Mostrar mensagens com a etiqueta Novidades 2011. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Novidades 2011. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Um livro é sempre novidade... (4)


... para cada leitor que o descobre, que o lê ou que o relê.

Por isso recordamos aqui, através das capas, os livros Assírio & Alvim, novidades e reedições, produzidos em 2011. Desta colheita anual, cabe ao leitor fazer a sua selecção. Procure-os na sua livraria.

 


domingo, 4 de dezembro de 2011

Um livro é sempre novidade... (3)


... para cada leitor que o descobre, que o lê ou que o relê.

Por isso recordamos aqui, através das capas, os livros Assírio & Alvim, novidades e reedições, produzidos em 2011. Desta colheita anual, cabe ao leitor fazer a sua selecção. Procure-os na sua livraria.



sábado, 3 de dezembro de 2011

Um livro é sempre novidade... (2)


... para cada leitor que o descobre, que o lê ou que o relê.

Por isso recordamos aqui, através das capas, os livros Assírio & Alvim, novidades e reedições, produzidos em 2011. Desta colheita anual, cabe ao leitor fazer a sua selecção. Procure-os na sua livraria.






sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Um livro é sempre novidade... (1)


... para cada leitor que o descobre, que o lê ou que o relê.

Por isso recordamos aqui, através das capas, os livros Assírio & Alvim, novidades e reedições, produzidos em 2011. Desta colheita anual, cabe ao leitor fazer a sua selecção. Procure-os na sua livraria.









terça-feira, 29 de novembro de 2011

Histórias de Monserrate - lançamento

Foto Eduardo Veloso
(clicar na imagem para a aumentar)

A Assírio & Alvim e a Associação de Amigos de Monserrate
anunciam o lançamento do livro

HISTÓRIAS DE MONSERRATE

com textos de Jorge de Oliveira e Sousa, José Lima, Amadeu Lopes Sabino, Paulo Castilho
e fotografias de Eduardo Veloso

dia 5 de dezembro, segunda-feira, pelas 18h30
na Livraria Assírio & Alvim


A apresentação será feita pela historiadora Dr.ª Teresa Rebelo

na presença dos autores,
do Prof. António Lamas (Presidente do Conselho de Administração 
dos Parques de Sintra-Monte da Lua)
e da Dr.ª Dinah Azevedo Neves (Presidente da Associação 
de Amigos de Monserrate)

Assírio & Alvim Livros (Pátio do Siza — Chiado)
entrada pela Rua Garrett 10 ou pela Rua do Carmo 29
segunda a sexta: 12h-19h | sábado: 10h-19h | domingo: 14h-19h

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

«O Mundo Está Cheio de Deuses - Crise e crítica do contemporâneo», de João Barrento

978-972-37-1577-4
«Este livro, onde se propõem leituras de fundo e alguns olhares de pormenor sobre a paisagem da nossa contemporaneidade — em particular naquele domínio a que ainda se pode chamar o campo cultural, ou, com mais pertinência, o domínio mais amplo do simbólico —, teve o seu pretexto imediato na solicitação que me foi feita para pensar o lugar do «intelectual» no mundo de hoje. Questão um tanto gasta, cuja discussão se arrasta há anos, ou mesmo décadas, e a que por isso respondo de forma algo radical, e porventura controversa, no ensaio maior do livro, o único verdadeiramente inédito («Os mitos do fim»). Os outros são o resultado de uma preocupação, que não é de hoje (está já documentada em muitos dos ensaios do meu livro A Espiral Vertiginosa. Ensaios sobre a cultura contemporânea, de 2001), com o que se passa à nossa volta, na esfera social e cultural, na política e no quotidiano, e que se traduziu numa reflexão mais ampla como aquela com que contribuí para o projecto da Fundação Gulbenkian «O estado do mundo», em 2006, ou em intervenções mais pontuais, na página que durante anos mantive no jornal Público, e também no blogue «Escrito a Lápis», que abri depois de cessar a minha colaboração naquele jornal.»
João Barrento

