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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Helder Moura Pereira - Prémio de Poesia Luís Miguel Nava


Foto: Chapéu e Bengala / Culsete (Setúbal)

Helder Moura Pereira
é o vencedor, com o livro Se as Coisas Não Fossem o Que São, do Prémio de Poesia Luís Miguel Nava 2011.

O júri do prémio foi constituído por Carlos Mendes de Sousa, Fernando Pinto do Amaral, Gastão Cruz, Luís Quintais e Fernando J. B. Martinho.

Parabéns, Helder!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Rosa Maria Martelo distinguida com o Prémio Jacinto do Prado Coelho


Rosa Maria Martelo acaba de ser distinguida, pelo livro A Forma Informe - Leituras de Poesia, com o Prémio Jacinto do Prado Coelho, da Associação Portuguesa dos Críticos Literários. O júri do prémio foi constituído por Maria João Cantinho, Manuel Frias Martins e Liberto Cruz. 

Parabéns, Rosa Maria Martelo!

terça-feira, 13 de setembro de 2011

João Barrento - Prémio D. Dinis

(clicar na imagem para ler melhor)

terça-feira, 19 de abril de 2011

Manuel Gusmão vence Grande Prémio de Ensaio

O Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho, da Associação Portuguesa de Escritores, foi atribuído a  Manuel Gusmão, pela publicação da obra Tatuagem & Palimpsesto - da poesia em alguns poetas e poemas (Assírio & Alvim, 2010). Parabéns ao autor.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Lourdes Castro distinguida com o Prémio AICA / Ministério da Cultura de Artes Visuais

Parabéns Lourdes Castro.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

«Melhor Livro de Poesia de 2010»


Nomeados para «Melhor Livro de Poesia de 2010»
II Gala do Prémio Autor 2011 - Parceria SPA/RTP, hoje às 21h, em directo na RTP.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Prémio para a Assírio & Alvim

«A Academia Portuguesa de Gastronomia, na sua reunião plenária de 31 de Janeiro, decidiu atribuir à Assírio & Alvim o "Prémio Literatura Gastronómica", referente ao ano de 2010».

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Retratar o «Nome de Guerra»

Mais informações AQUI.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

«Gourmand» para livro de José Quitério


O livro de José Quitério, Escritores à Mesa (e outros artistas), acaba de ser galardoado com o «Gourmand World Cookbook Awards 2010», na categoria de Melhor Livro de Literatura Gastronómica em Portugal. Com este prémio passa à fase seguinte, onde irá competir a nível internacional para o prémio «The Best in the World». Os resultados serão anunciados, numa cerimónia a realizar em Paris, no dia 3 de Março de 2011.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes

O prémio será entregue pelo Presidente da Câmara Municipal de Amarante, Armindo Abreu, hoje, 11 de Dezembro de 2010, pelas 15:00, na Biblioteca Municipal Albano Sardoeira.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Myra

Depois do Prémio de Ficção do P.E.N. Clube (2008), do Prémio Máxima de Literatura (2009) e do Prémio Casino da Póvoa/Correntes d'Escritas (2010), mais um prémio para Myra, de Maria Velho da Costa, o Grande Prémio de Literatura DST. O júri deste último foi constituído por Vítor Aguiar e Silva (presidente), José Manuel Mendes e Carlos Mendes de Sousa. O prémio será entregue à escritora no dia 30 de Abril, na abertura da Feira do Livro de Braga. Parabéns à autora!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes

Armando Silva Carvalho, com a obra Anthero, Areia & Água, é o vencedor da 7ª edição do Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes promovido pela autarquia de Amarante. Parabéns, Armando.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Prémio Correntes d'Escritas 2010 para «Myra», de Maria Velho da Costa

Maria Velho da Costa acaba de vencer, com Myra (Assírio & Alvim 2008), o Prémio Literário Correntes d’Escritas/Casino da Póvoa 2010, este ano dedicado à prosa. O júri foi constituído por Carlos Vaz Marques, Dulce Maria Cardoso, Fernando J.B. Martinho, Patrícia Reis, Vergílio Alberto Vieira. Parabéns à autora.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Prémio Autores SPA/RTP para António Osório


A Luz Fraterna, de António Osório, venceu o Prémio Autores SPA/RTP na categoria de Melhor Livro de Poesia. Parabéns António Osório!

sábado, 30 de janeiro de 2010

Prémio para «O Viajante Sem Sono»

O Prémio Literário Fundação Inês de Castro foi atribuído ao livro O Viajante Sem Sono, de José Tolentino Mendonça, publicado pela Assírio & Alvim em 2009. O júri do prémio, que nos anos anteriores distinguiu Pedro Tamen e Teolinda Gersão, era composto por Aníbal Pinto de Castro, José Carlos Seabra Pereira, Fernando Guimarães, Frederico Lourenço e Mário Cláudio.
A entrega do troféu, concebido por João Cutileiro, terá lugar no próximo dia 6 de Fevereiro, pelas 17:00 horas, na Quinta das Lágrimas, em Coimbra.
Parabéns Tolentino!

