terça-feira, 7 de julho de 2009
Grande Prémio de Poesia da APE/CTT para Armando Silva Carvalho
segunda-feira, 6 de julho de 2009
O Regresso de A Phala
A voz pública tem a teimosia como um defeito; crismada perseverança torna-se uma virtude. Por teimosia (ou perseverança) A Phala regressa. Concebida em 1986 por Manuel Hermínio Monteiro, prosseguiu, nesse formato inicial, até 2003. De periodicidade irregularmente trimestal foi assegurando o interesse dos leitores. Instrumento, sem dúvida, da construção da editora que a Assírio & Alvim era e da sua evolução, foi bastante mais que isso. Procurou (e é grato pensar que conseguiu) ser observador atento e agente de divulgação do que a cultura portuguesa ia produzindo – em particular da poesia escrita em português ou em português vertida. A que na altura era escrita e publicada e aquela que tinha de ser recuperada e promovida. A certa altura, este projecto, na forma que adquiriu, pareceu esgotar-se. À procura de um modelo mais ambicioso, menos rotineiro, A Phala sofreu uma transformação, na forma e no conteúdo. O primeiro número foi publicado, com o privilégio de, até agora, se ter revelado único. Mudam-se os tempos… (que não as vontades) e teimosamente A Phala regressa, adaptada às novas formas de comunicação. Os objectivos são os mesmos. Deseja-se que a qualidade seja a mesma e mereça, de novo, a atenção de antigos leitores e a nova atenção de outros. José Alberto Oliveira A Phala online, disponível a partir de hoje em phala.wordpress.com.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
O medo segundo Manuel Guerra
quinta-feira, 2 de julho de 2009
quarta-feira, 1 de julho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
quarta-feira, 24 de junho de 2009
terça-feira, 23 de junho de 2009
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Mulher e Arma com Guitarra Espanhola
segunda-feira, 15 de junho de 2009
domingo, 14 de junho de 2009
Feira do Livro do Porto
sábado, 13 de junho de 2009
sexta-feira, 12 de junho de 2009
120 anos de nascimento de Fernando Pessoa - encerramento das comemorações
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Santo António no Largo de S. Carlos

Tiago Guillul programa a música da noite de Santo António. A partir das 18h30 no Espaço Pessoa & Companhia, no Largo de São Carlos, em Lisboa.
«No meio, o(s) livro(s)»
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Luís de Camões
Oh, como se me alonga de ano em ano
A peregrinação cansada minha!
Como se encurta, e como ao fim caminha
Este meu breve e vão discurso humano!
Vai-se gastando a idade e cresce o dano;
Perde-se-me um remédio que inda tinha;
Se por experiência se adivinha,
Qualquer grande esperança é grande engano.
Corro após este bem que não se alcança;
No meio do caminho me falece;
Mil vezes caio e perco a confiança.
Quando ele foge, eu tardo; e na tardança,
Se os olhos ergo a ver se inda aparece,
Da vista se me perde, e da esperança.
Luís de Camões (1524?-1580)
Sonetos de Luís de Camões
(escolhidos por Eugénio de Andrade)