«Europa em Sobreimpressão - Llansol e as dobras da história»

978-972-37-1607-8
Europa em Sobreimpressão — Llansol e as dobras da história documenta exaustivamente, com ensaios, textos de Maria Gabriela Llansol (em grande parte inéditos) e muita iconografia, a exposição que esteve patente entre Março e Abril no CCB, em Lisboa. Do texto de Llansol que abre este volume e que ficará certamente como um marco importante na bibliografia llansoliana, extraímos um parágrafo de inegável actualidade:

«A transparência e o absoluto não são lugares para o homem. Era preciso dar-lhe o toque para que se lançasse na grande viagem a que todos aspiravam. O grande êxodo da liberdade de consciência. Eu sempre soube que a razão não serve para ver. Esse, o equívoco da nossa aliança que transformou a liberdade de consciência em conquista, que fez de cada ponto de apoio no território uma fronteira a delimitar espaços de exploração; cada diferença que encontrava, uma exclusão. E o mundo tornou-se como a razão o escreveu: veloz, exponencial, crítico, memória acumulada de despossessão. […] Em dois séculos, deu ao homem o maior abanão de que há memória. Fê-lo sair da crença. Mas, com as extraordinárias resistências que se acumularam nesse confronto, nem a razão sabe agora o caminho para diante, nem a crença poderá jamais abrir o caminho de retorno…»

Textos de António Guerreiro, Cristiana Vasconcelos Rodrigues, Friedrich Hölderlin, Hadewijch de Antuérpia, Ibn ‘Arabî, João Barrento, João da Cruz, José Augusto Mourão, José Manuel Durão Barroso, Maria de Lourdes Soares, Maria Etelvina Santos, Maria Gabriela Llansol, Mestre Eckhart, Silvina Rodrigues Lopes, Thomas Müntzer

1 DVD com quatro filmes de Daniel Ribeiro Duarte
.

«Histórias de Monserrate»

978-972-37-1601-6

Histórias de Monserrate recolhe quatro textos inéditos de autores portugueses conquistados pela morada encantadora de Vathek («thy fairy dwelling»), como Byron chamou ao palacete onde William Beckford (1760-1844) viveu e que a família Cook reconstruiu no século XIX, dotando-o de requintes artísticos e conferindo-lhe prestígio social.Os textos, que participam de registos diferentes, entre a memória histórica e o conto, têm todos em comum o fascínio exercido por uma das mais celebradas jóias de Sintra. Recriam atmosferas e vivências que vão dos tempos idos à atualidade, das épocas de fausto às de decadência, dos aposentos luxuosos aos salões desertos, do parque de flora exótica aos matagais de ervas daninhas que, ao longo dos séculos, têm ameaçado a icónica criação dos deuses e dos humanos que é o domínio de Monserrate. Tributo à beleza que o Tempo inexorável transformou em ruínas, mas que os espíritos amantes da Arte souberam recuperar, Histórias de Monserrate homenageia todos quantos hoje se empenham na manutenção e na divulgação da herança preciosa de Beckford e dos Cook.


«Nada há de mais impessoal do que um monumento. Sobretudo se ele se transformou, ao longo do tempo, num paradigma do turismo mundial. Pode pois parecer presunçoso que lhe chame “meu”. Mas o Monserrate que trago na memória é como um fruto que saboreei em leituras várias, são as histórias que ouvi contar a parentes e amigos, os álbuns de família que folheei, os momentos que vivi em casas unidas pelos múltiplos fios de uma estranha meada do destino, pelos inúmeros trilhos de um enigmático labirinto, através do qual todos os passos conduziam, consciente ou inconscientemente e de maneira inexorável, a Monserrate.»
Jorge de Oliveira e Sousa

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Como se Desenha Uma Casa

978-972-37-1616-0

Em breve numa livraria perto de si.


«Como quem, vindo de países distantes fora de / si, chega finalmente aonde sempre esteve / e encontra tudo no seu lugar, / o passado no passado, o presente no presente, / assim chega o viajante à tardia idade / em que se confundem ele e o caminho. [...]»