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

«Prémio de Literatura Gastronómica» para o livro «Cataplana Experience», de Fátima Moura


A Academia Internacional de Gastronomia, reunida em Paris para a atribuição dos seus prémios internacionais, decidiu atribuir o «Prémio de Literatura Gastronómica - Prix de la Littérature Gastronomique» ao livro Cataplana Experience, de Fátima Moura (Assírio & Alvim, 2009).

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Prémio Pessoa para Manuel Clemente


Manuel Clemente é o vencedor do Prémio Pessoa. «Em tempos difíceis como os que vivemos actualmente, D. Manuel Clemente [bispo do Porto] é uma referência ética para a sociedade portuguesa no seu todo», afirmou o júri.

Nasceu em Torres Vedras a 16 de Julho de 1948. É licenciado em História e Teologia e doutorado em Teologia Histórica. Em 1975 começou a leccionar na Universidade Católica Portuguesa, tornando-se depois director do Centro de Estudos de História Religiosa dessa instituição.
Em Junho de 1979 foi ordenado presbítero; vinte anos depois, em Novembro de 1999, foi nomeado Bispo Auxiliar de Lisboa, com o título de Pinhel, e em de Janeiro de 2000, ordenado na Igreja de Santa Maria de Belém (Jerónimos). Em 2007, o Vaticano nomeou-o Bispo do Porto.
Publicou, entre outras, as obras Nas origens do apostulado contemporâneo em Portugal. A Sociedade Católica (1843-1853) [UCP, 1993], Igreja e Sociedade Portuguesa do Liberalismo à Republica [Grifo, 2002] e História e Religião em Torres Vedras [Grifo, 2004].
Na Assírio & Alvim publicou Portugal e os Portugueses (2008) e 1810-1910-2010 - Datas e Desafios (2009).
«É habitual insistir-se na nossa infinita capacidade de adaptação, seja aonde for. Pergunto-me se não se trata antes do contrário. Se não devíamos falar até da impossibilidade de deixarmos de ser quem somos, tal a densidade interior que acumulámos. Não temos de nos adaptar por aí além, porque já temos dentro e acumulados os infinitos aléns que nos formaram. Aqui, neste recanto ocidental do continente, sedimentaram-se, milénio após milénio, os variados povos que, do Norte de África ou do Leste da Europa, tiveram forçosamente de parar numa praia que só no século XV se transformou em cais de embarque. Aqui chegaram outros, que depois vieram e continuam a vir das mais diversas procedências. Tanta gente em tão pouco espaço só pode espraiar-se numa geografia universal. Assim foi e assim é.»
[excerto do primeiro capítulo]

Em 1810 foi a 3.ª Invasão Francesa, derradeiro episódio duma guerra que pôs fim a muito do que Portugal fora até aí. Em 1910, a República, enquanto mudança de regime. Em 2010, confrontamo-nos com outros desafios. No entanto, a sua consideração religiosa e cultural é necessária. O presente volume junta uma parte do significativo avulso ensaístico do autor. A organização, da responsabilidade dos editores, expressa a hipótese seguinte: o texto inicial, que se destaca do conjunto por características talvez mais próximas da proposição, funciona como tese; os restantes ensaios ligam, adensam e debatem, com conhecimento e paixão invulgares, quanto ali é sugerido.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Grande Prémio APE de Crónica atribuído a A.B. Kotter

Será hoje, pelas 18h00, a cerimónia de entrega do «Grande Prémio de Crónica APE / Câmara Municipal de Sintra».

O volume Bilhetes de Colares 1982-1998, de A. B. Kotter, pseudónimo de José Cutileiro, venceu este prémio por unanimidade, tendo o júri sido composto por Ernesto Rodrigues, José Manuel de Vasconcelos e Maria Augusta Silva.

A cerimónia de entrega do prémio decorrerá na Biblioteca Municipal de Sintra*, na Sala Vergílio Ferreira, a partir das 18h00.

* Rua Gomes de Amorim, 12; Sintra.

sábado, 10 de outubro de 2009

Prémio «Máxima» de Literatura 2009


«É outra noite, clara de lua no quarto de Myra.
Deitados na sua cama branca, lacada de flores no espaldar e nos pés, enlaçados de patas e braços, Myra e Rambo falam, focinho na face.
Myra geme o que vai sussurrando, o cão escuta, os pequenos e vivos olhos bem abertos, fulgindo do luar e voz da bem-amada. Quieto e inquieto, escuta.»
Maria Velho da Costa


«Maria Velho da Costa é a vencedora do Prémio Máxima de Literatura 2009, com o romance Myra (Assírio & Alvim). [...] O júri do Prémio Máxima de Literatura 2009 foi constituído por Leonor Xavier, Maria Helena Mira Mateus, António Carvalho, valter hugo mãe e Laura Luzes Torres (presidente).»

