o(s) livro(s)»

Mais logo, às 17h30, no Auditório da Feira do Livro do Porto, estarão à conversa sobre as suas obras mais recentes os escritores Maria Velho da Costa e Armando Silva Carvalho. O ciclo «No meio, o(s) livro(s)» é uma iniciativa pensada e programada por António Costa, comissário da programação cultural da 79ª Feira do Livro do Porto, na Avenida dos Aliados até ao próximo dia 14 de Junho.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Luís de Camões

Oh, como se me alonga de ano em ano
A peregrinação cansada minha!
Como se encurta, e como ao fim caminha
Este meu breve e vão discurso humano!


Vai-se gastando a idade e cresce o dano;
Perde-se-me um remédio que inda tinha;
Se por experiência se adivinha,
Qualquer grande esperança é grande engano.

Corro após este bem que não se alcança;
No meio do caminho me falece;
Mil vezes caio e perco a confiança.

Quando ele foge, eu tardo; e na tardança,
Se os olhos ergo a ver se inda aparece,
Da vista se me perde, e da esperança.

Luís de Camões (1524?-1580)
Sonetos de Luís de Camões
(escolhidos por Eugénio de Andrade)

segunda-feira, 8 de junho de 2009

No Prelo...



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sexta-feira, 5 de junho de 2009

Marcante, inesquecível, luminoso





















«1810-1910-2010, Datas e Desafios», Lançamento

















Hoje ao fim da tarde, Maria João Avillez conversa com D. Manuel Clemente a propósito do seu último livro, 1810-1910-2010; Datas e Desafios. Pelas 19h30, na livraria da Assírio & Alvim: Rua Passos Manuel, 67-B, em Lisboa.


Em 1810 foi a 3.ª Invasão Francesa, derradeiro episódio duma guerra que pôs fim a muito do que Portugal fora até aí. Em 1910, a República, enquanto mudança de regime. Em 2010, confrontamo-nos com outros desafios. No entanto, a sua consideração religiosa e cultural é necessária.
O presente volume junta uma parte do significativo avulso ensaístico do autor. A organização, da responsabilidade dos editores, expressa a hipótese seguinte: o texto inicial, que se destaca do conjunto por características talvez mais próximas da proposição, funciona como tese; os restantes ensaios ligam, adensam e debatem, com conhecimento e paixão invulgares, quanto ali é sugerido.

Manuel Clemente Nasceu em Torres Vedras a 16 de Julho de 1948. É licenciado em História e Teologia e doutorado em Teologia Histórica. Em 1975 começou a leccionar na Universidade Católica Portuguesa, tornando-se depois director do Centro de Estudos de História Religiosa dessa instituição.
Em Junho de 1979 foi ordenado presbítero; vinte anos depois, em Novembro de 1999, foi nomeado Bispo Auxiliar de Lisboa, com o título de Pinhel, e em de Janeiro de 2000, ordenado na Igreja de Santa Maria de Belém (Jerónimos). Em 2007, o Vaticano nomeou-o Bispo do Porto.
Publicou, entre outras, as obras Nas origens do apostulado contemporâneo em Portugal. A Sociedade Católica (1843-1853) [UCP, 1993], Igreja e Sociedade Portuguesa do Liberalismo à Republica [Grifo, 2002] e História e Religião em Torres Vedras [Grifo, 2004]. Publicou na Assírio & Alvim o livro Portugal e os Portugueses [Assírio & Alvim, 2008] e agora 1810-1910-2010; Datas e Desafios [Assírio & Alvim, 2009].