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

«Porquê insistir na grandeza e, mais ainda, na actualidade de Marx?»

978-972-37-1612-2
«Pode a Ideia de comunismo, nem que com outro nome, na sua imperatividade por assim dizer ética, na "messianicidade" (Derrida) da sua apelação como Ideia de uma justiça que expropriasse as expropriações organizadas como realidade "possível", de um Acontecimento que instaurasse, não uma pós-história, mas uma outra história, de uma Alternativa como comunidade fundada na comum auto-apropriação, não a anulação ou alienação colectivista do indivíduo mas ao invés a afirmação do individual, comunidade não hierárquica do ser-em-comum como função do ser-si-mesmo, relação igualitária com os outros, com o outro como outro, com a alteridade do outro — pode essa Ideia perder jamais a sua força imperativa, abdicar dos seus direitos como Ideia? Pode ela morrer, dissipar-se, extinguir-se jamais? Expirar, esgotar o prazo de validade histórica, prescrever? Ou, pelo contrário, ela é aquilo mesmo, aquela mesma, que não prescreve nunca, a Ideia por excelência imprescritível?»

«Porquê escrever afinal sobre Marx, porquê permanecer marxista, quando o marxismo, ensombrado por conotações históricas monstruosas, crepusculizou como filosofia e como ideologia? Porquê insistir na grandeza e, mais ainda, na actualidade de Marx? […] Marx não criou o comunismo, que o antecedeu de séculos, mas foi quem fez essa Ideia descer do céu das utopias à vida histórica dos homens e transformar-se no grande projecto revolucionário do mundo moderno, mostrando que o capitalismo tinha trazido consigo as condições materiais (económicas e sociais) para essa transformação.»

Sousa Dias nasceu no Porto em 1956. Professor. Publicou, entre outros livros, Lógica do acontecimento (sobre a filosofia de Deleuze), Questão de estilo (colectânea de textos de teoria da literatura e da arte) e O que é poesia?

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Pedro Cabrita Reis


«podemos querer ser apenas simples, acreditar apenas na alegria, querer apenas desenhar um círculo na janela embaciada pelo vapor. mas depois, mais tarde ou mais cedo, alguém virá para nos dizer que existem cores primárias.» Pedro Cabrita Reis

Pedro Cabrita Reis nasceu em Lisboa em 1956, cidade onde vive e trabalha. Com reconhecimento internacional consolidado, a sua obra tornou-se crucial para o entendimento da escultura a partir de meados da década de 1980. A sua complexa obra, caracterizada por um idiossincrático discurso filosófico e poético, engloba uma grande variedade de meios: pintura, desenho, escultura e fotografia. Utilizando materiais simples e submetendo-os a processos construtivos, Pedro Cabrita Reis recicla reminiscências quase anónimas de gestos e acções primordiais repetidos no quotidiano, prolongando no seu desenho esta atitude eminentemente experimental, fruto de um cruzamento entre a assunção de um conhecimento clássico e um modo de fazer contemporâneo. A complexa diversidade teórica e formal do trabalho de Pedro Cabrita Reis procede de uma reflexão antropológica contrária ao reducionismo do discurso sociológico. De facto, é sobre silêncios e indagações que assenta a obra de Pedro Cabrita Reis, independentemente dos meios em que se materializa.

Recusando uma metodologia cronológica, porque nem o trabalho, nem a vida, são uma única linha, o Artista propõe-nos esta exposição como um “cabinet d’amateur”, onde poderemos experimentar múltiplos confrontos entre desenhos de natureza formal e conceptual extremamente diversificada, que materializam um percurso complexo e desafiante nesta trajectória desde a actualidade até ao seu período de juventude. Em the whispering paper, 390 desenhos entre 1970 e 2011, Pedro Cabrita Reis convida-nos assim para um percurso através de um arquivo único escolhido por si, viagem onde iremos percorrer de um modo maior, questões e premissas que materializadas nestes desenhos nos permitirão entender de uma forma enriquecedora o seu modo de estar noutras disciplinas, do desenho à escultura, da fotografia à pintura. A exposição estará patente na Fundação Carmona e Costa até ao dia 8 de Outubro de 2011.