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

O Inútil da Família

Foi ontem a entrega do Prémio de Literatura Casa da América Latina /Banif 2009 — Tradução Literária, a Helder Moura Pereira, pela sua tradução do livro de Jorge Edwards, O Inútil da Família. Para todos aqueles que não puderam estar presentes, aqui fica a mensagem enviada por Jorge Edwards:

Me siento muy contento y orgulloso de que la traducción al portugués de mi novela El Inútil de la Família, obra del doctor Helder Moura Pereira, haya obtenido el premio de traducción de Casa de América Latina de Lisboa. He sido desde siempre un prosista lector de poetas — latinoamericanos, españoles, ingleses, franceses, portugueses y brasileños —, y he pensado desde mis comienzos que el aire y el ritmo de la poesía son necesarios en la escritura narrativa. Por eso me alegro mucho de que mi traductor sea un poeta, un hombre inscrito en la gran tradición de la poesía de Portugal, y le mando un afectuoso saludo. Además, me parece que dar premios de traducción es una costumbre excelente y que deberíamos imitar. Veo la variada lista de autores traducidos por Helder Moura Pereira: aunque no esté a su altura, me siento en magnífica compañia, en una estupenda familia de inútiles profundamente creadores, desde el Hemingway de mi juventud hasta el Borges de siempre, y desde la conmovedora Sylvia Plath hasta el divino Marqués de Sade, para quien todo era paraíso en este infierno. La noticia me ha dado una gran satisfacción indirecta, puesto que no soy el premiado, y agradezco su trabajo al traductor, el mejor de los intermediarios, el miglior fabro a su manera.

Jorge Edwards
Santiago, Chile, Septiembre de 2009.

E também o estupendo discurso lido por Helder Moura Pereira durante a cerimónia de entrega do prémio:

Em primeiro lugar, gostaria de cumprimentar o júri e agradecer-lhe este prémio. Mas não apenas por razões formais. A verdade é que – e peço desde já desculpa pelo atrevimento – me parece haver todo um conjunto de ousadias que acabam por desembocar nesta decisão e ela, a decisão, será apenas a última etapa desse conjunto.
A coisa começa quando os meus amigos Manuel Rosa e Vasco David’, da Assírio & Alvim, ousaram convidar-me para fazer a tradução deste livro; eles sabem que a minha ligação ao castelhano está, digamos assim, longe de ser próxima. Ao mesmo tempo, o autor, Jorge Edwards, era, e ainda é, praticamente desconhecido em Portugal, bem como o serão, de resto, as literaturas da América latina, tirando os nomes óbvios. E eu, ao aceitar fazê-la, ao corresponder à confiança em mim depositada, não foi sem algum estremecimento que me vi também situado na dúvida e na excitação própria de uma ousadia. Porque, embora tendo traduzido já uma obra semi-académica e escrita em colaboração, de Jorge Luis Borges, e um livro de poemas do espanhol Angel González, parti para esta tradução cheio de dúvidas, mas, simultaneamente, com a convicção de que saberia o suficiente para levar a tarefa a bom porto, ou seja, para respeitar a intenção literária do autor e respeitar a sua língua e a minha língua. Como é isto possível, como foi isto possível, não sei bem. Ou melhor, acho que só pode ter sido pelo contacto silencioso, de leitor, com alguns romances e muita, muita poesia lida no original.
O resto? Bom, o resto é trabalho, dedicação perante um texto com o qual se estabeleceu uma relação de corpo e alma. Porque é disso que se trata. Aderi a este livro de uma maneira tão forte que fiz tudo por ele. Não me gabo disso, afirmo apenas uma crença: deve fazer-se tudo por um livro que se traduz. No fundo, é banal isto de um tradutor investigar, perseguir os sentidos, emendar até chegar à hipótese que faça jus ao texto original, procurar as soluções, ganhar ânimo (ou não…) com as adversidades e os obstáculos. No caso deste texto, e sobretudo dado o perigo da proximidade entre línguas, para lá de falsos amigos que, tal como na vida, parecem uma coisa e são outra, recordo-me de uma personagem de um romance de Jorge Edwards, “La Origen del Mundo”, que ri a pensar que os espanhóis não entenderiam um seu chilenismo. E daí também o desafio de estar atento ao castelhano e… ao «chileno».
A outra parte de tudo isto é, como não pode deixar de ser, a minha língua. Todos os que andam à volta das letras de um modo ou de outro tentam prolongar o respeito pelos nossos antepassados e, até – porque não? – podem pensar na sua tarefa como um dever. Não fujo à regra, claro. E, nos tempos que correm, ainda menos fujo. Porque perante o lixo que enche as livrarias, perante a confrangedora expressão verbal em televisões e jornais, perante a existência de gente com responsabilidades na educação que não sabe falar nem escrever, perante um acordo ortográfico lamentável que só não é totalmente mau porque apela de dentro de si a que lhe desobedeçam, o que espero vir a acontecer, temos todos, os que escrevem, traduzem e lêem literatura, de nos bater, pela defesa da nossa língua. Não tenho jeito para militâncias e, por isso, trabalho o melhor que posso e sei. Se este livro também servir para isso, fico muito contente.
Só mais uma palavra. Este prémio, convém não esquecer, é para um livro escrito por Jorge Edwards. Tiro o meu chapéu a este livro e ao seu autor. E gostava muito que outros livros seus estivessem na minha língua.
Obrigado, uma vez mais.