BREVEMENTE NAS LIVRARIAS
ISBN: 978-972-37-1596-5 /384 páginas / capa dura / pvp: 50,00 (IVA incluído)

domingo, 29 de maio de 2011

Novidades a caminho das livrarias

ISBN 978-972-37-1587-3 PVP 12,00

ISBN 978-972-37-1583-5 PVP 12,00
ISBN 978-972-37-1586-6 PVP 10,00

quarta-feira, 30 de março de 2011

Escrever Paisagem

ISBN 978-972-37-1585-9 / PVP 15

Este livro, edição Assírio & Alvim / Fundação Carmona e Costa, é publicado por ocasião da exposição «Escrever Paisagem - Manuel Baptista - Desenhos 1960-1970», patente na Fundação de 26 de Março a 28 de Maio de 2011, e começará a chegar às livrarias a partir de 4 de Abril.

Reserve-o na sua livraria.

terça-feira, 22 de março de 2011

«Sítios», de José Bento


Quando escreves com uma das mãos prendes
o papel, que a outra vai lavrando,
semeando a palavra e a turbação
no impulso que excede
a força que as unifica e as separa,

sob a luz a prometer que teu ardor
ausculta um chão ávido e volátil.

Tua destra segue o coração, prolonga-o;
a outra, mais perto dele um infindo nada,
nunca se distancia nem alheia
da matéria da fala

que, em tenso adágio ou numa tempestade,
de teu sangue transbordam, incorporam
desejo e posse, ruína e despedida.


ISBN: 978-972-37-1569-9 PVP: 18
,00 euros

sábado, 12 de março de 2011

Prémio Literário Manuel António Pina, 2010.

ISBN: 978-972-37-1576-7

Brevemente à venda na sua livraria.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Março - maré de poesia





PREVISÃO DE MARÉ DE POESIA:
chegada às livrarias na última semana de Março.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Willem e Cartons do Ano 2010


Procure-os na sua livraria.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

A Arte do Retrato em Portugal

(clicar na imagem para a aumentar)

A Fundação EDP e a Assírio & Alvim têm o prazer de o(a) convidar para
assistir ao lançamento da obra

A ARTE DO RETRATO EM PORTUGAL NOS SÉCULOS XV E XVI
de Pedro Flor

apresentada por Vítor Serrão

25 de Fevereiro de 2011, sexta-feira, às 18h00
MUSEU DA ELECTRICIDADE
Av. de Brasília, Central Tejo, em Lisboa.

Logo após o lançamento deste livro, assista também à inauguração da exposição Fora de Escala — Desenho e Escultura 1960-70, de Manuel Baptista.

(clique na imagem para a aumentar)


domingo, 30 de janeiro de 2011

«Sinais de Fogo»


«Desde 1993, ano que viu surgir três trabalhos de referência sobre a obra de Jorge de Sena, na Universidade do Porto e na Universidade da Califórnia, em Santa Barbara, que não havia uma tese universitária com a importância desta. Mécia de Sena, com a habitual economia de expressão que a caracteriza, definiu-ma como “um monumento”. Com efeito, a partir de agora, não é mais possível ler e estudar Sinais de Fogo, ou mesmo abordar alguns aspectos da obra multímoda de Jorge de Sena, e em especial a questão fulcral do erotismo, sem fazer referência a esta investigação de Jorge Vaz de Carvalho, que veio suprir uma lacuna imensa no estudo e na recepção de um dos romances fundamentais do século XX.»

Do Prefácio, de Jorge Fazenda Lourenço

«De toda a criação literária de Sena, a menos favorecida comparativamente pela investigação é o romance único e inacabado Sinais de Fogo. Embora haja sobre ele estudos parciais, faltava, sem dúvida, um trabalho mais volumoso e profundo sobre este que consideramos um dos mais notáveis romances da literatura em língua portuguesa.»

Da Introdução, de Jorge Vaz de Carvalho

Jorge Vaz de Carvalho, além de músico de carreira internacional, é licenciado em Línguas e Literaturas Modernas pela Universidade Clássica de Lisboa, Mestre em Literaturas Comparadas pela Universidade Nova de Lisboa e Doutorado em Estudos de Cultura pela Universidade Católica de Lisboa. O seu trabalho literário inclui obras de poesia (A Lenta Rendição da Luz, Relógio d’Água, 1992) conto, ensaio e tradução (Ciência Nova de Giambattista Vico, Fundação Calouste Gulbenkian, Prémio de Tradução Científica e Técnica FCT/União Latina 2006; Canções de Inocência e de Experiência de William Blake, Assírio & Alvim, 2009; Vida Nova de Dante Alighieri, Relógio d’Água, 2010). Exerce constante actividade de articulista e de conferencista, no país e no estrangeiro. Foi Director da Orquestra Nacional do Porto e Director do Instituto das Artes. É professor e coordenador científico da área de Estudos Artísticos da Universidade Católica Portuguesa.


Colecção: Peninsulares 102 / Data de Edição: Dezembro de 2010 / Distribuição: Janeiro de 2011 / Formato e acabamento: 14,5 x 20,5 cm, edição brochada com badanas / 448 páginas.

ISBN: 978-972-37-1563-7
PVP: 24,00

sábado, 29 de janeiro de 2011

Leituras de Poesia (II)

«A poesia é, finita e interminável, um diálogo precário e resistente. Ora cada um de nós é um diálogo. Por isso a poesia nos convém — ela é, esquivo e incerto, um diálogo que resiste por um dia mais, uma promessa sem garantias, pela qual nos transformamos naquilo que somos. […]»

Manuel Gusmão

ÍNDICE - Incerta chama (2006) 7 / A. Da poesia como razão apaixonada (1990) 29; Da poesia como razão apaixonada 2 (1991) 46; Da poesia como razão apaixonada 3 (1992) 60; Coisas que fazemos com a literatura (1998) 80; [Como e porquê falar de poesia?] (2002) 103; Desde que somos um diálogo (2004) 122; Da condição paradoxal da poesia (2009) 136 / B. Rimbaud: alteridade, singularização e construção antropológica (2000) 155 / 1. Cesário Verde: o «cartógrafo» e a temporalização dos mapas (2009) 193; O Fausto de Pessoa: um teatro em ruínas (2003) 235 / 2. Da evidência poética: justeza e justiça na poesia de Sophia (2004) 267; Uma apresentação de Livro VI (2005) 286 / 3. «Leitura», de Carlos de Oliveira (2002) 307; A arte da poesia em Carlos de Oliveira (2001, 2009) 315; Carlos de Oliveira e Herberto Helder: ao encontro do encontro (2000) 339; Leiam Herberto Helder Ou o Poema Contínuo (2001) 362; Herberto Helder, «a estrela plenária» (2002) 388; Entre nós e as palavras (Mário Cesariny) (2009) 388; / 4. Algumas variações em resposta à poesia de Ruy Belo (2000) 409; Pequena fala sobre a poesia de Ruy Belo (2003) 444; Aprender a poesia com Ruy Belo (2003) 449; A invenção do corpo amoroso em Luiza Neto Jorge: o som e a fúria do sentido (2001) 470; A arte da poesia em Gastão Cruz (2006) 495; Assis Pacheco: Respiração Assistida - algumas notas para lhe assistir (2003) 508 / C. O tempo da poesia: uma constelação precária (2003) 523.

Colecção: Peninsulares 98 / Data de Edição: Dezembro de 2010 / Distribuição: Janeiro de 2011 / Formato e acabamento: 14,5 x 20,5 cm, edição brochada / 560 páginas

ISBN: 978-972-37-1497-5
PVP: 28,00